Exodus: "É o melhor álbum que já fiz", diz Rob Dukes

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Por Fabio Albuquerque, Fonte: Metal Assault, Tradução
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Aniruddh "Andrew" Bansal da Metal Assault recentemente entrevistou Rob Dukes, do EXODUS. Seguem alguns trechos do chat abaixo:

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Metal Assault: Fale um pouco sobre o próximo álbum. Eu acho que já está na fase de pós-produção, certo?

Rob: "Isso mesmo, eles estão dando os toques finais na mixagem. Eu ouvi a última mixagem e eles vão refazer algumas coisas que nós queremos alterar e, cara, está incrível. Eu diria que é a melhor coisa que eu já fiz. É rápido, é escuro e eu não vou ficar fazendo propaganda porque é o que as pessoas sempre fazem, mas está incrívelmente foda, cara. O que eu acho realmente legal é que eu tive que ampliar o meu alcance vocal. É praticamente como se minha voz soasse diferente em cada música. Está matador e esta é a melhor parte, realmente, meio que estamos tentando coisas novas e funcionou muito bem, o que é ótimo. A bateria está fenomenal e os solos de guitarra incríveis. Ver estes caras fazendo isso é incrível. Foi muito divertido. É realmente um bom álbum e o melhor que eu já fiz com eles".

Metal Assault: Vocês tocaram o "Bonded By Blood" inteiro na tournê de 2008. Você acha que as bandas estão fazendo isso com muita frequência, uma vez que o MEGADETH e o TESTAMENT estão prestes a fazer o mesmo?

Rob: "A música da banda é a música da banda. Eles podem fazer o que quiserem com isso. Quem raios não concordar com isso, pode ir se ferrar! Se nós quiséssemos regravar toda maldita música que fizemos nós poderíamos, é nosso direito, é nossa música e nós podemos fazer o que quisermos. Opiniões são como rabos, cara. Todo mundo tem um e eles cheiram como bosta. Você nunca fará todo mundo feliz, então a gente apenas faz o que nos deixa feliz".

Metal Assault: Você está contente com a maneira com que o "Let There Be Blood" (regravação do clássico de 1985 do EXODUS "Bonded By Blood") repercurtiu, em termos dos fãs e na turnê quando vocês tocaram?

Rob: "Com certeza, cara. Eu me sinto totalmente grato por poder cantar no álbum. Digo, tecnicamente, essa é a questão, nós poderíamos ter feito ao vivo e lançado um álbum ao vivo que seria a mesma coisa. Apenas aconteceu de termos o estúdio livre e tempo livre. Aí fomos lá e fizemos. Foi muito legal ter feito isso e pra mim, sendo um fã do EXODUS desde os 16 anos, foi uma honra. Para as pessoas que não gostaram, desculpe, cara, vão se ferrar. Não tenho nada mais a dizer a não o que você faria se estivesse no meu lugar? Você não faria isso? A não ser que esteja no meu lugar, cale-se e dane-se. Então, para todos aqueles que adoram o álbum antigo, OK, eu entendi, mas, sabem, o antigo não desapareceu e vai permanecer da mesma forma pra sempre. Isso foi apenas uma coisa que nós podíamos fazer e é nosso. Então, nós poderíamos fazer o diabo que quiséssemos. Não levou muito tempo e não interferiu em nada em termos do material novo que gravamos depois disso. Nós nem ao menos tivemos que ensaiar e foi tudo mais um menos da seguinte forma, 'Vamos lá e vamos fazer isso'. Bang, estava feito! Não teve processo de composição envolvido, obviamente. Eu apenas fiquei lá ouvindo o original direito. Eu não imitei (Paul Baloff), mas eu tentei manter algumas inflexões que ele usou. Foi apenas algo que fizemos e poderia ter sido um álbum ao vivo, que foi basicamente o que fizemos. Eles foram pro estúdio e gravaram a bateria em dois dias, guitarras em um dia e os vocais em três dias. Ninguém é obigado a fazer álbuns ao vivo. Por exemplo, 'Live in Japan' não foi ao vivo. Tudo foi regravado, então, foi basicamente isto que fizemos!"

A matéria completa (em inglês) está no link abaixo.


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