My Dying Bride: "sempre amamos o lado mais brutal do metal"
Por Fallen Archangel
Fonte: Groundcast
Postado em 23 de outubro de 2011
O blog Groundcast fez recentemente uma entrevista com o vocalista e líder da banda inglesa de doom metal My Dying Bride. Confira trechos da entrevista abaixo.
Groundcast: Inicialmente agradecemos a entrevista, pois somos grandes fãs da banda e é uma grande honra para nós entrevistar um dos mestres do Doom Metal. Para começar, você poderia nos falar do começo de sua carreira musical?
Aaron: Voltamos para os anos 90 quando o My Dying Bride foi formado e esta é a única carreira musical que tenho tido – nunca estive em outra banda. Nós a formamos porque queríamos expressar nossos sentimentos através do Heavy metal em nosso próprio estilo, e digo que temos sido bem sucedidos por esses 21 anos de carreira.
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GC: O que significa o nome My Dying Bride? Existe alguma razão em particular para a banda ter esse nome?
Aaron: Não, nós apenas queríamos um nome que representasse o sentimento de tristeza e melancolia de nossos pensamentos. É um nome muito triste com paixão e tragédia – assim como nossas músicas.
GC: E como veio o interesse no Doom Metal?
Aaron: Eu escutei muita coisa do metal nos anos 80 e estava feliz com isso, então era exposto ao doom na forma do Hellhammer em um clube noturno local, e quando percebi que eu era viciado nisso eu comecei a procurar por bandas de doom metal. Mas não é exclusivamente doom – Eu gosto de todos os tipos de música e isto era o mais importante para nós, variar o que nós fazemos e não simplesmente nos concentrar em um único gênero.
GC: Na época do lançamento do primeiro disco, "As the Flowers Withers" em 1992, foi praticamente o começo do Doom Metal. Você, junto com Anathema, Katatonia e Paradise Lost, criaram o gênero que conhecemos hoje como Doom Metal, diferentemente do Candlemass por exemplo. Como você se sente sendo parte desta história do Heavy Metal?
Aaron: Tenho muito orgulho de nossa contribuição para a cena e é muito bom saber que muitos fãs nos apoiam e ainda estão conosco desde o começo.
GC: Ainda no primeiro disco, podemos ver uma clara influência de Death Metal, que lentamente foi se desvanecendo. Esse processo foi calculado? Como isto aconteceu?
Aaron: Nós sempre amamos o lado mais brutal do metal tanto quanto Doom e é por isso que nós conseguimos transitar entre os dois gêneros com muita facilidade, com isto alguns lançamentos soam mais Death Metal e outros mais Doom Metal. Nós não temos feito muito Death Metal recentemente por que nós queremos nos focar em uma visão sobre a vida e a morte, o que é um pouco complicado de se fazer no Death Metal, no entanto, lançaremos "The Barghest O’ Whitby" em Novembro que é um pouco brutal (e bonita) mostrando que não viramos as costas para nosso lado mais brutal.
Para ler a entrevista completa, acesse o link:
http://groundcast.com.br/entrevistas/entrevista-aaron-stainthorpe-vocalista-do-my-dying-bride/
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