Ellefson: "Não me vejo de batina fazendo pregações"

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Por Daniel Molina, Fonte: Rust In Page, Tradução
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David Ellefson se tornou um dos 100 alunos no curso à distância do Concordia Seminary em Clayton, Missouri. As aulas incluem "Distinções Luternas," "Pregando I & II," "Introdução à Adoração" e "Escrituras e Fé."

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Ao falar com Darryl Sterdan da QMI Agency, Ellefson declarou sobre sua decisão de se tornar um pastor luterano, "Não me vejo de pé lá usando uma batina branca, sacramentando e pregando, nem nada disso. Estou fazendo essas aulas à distância para aprender coisas novas. Abrir os olhos e ouvidos para caminhos diferentes é inspirador para mim. Quando tinha 25 anos, tomei um rumo diferente na vida e me livrei das drogas e da bebida, me limpei. Isso já faz 22 anos. Estou casado há 18 anos. Tenho filhos adolescentes. Minha vida é completa. As pessoas pensam que o pessoal do heavy metal ganha e depois torra tudo. E aprendi que somos gigantes gentis quando descemos do palco. Deixamos tudo no palco, e é assim que deve ser."

Quando perguntado se estudar para se tornar pastor é meio que na contramão de estar tocando "a música do demônio," Ellefson respondeu, "Bem, não tocamos a música do demônio. No 'Peace Sells ... But Who's Buying?' haviam algumas músicas sobre rituais e coisas do tipo. Mas não foram escritas porque faziamos aquilo. Eu não fazia. Você pode escrever sobre qualquer coisa... e aquelas músicas não tinham a ver com Satã. Estavamos apenas questionando as coisas. As pessoas que pensam o contrário tem a mente muito fechada."

Sobre se sentir obrigado a intervir quando vê outros músicos e jovens no caminho errado, Ellefson diz, "Minha atitude é que você deve se arrumar, vir aqui e se comportar corretamente. E você deixa, na falta de um termo melhor, o espirito de Deus tomar você. As pessoas verão isso. Se eles querem respostas, eles sabem aonde ir. Se eles não perguntam, você não precisa ficar falando. Mas se eles começarem a perguntar, essa é uma oportunidade para compartilhar histórias da sua vida. Essa abordagem com testemunhos é mais genuína. E acho que as pessoas ouvirão melhor do que se você estiver em um aeroporto batendo nas cabeças delas com uma Biblia."

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Sobre Daniel Molina

Nascido em 79, professor de inglês e tradutor. Conheci o metal e suas várias vertentes através de um amigo do meu irmão no final dos 80, onde em 89 acabei me deparando com Megadeth dentre os vinis que estava ouvindo e foi amor à primeira ouvida, uma paixão que dura 20 anos. Apaixonado por thrash metal, especialmente Bay Area e East Coast mas também aficcionado por NWOBHM, Hard e Death. Com o passar do tempo percebi que o rótulo é o que menos importa e sim o tipo de música que nos agrada, mas apesar de tudo, thrash sempre acima de tudo. Já trabalhei com vários sites, cobrindo shows e fazendo entrevistas mas sempre tocando a Rust In Page por amor ao Megadeth, e hoje além de dedicação total ao meu trabalho salvo bastante do meu tempo para manter a página rolando firme e forte e mantendo os Droogies brazucas informados.

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