Dee Snider: Kiss se vendeu e não deveríamos tê-los perdoado

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Por Nacho Belgrande, Fonte: Playa Del Nacho
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DEE SNIDER, mais conhecido por ser o frontman da banda oitentista TWISTED SISTER, mantém-se muito ocupado hoje em dia. Nesse mês de maio, Dee lança seu segundo disco solo, ‘Dee Does Broadway’ e sua autobiografia, ‘Shut Up And Give Me The Mic’. Enquanto o Twisted Sister fica na geladeira por uns tempos, Dee também abraça até a possibilidade de uma sequência para seu filme de horror, ‘Strangeland’. Entre um projeto e outro, Dee conversou com o site Rock Music Star, sessão da qual alguns trechos traduzidos seguem abaixo:
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(...) RMS: Ao longo dos anos, você criticou bastante o KISS, ainda que para ‘Dee Does Bradway’ você escolheu trabalhar com Bob Kulick, que é parte do Kiss por associação, por assim dizer. Como você acabou trabalhando com Bob?

DS: Se eu critiquei o Kiss, foi como fã. Eu não sou um desses caras do ‘Kiss Army’, mas eu com certeza tenho os três primeiros discos, até ‘Kiss Alive’. Eu com certeza os adoro e eles ainda são muito bons de ir se ver, exceto por quando eles tocam ‘I Was Made For Loving You’ [risos]. O que digo é, é assim mesmo? Falando sério? Vocês vão tocar essa bosta? Foi um erro desde a primeira vez. Vocês se venderam, filhos da puta. Nós não devíamos ter perdoado vocês. Mas eu não tenho problema com isso.

Eu trabalhei com Bob Kulick em vários disco-tributo, e a última coisa na qual trabalhei com ele foi no tributo a Frank Sinatra. Quando eu tive a ideia do CD, eu estava pensando em quem ia produzi-lo. Bob com certeza pegou o espírito da coisa. Ele tinha pegado aquelas músicas do Sinatra e as deixado matadoras. Eu sabia que trabalhando com ele, elaboraríamos os arranjos apropriados e teríamos a abordagem certa em músicas diferentes.

RMS: Ao mesmo tempo em que seu CD é lançado, você também está divulgando sua autobiografia, ‘Sht Up And Give Me The Mic’. Qual sua perspectiva sobre o livro?

DS: Primeiro, eu escrevi ele todo sozinho. A Simon & Schuster não queria que eu o escrevesse assim, porque ninguém faz assim. E se você acredita que viciados em heroína realmente escrevem um diário [nota do tradutor: tapa na cara de NIKKI SIXX]… meu… fala sério! Eles não conseguiam achar o próprio pau, imagine um lápis. Eu nunca usei drogas e nunca bebi. Então sou uma pessoa limpa e participante sóbrio, e observador da ‘Década de Decadência’. O livro, pra mim, lida com minha ascensão e queda. Começa com o dia que eu decidi ser um astro do rock, e acaba com o ponto mais baixo de minha carreira, depois do Twisted Sister, quando eu perdi tudo [nos anos 90]. Eu estava completamente fudido. Eles me fizeram escrever um epílogo pro livro, mas eu fiquei meio, ‘todo mundo sabe que estou passando bem agora’. Mas sim, o fim é tão deprimente. O epílogo pula uns 15 anos, onde estou na Broadway, na noite de abertura, refletindo sobre o quão longe eu consegui voltar nos últimos anos. O livro é na verdade a história de minha luta, minha perseverança, e meio que repassa como as coisas aconteceram, pra melhor ou pra pior.· (...)

Matéria completa:

http://playadelnacho.wordpress.com/2012/05/09/dee-snider-o-k...

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Sobre Nacho Belgrande

Nacho Belgrande foi desde 2004 um dos colaboradores mais lidos do Whiplash.Net. Faleceu no dia 2 de novembro de 2016, vítima de um infarte fulminante. Era extremamente reservado e poucos o conheciam pessoalmente. Estes poucos invariavelmente comentam o quanto era uma pessoa encantadora, ao contrário da persona irascível que encarnou na Internet para irritar tantos mas divertir tantos mais. Por este motivo muitos nunca acreditarão em sua morte. Ele ficaria feliz em saber que até sua morte foi motivo de discórdia e teorias conspiratórias. Mandou bem até o final, Nacho! Valeu! :-)

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