Doro Pesch: valorizando a vida por ter morrido na cadeia

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Por João Renato Alves, Fonte: Van do Halen
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Doro Pesch relatou ao Metal Shrine, em agosto de 2012, a experiência de ser hipnotizada em um programa de TV, onde viu algumas de suas vidas passadas. "Foi uma mulher da Suíça que realmente entendia o assunto. Fechei os olhos e entrei em um estado de transe, mas ainda podia falar. De repente, era uma mulher na Hungria. O momento era difícil, estava em um cavalo, correndo para avisar algo aos fazendeiros, pois uma guerra acontecia. Depois fui para outra vida. Era um homem, muito parecido com Gerard Depardieu. O ano era 1648, em Dubrovnik. Nunca estive lá. Estava com prostitutas, bebendo cerveja. Era casado com uma bela mulher, mas ela era chata. Depois me vi morrendo na cadeia, minha alma saindo pela cabeça e formando uma luz, como um pequeno sol ou cometa. Visualizei meu corpo e fiquei muito triste".

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Lições da experiência? Com certeza. "A moça me acordou e perguntou qual era a primeira coisa que me vinha à mente naquele momento. O que pensava era que tínhamos que ser bons em vida. Essa é a coisa mais importante, além de muito simples. Extrapolei em outras épocas. Não dava valor a coisas que agora dou. Hoje gosto de ver o lado positivo nas pessoas ou situações. Quando se procura algo, sempre se encontra. Sou grata por tudo".

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