Sebastian Bach: como é a rotina de ser um rock star?

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Por Samuel Coutinho, Fonte: Metal da Ilha
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O site Subba-Cultcha conduziu uma entrevista com o vocalista Sebastian Bach. Alguns trechos da conversa seguem abaixo.

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Subba-Cultcha: Como artista, você tem muita energia e entusiasmo, e eu não posso deixar de perguntar, isso nunca vai para? Você tem algum botão de desligar? Você consegue chegar em casa e deixar de ser o rock star "Sebastian Bach" apenas por uma ou duas horas?

Bach: Bem, eu fiz uma entrevista antes de falar com você, e a pergunta foi a seguinte: "Como a indústria da música mudou nos 25 anos desde que você começou a fazer isso", e eu acho a resposta seria a mesma para essa pergunta. Quando começamos a forma da indústria da música para as bandas era assim: um ano longe do público, escrevendo um álbum, sendo pessoas normais, com as nossas famílias e outras coisas, e então aí sim poderíamos ir para a estrada por um ano, ou talvez dois, se você for bem sucedido, como se quiséssemos estar em todas as revistas e na televisão, e na cara do público... fazendo shows por todo o planeta, então a turnê para, e você tira um ano de folga. Você levaria um ano fora compondo outros registros, cortando a grama, estando com filhos e famílias, e sendo normal, além de ganhar alguma perspectiva sobre a coisa toda. Eu costumava dizer ao meu vizinho, quando eu morava em Nova Jersey há vinte anos atrás: "Sim, eu vou trabalhar por um ano e depois volto para casa", e ele olhava para mim e dizia, "Que se dane, eu gostaria de poder fazer isso!" (Risos). Mas eu estou falando a verdade, porque era dessa maneira. Eu gostava de ir trabalhar por um ano, daí eu chegava em casa, depois ia trabalhar e depois voltava para casa e ficava mais um ano... Hoje em dia, eu não sei o porquê disso, mas agora é só trabalho, o tempo todo. Não tem como tirar um ano de folga agora. Não era que nem é hoje, com turnês intensas, festivais e vôos sem parar... sem falar das turnês mundiais, com cinco ou seis shows por mês, todo o ano. É mais ou menos assim. Eu não sei por que, mas isso é um problema bom de se ter, mas por outro lado é como se fosse um desafio, como agora, eu estou tentando terminar um novo álbum de estúdio, e eu sinto que preciso lançar um novo álbum, por isso é uma espécie de desafio se eu não conseguir...

Subba-Cultcha: Outra coisa que muita gente sabe é que você iniciou um trabalho de atuação - na televisão e na Broadway. Entre isso, e tudo que você realizou musicalmente, você ainda tem alguma outra ambição? Ainda tem alguma coisa que você espera alcançar em sua carreira?

Bach: Sim, tem uma resposta muito simples. Eu apenas quero dar um jeito na oferta que me fizeram para reunir a antiga banda. Tem muitas ofertas lucrativas. Eu só quero fazer as pessoas entenderem que se eu canto "I Remember You" ou "18 & Life", isso não muda nada a respeito de quem tocou baixo naquele dia, a música continua sendo a mesma. Quando você diz que existe alguma coisa que eu deixei de fazer, sim, eu gostaria apenas de fazer como Ozzy Osbourne faz, ou Neil Young... o mesmo tipo de turnês solo que eles fazem. E eu consegui, ao longo dos anos, chegar a esse ponto... o ano passado toquei no Download Festival e outros festivais, este ano eu irei para o Rock In Rio, então eu estou conseguindo este objetivo, devagar, mas com segurança. E é um objetivo próprio, ser capaz de entrar em um ônibus e passar meses e meses fazendo shows, como eu sei que eu posso, se eu me reunir com toda a banda, mas não depende só de mim. Minha meta é chegar a esse ponto com a minha banda solo.

Leia a entrevista completa (em inglês) no link abaixo:

http://www.subba-cultcha.com/features/abachalypse-now-an-int...

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Post de 25 de março de 2017

Sobre Samuel Coutinho

Nascido no interior de SP no dia 15/12/1986, em uma cidade chamada Ilha Solteira, Samuel Coutinho se entregou ao heavy metal logo na adolescência. Seu forte sempre foi o heavy metal melódico, variando desde o prog-metal até ao power-metal.

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