Sepultura: Kisser e as dificuldades depois da saída de Max e Igor

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Por Rafael Testa, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Em uma entrevista recente, Andreas Kisser falou sobre como o Sepultura lidou com a resistência dos fãs depois da saída dos fundadores Igor e Max Cavalera.

Andreas respondeu: "Com muita paciência e sabedoria, eu acho (risadas). Não gosto de alimentar isso e responder. Respeito qualquer tipo de opinião. Quer dizer, qualquer um pode ter sua opinião. Você tem um cérebro, uma boca, tem suas próprias experiências, tem sua educação, sua religião... enfim. Dentre toda essa informação que você tem, vai ter algum tipo de opinião e eu não tenho que concordar com ela, mas eu a respeito.

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Existem muitos Sepulturas na cabeça de todo mundo e é impossível alcançar as expectativas de todos. Sempre focamos na nossa música. É por isso que estamos aqui. É por isso que me juntei ao Sepultura. É por isso que fazemos o que fazemos. Gostamos de estar no palco. Todo o resto é consequência, para o bem ou para o mal. Ficamos longe de casa e da família, mas fazemos o que amamos. Isso nos dá um equilíbrio para continuar fazendo o meu trabalho, mesmo sendo difícil, ter que viajar e essas coisas.

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Max e Igor estão fazendo coisas tão diferentes agora. São pessoas totalmente diferentes de quando os conheci. Não falo com eles como antes. Muito raramente. Pelo menos temos uma comunicação aberta, através de e-mail. Eu não vejo uma razão para reunir com eles. Estamos bem aonde estamos.

Aquela época de reunião foi um saco porque todo mundo estava vindo até nós, do The Police ao Faith no More, todo mundo, perguntando quando o Sepultura se reuniria, dizendo que estava na hora. Não.

Nós nunca paramos. São trinta anos de banda sem nuncar pararmos... Sempre focamos no que acreditamos. Não é fácil se manter fazendo o que acredita ao invés de seguir o fluxo. 'Ah, agora é assim. Agora é grunge…' ou então 'Vamos mudar a música do Sepultura por causa disso'. Não, Nós fazemos o que realmente gostamos. Nós acreditamos e defendemos a nossa música."

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Sobre Rafael Testa

Nascido em Juiz de Fora, Minas Gerais, tem 23 anos, é estudante de sistemas de informação e torcedor fanático do Vasco da Gama e do Tupi Football Club. Se interessou por rock/metal depois do grande tio Roney mostrar-lhe o Iron Maiden. Tem o gosto musical muito variado, curte do thrash metal do Slayer ao metalcore do All That Remains. Acredita que existem bandas boas atualmente e faz questão de apresentá-las.

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