Steve Perry: Reunião com o Journey? Nem pensar!

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Por Durr Campos, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Se você é um daqueles fãs do Journey que esperam ver a formação original junta novamente pode tirar seu cavalinho da chuva. "Não tenho certeza de que isso seja possível sem despertar esperanças de uma reunião permanente", disse Steve Perry à revista Rolling Stone após saber que o guitarrista Neal Schon gostaria de tê-lo em um projeto paralelo.

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"Veja, eu os deixei há três décadas. Você pode amar uma pessoa e não querer trabalhar ao lado dela. E se esse alguém só te ama porque quer trabalhar contigo, não me soa legal", contou.

Perry encontrou seus ex-colegas de banda apenas duas vezes nos últimos vinte anos e não se sentiu nada confortável quando ‘Don’t Stop Believin’’, livro de memórias do tecladista Jonathan Cain, lançado no último mês de maio, lhe foi oferecido por um jornalista. "Eu não estou nada interessado em ler o livro dele", disse. "E prefiro que não me falem sobre seu conteúdo."

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Schon disse em entrevista ao jornal Detroit Free Press que adoraria trabalhar ao lado de Steve em um projeto rhythm and blues. "Ele tem uma belíssima voz para o soul e sei que ama música nessa linha", divagou. "Penso que ele não queira fazer um outro álbum conosco, pois as notas seriam muito altas e, pelo que ouvi recentemente, não seria o correto para sua voz. De todo modo a beleza do timbre continua lá, intacta. Pode-se cantar soul ou R&B sem atingir cinco oitavas. O lance é que no Journey ele nivelou-se alto demais."

Ao jornal inglês Evening Standard, Steve Perry disse querer tocar em Londres pela primeira vez. Ele admite ser a razão pela qual o Journey nunca ter se apresentado na capital. "O punk era imenso naqueles dias e o público costumava cuspir no palco se gostasse do que via ou ouvia", conta. "Não precisávamos passar por aquilo. Continuamos tocando nos EUA, onde éramos amados."

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Há uma tocante curiosidade sobre o retorno de Steve ao estúdio e palcos. Em 2011 ele conheceu e se apaixonou por uma paciente terminal de câncer chamada Kellie Nash, após vê-la falar sobre sua luta diária na TV. Conheceram-se pessoalmente e jantaram por insistência do cantor. Antes de sua morte um ano após, ela o fez prometer dar uma nova chance à sua arte. "Se algo me acontecer, não se isole", pediu. O resultado é o álbum "Traces", lançado no começo de outubro.

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Sobre Durr Campos

Graduado em Jornalismo, o autor já atuou em diversos segmentos de sua área, mas a paixão pela música que tanto ama sempre falou mais alto e lá foi ele se aventurar pela Europa, onde reside atualmente e possui família. Lendo seus diversos artigos, reviews e traduções publicados aqui no site, pode-se ter uma ideia do leque de estilos que fazem sua cabeça. Como costuma dizer, não vê problema algum em colocar para tocar Napalm Death, seguido de algo do New Order ou Depeche Mode, daí viajar com Deep Purple, bailar com Journey, dar um tapa na Bay Area e finalizar o dia com alguma coisa do ABBA ou Impetigo.

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