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Andre Matos: Seu Legado musical em três partes

Por André Toral
Fonte: André Toral
Em 27/06/19

Passados alguns dias da morte de André Matos, ainda é notória a falta que o mesmo faz para seus fãs e para a música de uma forma geral.

Seu talento e sua criatividade fizeram dele um artista com dons naturais invejáveis, tendo sido pioneiro na junção de música clássica e erudita com heavy metal no Brasil.

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Muito embora tenha trilhado os perigosos e arriscados caminhos do power/speed e heavy metal melódico durante a maior parte de sua trajetória musical, deixou um legado de perfeição e impecabilidade em tudo o que se propôs a fazer.

E nem mesmo um estilo muitas vezes repetitivo e avesso a inovações como esse freou a intensidade de suas criações – ainda que algumas vezes tenha persistido nisso mais do que o desejável como no caso de seus álbuns solo.

Sendo assim, partindo do princípio que André Matos deixou uma extensa e rica obra, o objetivo desta matéria é uma breve análise sobre quais são seus maiores e mais marcantes trabalhos musicais, como veremos a seguir.

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Viper

Indiscutivelmente, mesmo que seja muito polêmico afirmar, o Viper permanece como sua maior, mais intensa e importante construção musical ao lado de uma banda onde todos os seus membros compunham e criavam, especialmente Pit Passarel.
Ainda que André acreditasse que soltou mais sua imaginação, profissionalismo e perfeccionismo no Angra, o Viper foi um começo avassalador para um então garoto de 13 anos de idade que se profissionalizou pouquíssimo tempo depois, muito precocemente.

"Soldiers of Sunrise", apesar de ser um álbum antigo que não teve as benesses de uma produção de estúdio primorosa na época, e ainda que muitíssimo abaixo das técnicas e conhecimentos musicais que André desenvolveu ao longo dos anos, sempre será seu maior e mais importante legado musical.

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Afinal, ele era um garoto de apenas 13 anos de idade cantando absurdamente em um álbum que parecia um "Iron Maiden" endiabrado e mais turbinado com arranjos e melodias vocais maduríssimas e excepcionalmente encaixadas em um instrumental melódico, pesado e espetacular.

Não poderia dar em outra. Refrões para uma vida toda, melodias, versos inesquecíveis e uma precoce, explosiva e saborosa maturidade de garotos que aplicaram muita raça para criar um trabalho mais impactante que o de muitas bandas da época.

Enfim, uma primeira etapa de sua carreira vencida com muita competência, e que seria apenas o começo de algo maior por vir e conquistar com "Theatre of Fate", como a seguir.

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Diferente de "Soldiers of Sunrise", ainda que menos explosivo em rapidez e peso, "Theatre of Fate" compensava com técnica e muita melodia em seus arranjos.

Um álbum refinado, fino, excepcionalmente arranjado, tanto instrumentalmente quando vocalmente, que agradou em cheio aos fãs mais conservadores no Brasil e posteriormente no Japão e Europa.
Sem dúvidas que "Theatre of Fate" foi o marco do heavy melódico no Brasil, bem como o trabalho onde André Matos pôde explorar e arranjar parte de seu conhecimento de música clássica e erudita no heavy metal, o que rendeu altíssimo resultado até aquele ponto de sua carreira.

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De forma que, mesmo aperfeiçoando-se e modernizando-se ainda mais após sua saída do Viper, "Soldiers of Sunrise" e "Theatre of Fate" representaram um marco musical na carreira de André Matos devido ao alto padrão de excelência e qualidade que havia naqueles álbuns e num momento em que a cena brasileira não tinha nada tão bombástico e marcante àquela altura.

E em pouco tempo, André Matos já era um ícone no cenário nacional devido ao efeito de "Theatre of Fate", o que ajudou muito no começo do Angra, já que quando esta banda surgiu as pessoas iam nos shows por causa do André Matos, para ver ele. Mas essa já é outra história.

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Angra

Após a saída do Viper, André já tinha consolidado e expandido ainda mais sua influência de música clássica e erudita devido a sua formação em música e regência.

Além disso, ele já tinha sentido o gostinho de trazer a luz do dia uma junção entre heavy metal e música clássica e erudita em "Theatre of Fate" do Viper - naquele ponto, isso é o que ele tinha definido como grande objetivo de vida, ou seja, aliar e unificar duas paixões musicais.

Considerando que André já tinha nome e reconhecimento no cenário graças ao seu trabalho com o Viper, surgiu a ideia de "fabricar" uma nova banda.

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Assim, André Matos e os guitarristas Rafael Bittencourt e André Linhares que estudavam composição e regência na Faculdade Santa Marcelina montaram o Angra, sendo que em 1992 surgiram suas primeiras músicas em uma demo tape chamada "Reaching Horizons" que considero ser o melhor e definitivo trabalho do Angra, além de outro ponto alto da carreira de André Matos.

Pode parecer estranho que alguém acredite ser uma demo o melhor trabalho de uma banda, mas justifico tal impressão pela superioridade imensa que existe entre as músicas da demo comparadas às versões que acabaram entrando no álbum "Angel’s Cry".

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Na demo, músicas como "Carry On", "Time", "Evil Warning" e "Angel’s Cry" soam rápidas, mais pesadas e encorpadas e com vocais mais altos, características duramente afetadas durante a produção do álbum "Angel’s Cry", muito amplo e tecnicamente polido, ainda que tenha sido este outro ponto alto de sua carreira devido a importância de suas composições e amplitude das influências clássicas e eruditas ainda mais aperfeiçoadas e aliadas ao speed metal.

Fora que "Angel’s Cry" ainda revelou vocalizações espetaculares como em "Stand Away", uma das músicas onde mais se ressaltou a potência e qualidade da voz de André Matos, tendo sido esta composição em particular uma espécie de cartão de vistas para apresentá-lo hoje e sempre.

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Ainda que André Matos tenha seguido adiante no Angra com "Holy Land" e "Fireworks’, em termos de genialidade e composições nenhum destes álbuns superou a demo "Reaching Horizons" e o álbum "Angel’s Cry".

E até hoje em dia o Angra não conseguiu igualar ou quem sabe superar em efeito músicas como "Carry On", "Time", "Evil Warning", "Angel’s Cry", "Stand Away" e "Whutering Heights", infelizmente.

Portanto, em termos de legado musical, cada vez mais André Matos mostrava que fazia a diferença. Graças a isso, ao poder empresarial e a criatividade dos demais membros do Angra, seu nome ganhava ainda mais espaço e mercado, extrapolando fronteiras.

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Mas analisando os caminhos que o Angra seguiu sem André Matos, talvez sua saída tenha se dado na hora certa, afinal o heavy melódico, o power e o speed metal são estilos limitados e repetitivos que podem atrofiar a capacidade de desenvolvimento de um músico, mesmo que as vantagens comerciais sejam grandes e compensem, como parece ter sido este o caso.

Para tanto, lembro-me que em 22 de março de 2018 foi ao ar no Whiplash.net uma entrevista exclusiva com o Rafael Bittencourt (link abaixo), guitarrista do Angra, em que o mesmo falava sobre o álbum "Omni" e também sobre o festival denominado "Angra Fest" que, dentre outros, trazia a banda de Geoff Tate tocando o álbum "Operation: Mindcrime" do "Queensryche" do início ao fim.

Angra: Minha ideia era ser menos power metal e mais QueensrycheAngra
"Minha ideia era ser menos power metal e mais Queensryche"

Naquela ocasião, fã convicto de "Queensryche", Rafael disse que a proposta inicial do Angra era a de um som mais progressivo nos moldes da antiga banda de Geoff Tate, e bem menos power e speed metal, mas que graças ao sucesso da banda no Japão e ao auge do speed metal não foi possível aliar o som progressivo ao estilo musical do Angra.

Entretanto, mesmo que em menor grau, a influência do "Queensryche" apareceu em duas músicas do álbum "Angel’s Cry".

Veja o caso de "Time" cujos arranjos remetem e transitam entre "Take Hold of the Flame" e "Walking in the Shadows", e "Stand Away" que fora a parte orquestral, lembra bastante alguns arranjos do álbum "Rage for Order".

Mas o fato é que, de maneira geral, a passagem de André Matos pelo Angra, deixou uma obra musical robusta e inesquecível bem no começo da banda, e que sempre manterá o músico no olimpo do heavy metal brasileiro e mundial.

E isso ninguém nunca poderá questionar!

Virgo

Após André Matos ter saído do Angra em 1999, havia dúvidas sobre o que ele empreenderia em sua carreira.

Mas enquanto não havia uma definição de seus próximos caminhos, uma coisa era certa, ou seja, André era um músico cujo estilo musical consolidado era o power e speed metal melódico com influências clássicas e eruditas.

Até o mais desavisado fã imaginaria que ele seguiria trilhando este caminho, o que não deixou de ser já que a partir do ano de 2001 André começou a compor com o Shaman.

Porém, antes disso, André mantinha uma amizade com o guitarrista e produtor Sacha Paeth (Heavens Gate) que até àquela altura tinha trabalhado muito na produção e mixagem dos álbuns do Angra.

Apesar de ter sido Sacha o grande idealizador do projeto que mais tarde seria chamado de "Virgo", não demorou para que ele convidasse André Matos para cantar no álbum.

E a partir disso, André começou a contribuir num projeto cujo objetivo era se soltar completamente de suas amarras, para tanto fazendo um som que ambos os músicos (André e Sacha) curtiam e que, por questões mercadológicas, jamais se tornaria o carro chefe musical deles.

E assim nasceu a grande, magistral e vigorosa obra chamada "Virgo", que como influências traziam sonoridades que passavam por Queen, Def-Leppard, Journey, Pink Floyd, Joe Cocker, Asia e mais algumas bandas.

Já como estilos, "Virgo" apresentava hard rock, progressivo, soul music, pop a lá anos 80 e música gospel com arranjos altamente técnicos e inspirados, sendo que também foram adicionados música clássica, pianos, instrumentos de cordas, sopro, oboé e coros de diversas vozes.

Enfim, uma miscelânea musical tremenda que exigiu de André Matos sair de sua zona de conforto e cantar de outras formas, explorando nuances vocais até então desconhecidos por seus fãs – e quem sabe por ele mesmo!

E André se saiu extremamente bem! Ali ele não foi o vocalista de power e speed metal. Estava mais para cantor de pop! E que voz! Que desempenho! Que desenvoltura!

É por isso que "Virgo", mesmo que seja um projeto e não uma banda, é sem dúvidas outro ponto alto e definitivo da carreira de André Matos.

Simplesmente o cara se encaixava em tudo o que dessem para ele desenvolver! Impressionante!

Impossível não reconhecer a importância, a profundidade e a excelência de arranjos de "Virgo" em músicas como "Street of Babylon", "I Want You To Know", "To Be", "Crazy Me", "Take Me Home" e "Fiction" onde André Matos surpreende mais uma vez com um vocal meio a lá Elvis Presley num tipo de som calcado nos anos 50!

Enfim, o impossível de verdade é não se emocionar com "Virgo" e com esse talento inquestionável que foi André Matos, totalmente fora do seu ambiente musical e nos impressionando ainda mais por sua capacidade de reação à criação no sentido mais amplo e literal da palavra.

E ainda que após o "Virgo" ele tenha retornado para sua zona de conforto com o Shaman e carreira solo, mesmo que empreendendo algumas coisas diferentes nestes trabalhos, fica a lembrança e o gostinho de que demais álbuns do "Virgo" poderiam surgir em um futuro que deixou de existir.

Todos sentimos muito por isso. Sentimos demais a morte precoce de André Matos. Fará falta não somente como músico, mas também como pessoa e cidadão do bem e de caráter.

Alguém que ainda tinha muito a contribuir para a música e muito lenha para queimar, mas que num outro plano da vida certamente continuará a encantar e surpreender com seu talento inquestionável e sua música que, diferente do artista, nunca morre e jamais deixará de tocar.

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Sobre André Toral

Formado em Administração de Empresas. Curte Hard clássico dos anos 70 e início dos 80; Heavy Metal é sua religião.

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