Porto Laguna: Guitarrista e compositor do CPM 22 estreia carreira solo com Olympéa
Por Simone Catto
Postado em 12 de agosto de 2020
Press-release - Clique para divulgar gratuitamente sua banda ou projeto.
"Me oriento pelo que sinto..."
Navegar. O trecho acima, retirado da música "Grandes Mares", reveste Olympéa, EP de estreia do Porto Laguna, de um sentimento de quem está pronto para desbravar novos oceanos e alcançar outros continentes. Mas, para isso, é preciso guiar-se por sentimentos íntimos e genuínos. Algo que só quem sente conhece e pode interpretar, entender e compartilhar.
Porto Laguna é o trabalho solo de Luciano Garcia, guitarrista e compositor do CPM 22. A ideia nasceu em 2006, mas ainda era algo embrionário. Entre 2006 e 2014, Luciano mergulhou em influências clássicas do blues, gospel, country e folk e começou a construir os primeiros acordes. Nomes como Eddy Arnold, Ray Price, June Carter, Johnny Cash, Loretta Lynn, Elvis Presley e o contemporâneo Chuck Ragan (Hot Water Music) foram importantes para que ele encontrasse sua sonoridade.
Primeiramente, a formação contaria com o guitarrista Thiago Brisolla acompanhando Luciano na voz e violão, mas este último tinha a ideia de que o Porto Laguna precisava de uma voz feminina. Luciano conta que "desde o início tinha um timbre de vocal que soava na minha cabeça, mas que não era como as cantoras clássicas do blues e nem uma voz delicada demais."
Depois de um bom tempo procurando, ele encontrou Kamille Huebner. "Ela me marcou em uma foto e aí fui ver quem era. Entrei no perfil, vi um vídeo com ela cantando e pensei: ‘Achei! Essa é a voz que eu quero.’" Luciano entrou em contato, fez o convite e Kamille enviou um vídeo cantando "Grandes Mares". O resto é a história sendo escrita.
No Porto Laguna o violão foi o protagonista desde o início onde entre "Grandes Mares" e "Subtrair", primeira e última faixa respectivamente, tudo se alinha em um universo repleto de honestidade. Em Olympéa as sete músicas são repletas de melodias, algo naturalmente construído ao longo da carreira por Luciano. São canções democráticas com letras que vão conversar de perto com quem for impactado por elas.
Porto: lugar seguro onde há força, segurança e paz. Laguna é parte do continente sul do Brasil, mais precisamente de Santa Catarina, onde Luciano esteve há alguns anos sem ainda saber o significado que o nome teria em sua vida. "O CPM 22 foi tocar em Laguna. Meu filho estava comigo, mas no momento do show ele ficou no hotel com a nossa produtora. Logo que terminou a apresentação, voltei para o hotel e o encontrei dormindo. Deitei ao lado dele e Laguna, como nome, me veio ali", conta Luciano.
O trabalho de estreia conta muito sobre o porto-seguro de Luciano, que apresenta e representa suas dores e valores em parcerias de vida que vão além da música. O logo, por exemplo, é uma criação baseada na caligrafia do pai de Luciano e foi desenhado por Zeca Barban (Não Há Mais Volta/ Not So Fast). A arte da capa é de autoria da cantora Kamille Huebner. A produção, gravação e mixagem tiveram a parceria de Michel Kuaker, do estúdio Wah Wah, enquanto o lyric vídeo tem produção e edição de Fernando Lamb (Não Há Mais Volta). O Porto Laguna é, portanto, pessoal. É sobre estar em terra firme, confiável.
Olympéa fala de amor, alegrias, tristezas, fortalecimento e saudades, como as que sentimos dos bons e maus momentos. Os mesmos que fazem com que cada um de nós possa celebrar e seguir em frente, à procura de novos mares e terra firme, para onde sempre retornaremos e onde nos sentimos acolhidos.
Porto Laguna:
Luciano Garcia (produção, violão, backing vocal, guitarra e pandeirola)
Olympéa
Distribuição Ditto Music
Kamille Huebner (voz)
Thiago Brisolla (guitarra, mandolim e lap steel)
Pedro Pelotas (teclados)
Thiago Cerveira (gaita)
Tomás Gleiser (contra baixo acústico)
Carlos Freitas (masterização)
Michel Kuaker (produção, mixagem, guitarra e baixo)
1- Grandes Mares
2- Blues 66
3- A Culpa
4- Dia de Sorte
5- Aos Poucos
6- Sua Morte
7- Subtrair
Gravado em 2018/ 2019 no estúdio Wah Wah.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Show do Guns N' Roses no Rio de Janeiro é cancelado
SP From Hell anuncia sua primeira atração internacional; festival será realizado em abril
Dave Mustaine: "Fizemos um esforço para melhorar o relacionamento, eu, James e Lars"
Por que Ricardo Confessori e Aquiles ainda não foram ao Amplifica, segundo Bittencourt
A banda que é "obrigatória para quem ama o metal brasileiro", segundo Regis Tadeu
A música de Raul Seixas que faria ele ser "cancelado" nos dias de hoje
Adrian Smith reconhece que o Iron Maiden teria acabado se Nicko McBrain não saísse
Megadeth divulga "Puppet Parade", mais uma faixa de seu novo (e último) disco
Dave Mustaine admite que seu braço está falhando progressivamente
As duas músicas do Metallica que Hetfield admite agora em 2026 que dão trabalho ao vivo
Cinco álbuns que foram achincalhados quando saíram, e que se tornaram clássicos do rock
O álbum "exagerado" do Dream Theater que John Petrucci não se arrepende de ter feito
Mike Portnoy se declara feliz por não ter sido convidado a tocar com o Rush
O álbum que o Led Zeppelin não deveria ter lançado, de acordo com Robert Plant
Por que Angra não convidou Fabio Laguna para show no Bangers, segundo Rafael Bittencourt


O álbum do rock nacional que Rick Bonadio se recusou a lançar - e até quebrou o CD
Raimundos: Japinha, do CPM 22, fala sobre letras polêmicas dos colegas
Os curiosos empregos que Badauí teve antes de formar o CPM 22


