Kings of Leon: Cinco motivos para escutar "When You See Yourself"
Por Matheus Emilio Hodniuk
Fonte: Vivendo a Música
Postado em 07 de março de 2021
Assumo de primeira que eu sempre fico emocionado ao escutar lançamentos, ainda mais de uma banda com o teor emocional em suas letras tão forte. Esse disco veio para nos abraçar de uma forma real e não genérica, sensível e com muito amor, vamos aos cinco motivos para degustar o disco que faz nos olharmos no mais fundo da alma.
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O disco é o oitavo da banda, que vem de atividades desde 1999, a banda é sem dúvida um marco da geração em que vivemos, sempre mesclando e trazendo inovações mas em uma raiz bem forte do Southern rock que é a banda em si, a cada disco uma viagem e uma ideia do que a banda passa e quer que o fã entendam, dessa vez eles trouxeram o tempo, em como ele vai e vem, e o porquê de aproveitar tudo.
Ritmo são importantes em um trabalho fechado, e o disco apresenta uma graduação em ir passando nas música, em ser uma mistura do ponto alto ao mais baixo em poucos minutos, mas sim uma evolução sistêmica do início ao fim, não sendo ondas mas sim uma tsunami de vez, a banda achou a fórmula para nos afogar no bom sentido dentro de nós.

Um disco sem pressa alguma e a rapidez ficando um pouco para trás, agora o KOL é a banda que fala mais e deixa o instrumento como complemento de uma obra sensacional, sinto uma conversa vindo de meu fones chegando da voz INCRÍVEL de Calleb, que sorte de um dia ter visto essa banda de perto, e que saúde de um show meu deus do céu.
Letras são o ponto alto do disco a mim, eu me importo com a escrita sempre e depois começo nas pegada de ritmos, instrumentos e tudo mais. E a primeiro momento esse disco me remete a pessoas maduras mas que tem a alma jovem, tratando que a alma empre vibra e que o tempo é um ceifador de almas, mas que devemos saber saborear mais ainda o que vivemos e aprender com tudo, sejam boas ou ruins a situações.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | Vamos ao top três do disco agora, as três que ao escutar meu coração ferveu. De início é "A Wave" que música deliciosa de se escutar, fazendo você entrar em uma imersão na alma e dar aquela vasculhada das boas, o ritmo vai se elevando aos poucos com vários estouros e o sintetizador comendo solto no fundo, nela eu sinto uma diferença enorme na sonoridade da banda, e eu particularmente amo quando as banda se reinventam mas mantém a base de si, é sensacional. Depois coloco "The Bandit" que foi single da banda e nela já se notava que tinha algumas coisas diferentes na sonoridade em si, o vocal mais alto e com o foco central mas com as guitarra mais estridentes e a bateria em si mantendo o ritmo, sem tantas distorções e também com o baixo mandando do lado um ritmo frenético de sensações, trazendo a letra "Reckless abandon, Rundown and stranded, Must catch the bandit.." fazendo a analogia da tentativa de se pegar e manter o tempo consigo, o inimigo perfeito dos bons momentos. Agora a música que me fez realmente chorar quando eu escutei que foi "Echoing", foi um sentimento tão forte na primeira vez que escutei que eu pra sempre irei me lembrar, ela traz um ar do antigo KOL, mas com umas elevações que não existiam ante, e a letra madura e extremamente sensível como "We could take it to the high sеas, Echoing, echoing where do wе stand", tendo um dilúvio dentro de si e tentando transformar em uma viagem derradeira pelo tempo de si mesmo, falando de memórias e como devemos dançar com o amor de forma mais leve. O disco é sensacional do começo ao fim, algumas músicas podem te tocar de alguma forma que ainda não me tocou em si, eu só posso pedir que você sinta abertamente esse disco sem amarras do passado da banda mas sim de um trabalho gostoso de se ouvir. Um disco lançado onde temos a falta de afeto e calor humano por uma pandemia, mas, ele veio nos abraçar, e a banda merece um agradecimento e muito amor nosso por eles, obrigado Kings Of Leon pelo abraço e pelas lágrimas.

FONTE: Vivendo a música
http://vivendoamusica1.blogspot.com/
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