Go Ahead And Die: "Não me importo em ser comparado com meu pai", diz filho de Max
Por Emanuel Seagal
Postado em 13 de junho de 2021
Igor Amadeus, integrante da banda GO AHEAD AND DIE, banda formada com seu pai, Max Cavalera (ex-Sepultura, Soulfly), foi entrevistado pelo jornalista Gustavo Maiato, com quem falou sobre o disco de estreia do grupo, lançado no dia 11 de junho pela Nuclear Blast Records, e a relação com seu pai. Confira alguns trechos.
Gustavo Maiato: Como é lidar com essa comparação com o seu pai? Você lida bem com isso?
Igor Amadeus: Quando eu era mais novo... Comecei no mundo da música com uns 15 anos. Nessa época, isso me incomodava. Já é difícil ser um músico, mas é mais complicado ainda quando as pessoas têm expectativas sobre você. Sempre fui muito punk rock, não tenho educação formal na guitarra. Sou autodidata, não me considero uma criança prodígio nem nada! Gosto de música pesada e toco. Muitas pessoas esperam que eu soe tipo o "Beneath the Remains" ou o "Arise". Isso me incomodou um pouco na época, mas quando fiquei mais velho, desenvolvi meu próprio estilo. Não me importo mais, sei que as pessoas farão essa conexão, não importa o que eu fizer. Minha outra banda, o Healing Magic, é completamente diferente do Go Ahead And Die, e diferente de tudo que meu pai fez, mas ainda sim é comparada com ele. O lance é fazer a música que quero e não me importar muito.
Gustavo Maiato: Falando sobre seu pai, quais seriam os três discos que ele gravou que você mais curte?
Igor Amadeus: Gosto muito do álbum "Point Blank", que ele lançou no projeto Nailibomb. No Soulfly, amo o primeiro disco, o "Soufly I". Vejo como um disco em que meu pai estava muito vulnerável e estava se descobrindo. Agora, na época do Sepultura, é difícil, são muitos bons. Meu favorito acho que seria o "Beneath the Remains", é uma boa mistura do thrash dos primeiros discos, mas com algo mais moderno.
Confira a entrevista completa em:
https://gustavomaiato.com.br/post/61608-entrevista-igor-amadeus-go-ahead-and-die
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