A ousada frase de Ace Frehley ao sair do Kiss em 1982, segundo Gene Simmons
Por Igor Miranda
Postado em 14 de julho de 2021
A formação original do Kiss começou a se desmanchar na virada da década de 1970 para 1980. O primeiro a sair foi o baterista Peter Criss, especificamente em 1980, seguido do guitarrista Ace Frehley, em 1982.
A dissociação de Frehley, em especial, foi comentada pelo vocalista e baixista Gene Simmons em recente entrevista ao canal Talking Wax, transcrita pelo Ultimate Guitar. Durante o bate-papo, o integrante "linguarudo" do Kiss destacou que Ace, que chegou a retornar junto de Peter entre o fim da década de 1990 e início dos anos 2000, tinha metas bem ambiciosas para sua carreira solo.
Inicialmente, Simmons refletiu: "Ace, em particular, queria deixar a banda. Peter também queria sair, em uma espécie de: 'eu não estou recebendo minha parte, ninguém me prestigia', esse tipo de coisa".
A saída de Peter Criss parece ter sido tratada com maior naturalidade por Gene e o outro líder da banda, o guitarrista e também vocalista Paul Stanley. Já no caso de Ace Frehley, os dois sabiam que perderiam uma peça importante da sonoridade do grupo, então, houve uma tentativa para fazê-lo ficar.
"Paul tentou convencer Ace a desistir de sair. Ele chegou a viajar até Connecticut (onde Ace mora) para convencê-lo. Falou: 'olha, fique na banda, tenha sua carreira solo, não queremos nada dela... você pode ter seu próprio bolo e desfrutar dele também'", contou.
Apesar dos esforços, Frehley estava realmente determinado a sair do Kiss. Em seus momentos finais na banda, ele disse, segundo Simmons, uma frase bastante ambiciosa a seus agora ex-colegas. "Lembro que, ao sair, Ace falou: 'você vai ver, eu vou vender 10 milhões de discos'", relatou.
A meta estabelecida pelo guitarrista não chegou a ser batida. No período em que esteve fora do Kiss antes da reunião em 1996, o músico lançou três álbuns: "Frehley's Comet" (1987) e "Second Sighting" (1988), com o projeto Frehley's Comet; e "Trouble Walkin'" (1989), divulgado de forma solo propriamente dita. Deles, o que mais vendeu foi o primeiro, que chegou perto de ter 500 mil cópias comercializadas nos Estados Unidos.
A entrevista de Gene Simmons pode ser conferida, em inglês e sem legendas, no player de vídeo a seguir.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Briga de tributos tem Blood Fire Death reclamando de Blood Fire Death
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
Edu Falaschi lamenta vazamento: "Qualidade horrível, o cara captou do jeito que pôde"
A banda americana dos anos 1970 que é a maior influência da nova baterista do Rush
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
Os roqueiros da Seleção Brasileira na História das Copas do Mundo
Rush toca "A Farewell to Kings" pela primeira vez desde 1979
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
O guitarrista mais rápido que Slash viu tocar; "literalmente explodiu minha cabeça"



A música pedida pela gravadora que virou o hino definitivo do Kiss
Show do Kiss deu origem a uma das maiores bandas da história do thrash metal
As 40 melhores power ballads da história segundo a Classic Rock
A gambiarra que Scott Ian fez para comprar o seu primeiro disco do Kiss
Tuomas Holopainen não gostou do primeiro disco que comprou na vida
Colecionador desembolsa mais de meio milhão de dólares por guitarra de Ace Frehley
Kiss anuncia livro "Kiss Destroyer: The Definitive Visual History"
André Barcinski comenta teoria de que Kiss copiou os Secos & Molhados; "Não faz o menor sentido"
O disco do Kiss que mudou a vida de Marty Friedman (e o fez desistir dos esportes)


