Slayer: há 35 anos, era lançado o clássico e violento "Reign In Blood"
Por Mateus Ribeiro
Postado em 07 de outubro de 2021
O Slayer foi uma banda de thrash metal formada no início dos anos 1980, que encerrou as suas atividades em novembro de 2019. Durante a sua respeitável trajetória, o quarteto gravou discos que mudaram para sempre a história não apenas do thrash, mas do metal extremo em geral. De todos esses álbuns, vale destacar um que está completando 35 anos: "Reign In Blood".
Lançado em 7 de outubro de 1986, o terceiro trabalho de estúdio do Slayer é um dos maiores clássicos da história do metal. Extremamente rápido e pesado, "Reign In Blood" é uma aula de violência sonora do início ao fim. As letras, agressivas e repugnantes, falam sobre morte, satanismo e sobre o médico/assassino Josef Mengele, que fazia experimentos com as pobres vítimas do regime nazista.
Os destaques principais são "Angel Of Death" e a dobradinha "Postmortem"/ "Raining Blood", que figuram entre as músicas mais conhecidas da banda e foram presença obrigatória em quase todos os shows que o quarteto realizou.
As dez faixas de "Raining Blood" despejam riffs cortantes, solos muito rápidos e uma bateria desgraçadamente técnica e veloz. Isso tudo para não falar no vocal assustador de Tom Araya, que estava berrando como nunca.
O único defeito de "Reign In Blood" é sua duração, já que o álbum tem 29 minutos. Fora isso, tudo que o fã de metal extremo procura pode ser encontrado nesta obra-prima do barulho: peso, velocidade, sangue, desgraça, morte e violência.
Trinta e cinco anos após seu lançamento, "Reign In Blood" continua sendo um clássico imortal. Se você nunca ouviu essa beleza, aperte o play e seja feliz. Ou não.
Álbum: Reign In Blood
Artista: Slayer (EUA)
Data de lançamento: 7 de outubro de 1986
Faixas:
"Angel Of Death"
"Piece By Piece"
"Necrophobic"
"Altar Of Sacrifice"
"Jesus Saves"
"Criminally Insane"
"Reborn"
"Epidemic"
"Postmortem"
"Raining Blood"
Formação:
Tom Araya: baixo/vocal
Kerry King: guitarra
Jeff Hanneman: guitarra
Dave Lombardo: bateria
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