Banda pernambucana Sonika estreia primeiro álbum
Por Rebeca Gouveia
Postado em 31 de março de 2022
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O rock pernambucano se mantém vivo e pulsante e o grupo pernambucano Sonika comprova. Criado em 2020, o quarteto original da Região Metropolitana de Recife, se dedicou a compor o seu álbum homônimo, que chegou no dia 18 de março nas principais plataformas de música.
O álbum de estreia conta com oito faixas autorais que adentram o universo do rock, mas que dialogam com diversos outros gêneros musicais da tradicional cultura popular pernambucana. Essa mistura fica evidente em faixas como Contradição, um frevo de rua, que foi lançado como single, como também um baião na faixa Em Campo Aberto, além da temática da vida litorânea da canção Marimbondo de Fogo.
O álbum conta ainda com a direção de arte visual edificada sobre a Obra do Artista Plástico pernambucano, Márcio Almeida.
Márcio assina todas as capas de single além do disco em si.
"Conheço bem e acompanho os trabalhos de Márcio há muito. A construção toda da arte do disco parte da obra "Eremitério Tropical" edificado na Usina de Arte Santa Terezinha e, a partir dela, as demais peças conversam profundamente com as músicas e com o Eremitério em si", conta Rafael.
"Apesar de produzidas em momentos diferentes, as obras tanto musicais como visuais apresentam uma ligação conceitual muito forte. Por isso aceitei o convite de Rafael de fazer a direção de arte tanto da capa como das demais peças do disco da Sonika", explica Márcio.
Produzido por Léo D, o álbum revive a cena dos clássicos nos anos 90 em Recife conta com as participações de Thiago Guerra (Fresno), na faixa, "18/64, Léo D nas faixas "Q.I", "Em campo Aberto", "18/64" e "Contradição e, por fim, Luizinho Nascimento nos metais em "Contradição".
"Sonika é um disco de Rock, mas de uma banda do Recife, trazendo invariavelmente os elementos da cultura local, seja de seus ritmos ou de seu cotidiano", explicou Rafael Giordani, compositor e vocalista do grupo. Como bons pernambucanos, que tiveram sua adolescência influenciada pela cena rock local dos anos 1990, a Sonika resgata essa efervescência sonora.
Sendo uma banda de rock, o grupo também flerta com outros gêneros nordestinos como o frevo, nesta faixa, trazendo uma fusão intrigante.
Sobre a Sonika
A Sonika conta com Rafael Giordani na guitarra e vocais, Diogo Velho-Barreto na guitarra e voz, Arthur Carioca na bateria e Victor Santos no baixo.
Já a produção musical e finalização do disco fica por conta de Leo D, que imprimiu neste trabalho sua vasta experiência de outros projetos como Mundo Livre S/A, Mombojó e Johnny Hooker.
O quarteto se prepara para retornar aos palcos com um projeto autoral, que revive a cena dos clássicos anos 90 em Recife, mas que traz bastante influências entre a música popular brasileira como Lenine, Chico César, Luiz Bandeira, Capiba, Antonio Maria, Alceu Valença e Tagore, também exploram bem a essência do rock como Sepultura, Angra, Pink Floyd, Tool, Foo Fighters, entre outros.
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