A surpreendente relação do norueguês Jorn Lande com a Fé Cristã
Por Gustavo Maiato
Postado em 29 de janeiro de 2023
Morre Phil Campbell, guitarrista que integrou o Motörhead por mais de 30 anos
O vocalista norueguês Jorn Lande é famoso por seu trabalho solo e pela participação no Avantasia em diversas ocasiões. O que pouca gente sabe é que o músico também atuou como cantor convidado no projeto "Martin Simson's Destroyer of Death", na música "Master of All".
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Em entrevista ao jornalista musical Gustavo Maiato, Carl Johan Grimmark, guitarrista da banda Narnia e que faz parte do mesmo projeto, comentou sobre como foi a participação de Jorn.
"O Martin Simson veio com a ideia inicial do tema da letra. O assunto principal é a Fé Cristã e tudo isso. Então, o Jorn Lande reescreveu algumas partes e deixou de forma que ele conseguisse se expressar melhor. Ele tem um grande respeito pelo cristianismo de forma geral, mas não se considera cristão. Ele não compartilha nossa fé, não fica muito confortável em ‘pregar’. Portanto, decidiu colocar as palavras de forma a se alinhar mais com o pensamento dele, mas sem se desviar muito do nosso.
Para ele, significa uma coisa. Para nós, algo diferente. Mas todos nós estamos juntos! [risos]. No final, conversamos sobre como deveria ficar e acabou que ficou muito bom. Ele fez um ótimo trabalho! É um cara muito talentoso. Ficamos felizes com isso.
Ele reescreveu bastante coisa, mas se baseou no que já estava escrito. Ele é o tipo de cara que olha para a performance como um todo. Ele quer que a melodia soe bem, mas que as palavras que são ditas também soem bem. Ele gosta de colocar seu toque nas coisas. Todas as frases foram filtradas pela maneira que ele reescreveu", disse.
Com o Narnia, Carl está lançando o novo álbum "Ghost Town" no dia 17 de março. Ele falou um pouco mais sobre esse registro inédito.
"Acho que ele é uma mistura do nosso álbum anterior, ‘From Darkness to Light’, só que menos progressivo e sinfônico, com nosso disco 'Narnia’, que lançamos depois de voltar de nossa pausa. Só que é mais agressivo. Tem um pouco desses dois, mas com um toque do ‘Course of a Generation’ também. Ele tem riffs agressivos e soa como nós. Acho! [risos]. É uma mistura do que fizemos. Também retornamos com a pegada neoclássica, coisa que não fazemos tem tempo! Todos vão sair felizes!", disse.
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