A crítica de Pitty contra práticas da época da ditadura que sua escola fazia na Bahia
Por Gustavo Maiato
Postado em 08 de abril de 2023
A cantora baiana Pitty nasceu em Salvador e viveu o final da ditadura militar no fim de sua infância. Em entrevista ao podcast "Prática na Prática", apresentado por Jean Dolabella, ela comentou sobre práticas de sua escola que, em sua visão, eram "resquícios da ditadura".
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Entre os fatos apontados por Pitty estão aulas como "Educação Moral e Cívica" e a necessidade de cantar o hino nacional.
"Na escola sempre gostei de escrever. Gostava de Português e Redação. Era péssima em Matemática e Física. Eu dava um jeito de passar. Meus pais não tinham grana e eu fiquei de bolsista. Era uma escola tradicional católica, tinha que cantar o hino e tudo. Era resquício da ditadura, né? Isso era anos 1980 ainda. Pouco depois a redemocratização. As escolas ainda viviam resquícios da ditadura. Tinha aula de Educação Moral e Cívica! [risos]. Tinha esse rolê.
A escola que meus pais conseguiram bolsa era essa católica. Tenho muito afeto por essa escola. Tinha uma senhora muito boa lá que me dava medalhinha de santo quando eu tirava nota boa. Inclusive, na música ‘Bahia Blues’ eu falo: ‘Medalha de santo para boa menina’. Eu reconstruo um pouco minha história nessa música. A escola fazia a transferência de conhecimento de um jeito muito arcaico ali. Eu sobrevivi até chegar no Ensino Médio".
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