"100% atualizado, ruim de aturar": Edu Falaschi revela que gosta muito de Bomba Patch
Por Gustavo Maiato
Postado em 15 de abril de 2026
Edu Falaschi revelou que tem uma relação afetiva com um dos jogos mais folclóricos da cultura pop brasileira: o Bomba Patch, versão pirata e atualizada de games de futebol que virou febre em locadoras, camelôs e videogames destravados nos anos 2000. Em entrevista ao Lado A Podcast, o cantor contou que jogou bastante o título e o citou de forma espontânea ao falar de sua relação com videogames.
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A menção tem um peso curioso porque o Bomba Patch virou um fenômeno popular no Brasil, especialmente por causa do bordão "100% atualizado, ruim de aturar", frase que atravessou gerações.
No papo, Edu foi perguntado se gosta de videogames. A resposta foi direta. "Cara, eu gosto muito", afirmou. Logo depois, explicou que cresceu na era do Atari e que, quando chegou a geração do PlayStation, acabou migrando fortemente para os jogos de futebol.
Foi nesse momento que surgiu a lembrança mais nostálgica. "Eu jogava Bomba Patch, né, que era o piratão de futebol, né? Então eu joguei muito", disse o cantor. A fala mostra que Edu não apenas conhece o jogo, mas teve contato real com ele na época em que o título se espalhou como febre entre jogadores brasileiros.
Depois, ele atualizou o hábito e contou que hoje joga FIFA. Mas deixou claro que segue ligado nesse universo. "Jogo até hoje", afirmou. Quando provocado sobre um possível campeonato de videogame, ainda garantiu que manda bem. "Jogo bem", disse.
Edu Falaschi e futebol
A entrevista ainda avançou para outro terreno em que o cantor também leva o futebol a sério: o da vida real. Edu contou que sempre gostou muito do esporte, jogou campo e salão e até tentou seguir por esse caminho quando era mais novo. Disse que fez peneira no Vasco, embora seja corintiano, e também relembrou uma história curiosa de quando jogava na praia, em São Vicente.
Segundo ele, depois de uma partida em que foi muito bem, acabou abordado por um homem que se apresentou como diretor do Palmeiras e o convidou para fazer teste no clube. O músico contou que levou o cartão para casa, empolgado com a possibilidade, mas encontrou resistência da mãe, que não queria vê-lo trocando os estudos por uma aposta no futebol.
Confira a entrevista abaixo.
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