RECEBA NOVIDADES ROCK E METAL DO WHIPLASH.NET NO WHATSAPP

Matérias Mais Lidas


Outras Matérias em Destaque

Arch Enemy divulga trecho de sua nova música no Instagram

Dave Mustaine confessa que chorou enquanto escrevia "The Last Note"

A música do Megadeth que remete a Alice Cooper, na opinião de Gastão Moreira

A música irresistível do hair metal para Corey Taylor (Slipknot)

As melhores músicas românticas de 11 grandes bandas de metal, segundo o Loudwire

Exodus lança a surpreendente "Goliath", faixa-título de seu novo disco

Cruise to the Edge fecha lineup da edição de 10 anos com 33 atrações do mundo prog

Aposentadoria? Em 2025, Dave Murray demonstrou entusiasmo com o Iron Maiden

Ainda sem divulgar nome de vocalista, Arch Enemy anuncia turnê pela China

Amon Amarth quer vocalistas do Grand Magus e Halestorm no próximo álbum

O famoso trecho de "Exagerado" de Cazuza que é inspirado em Elvis Costello, segundo Leoni

Último disco é uma despedida à altura do legado do Megadeth

O artista que influenciou o Kiss e quase fechou banda com o Jimi Hendrix Experience

Organização do 70000 Tons of Metal se manifesta sobre acusação de assédio

Cobra Spell entra em um hiato indeterminado


Stamp
Bangers Open Air

Os cinco bateristas favoritos de Charlie Watts, dos Rolling Stones

Por
Postado em 29 de janeiro de 2026

Quando Charlie Watts falava de bateria, ele quase sempre voltava ao mesmo ponto: tempo. Como é de se imaginar, ele nunca ligou para a coisa do solo interminável que desanda em um show circense, pra ele o que importava era ter a mão que segura tudo no lugar, deixa a banda respirar e, justamente por isso, vira o tipo de baterista que músico gosta de ter do lado.

Rolling Stones - Mais Novidades

Fonte: Divulgação
Fonte: Divulgação
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Os cinco nomes que ele escolheu, em lista compilada pela Far Out, dizem bastante sobre isso. A maioria vem do jazz (o território onde Watts se sentia em casa), e mesmo quando ele olha para o rock mais antigo, a justificativa continua parecida: tocar com gosto, com dinâmica, com "clima", sem tentar aparecer mais do que a canção.

Max Roach aparece primeiro, e o motivo fica claro quando Watts conta a lembrança mais concreta: ver o cara ao vivo no Carnegie Hall. Ele diz que Roach tocava "de um jeito que eu não imaginava" e descreve a abertura como uma espécie de valsa. O ponto, pra ele, era o tempo. A cena que ficou na cabeça é simples e didática ao mesmo tempo: Roach começava no básico - tum-tchá, tum-tchá - e aos poucos ia enchendo aquilo de variações, sem perder o tempo. Watts ainda faz questão de citar a fase com Clifford Brown como um daqueles momentos em que dá pra entender por que Roach era tão respeitado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

O primeiro é Max Roach, e dá pra sentir o encantamento do Watts quando ele lembra de vê-lo ao vivo no Carnegie Hall, quando ele descreveu Roach como alguém "incrível", falou da forma como ele começou num clima de valsa e, sobretudo, como tudo era "tempo": "Foi tudo 'time'. Foi lindo", ele disse, contando também como Roach começava simples ("boom dit, boom dit") e ia construindo por cima, além de destacar a fase com Clifford Brown.

O segundo é Elvin Jones, outro gigante do jazz e um cara com quem Watts chegou a ser comparado, e a admiração era tão grande que ele gravou um tributo a Jones ao lado de Jim Keltner, o que já diz muito sobre o tamanho dessa referência na cabeça dele.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

A escolha mais "rock and roll raiz" é Jerry Allison, do Buddy Holly & The Crickets. Watts chamou o Allison de "brilhante" e explicou por quê: "Ele provavelmente é o melhor 'song' player que eu conheço... ele não toca a bateria, ele toca as músicas." E ele ainda completou a ideia do jeito que baterista de banda entende na hora: quando você está servindo a música, isso vale mais do que ter "toda a técnica do mundo" embora, segundo Watts, o Allison também tivesse técnica de sobra.

A quarta menção é Joe Morello, do Dave Brubeck Quartet. Aqui o Watts não está dizendo que toca parecido; é outra coisa. Ele fala do impacto de ver o cara tocar: "Joe Morello é o primeiro cara que eu vi que era o 'player' mais bonito que eu já tinha visto na vida", e conta que ficava olhando só pra entender a mão do sujeito, porque o estilo visual dele era "outra coisa", além de ser "brilhante".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - GOO
Anunciar no Whiplash.Net Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

E tem Buddy Rich, que ele trata com aquele respeito de quem sabe que está diante de um fenômeno. Watts comenta a "história" do Rich, cita gravações com Charlie Parker e se espanta com a maneira como ele arrancava introduções absurdas usando, às vezes, só dois tambores. O detalhe que mais pega nele é bem Watts: "A colocação das notas... o tempo disso era impressionante." E ele fecha com uma sinceridade boa: não era algo que ele pretendesse copiar, mas sim coisa de ouvir e assistir pra curtir mesmo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE - CLI
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal
Compartilhar no FacebookCompartilhar no WhatsAppCompartilhar no Twitter

Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps


Bad Religion


publicidadeRogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Siga Whiplash.Net pelo WhatsApp
Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
Mais matérias de Bruce William.

 
 
 
 

RECEBA NOVIDADES SOBRE
ROCK E HEAVY METAL
NO WHATSAPP
ANUNCIE NESTE SITE COM
MAIS DE 3 MILHÕES DE
VIEWS POR MÊS