Testament: "além das letras típicas do Metal"

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Por Bruno Loureiro de Oliveira, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Chuck Billy falou em entrevista a Jesse Capps, do RockConfidential.com, sobre as gravações do novo álbum da banda.

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RockConfidential.com: Como está sendo a turnê esse ano?

Chuck: "Faremos alguns shows em julho. Vamos terminar de compor. Temos alguns shows esporádicos em setembro. Entre essas datas estaremos no estúdio terminando o álbum".

RockConfidential.com: Quantas músicas vocês têm já prontas?

Chuck: "Temos oito ou nove. Alex [Skolnick, guitarra] tem algumas também. A parte mais difícil é que não moramos perto uns dos outros. Alex mora em Nova York, Nick [Barker , bateria] mora na Inglaterra, Eric [Peterson, guitarra] mora a duas horas e meia de mim. Quando nos juntamos é como um grande e organizado plano. Isso tem funcionado muito bem. Estamos ensaiando em minha casa. Todos viajam e passam o fim-de-semana. Vivemos, escrevemos e respiramos as músicas durante todo o fim-de-semana".

RockConfidential.com: Tenho certeza que isso te deixa muito ocupado. Você provavelmente não desperdiça tempo enquanto estão juntos.

Chuck: "Nós apenas ensaiamos algumas horas por dia se nos encontramos no estúdio. Em casa, nós descansamos, trabalhamos no álbum, descansamos mais um pouco e trabalhamos no álbum novamente. Temos feito isso dia e noite, ao contrário das duas ou três horas no estúdio. Funciona melhor pois nos mantemos focados no que estamos fazendo.

RockConfidential.com: Já se passaram oito anos desde o último álbum de estúdio. Estou realmente ansioso e curioso para ouvir o novo material. Vocês poderiam fazer qualquer coisa agora...

Chuck: "Gostei muito da repercussão que 'The Gathering' teve. Para mim, vocalmente, tem tudo que eu imaginei para os vocais. Usei cerca de três tons diferentes de voz. Acrescentou mais vida e dinamismo para mim. Essa é a direção que vamos no que diz respeito à voz. A música é muito pesada, mas muito cativante. Eric criou uns riffs muito grudentos. Os vocais estão mais melódicos. É muito pesado. É algo novo. Nick, vindo do Black Metal, acendeu a fagulha que faltava. É uma nova maneira de pensar para nossas composições. Nos últimos meses nós escrevemos algumas músicas, mas não eram boas o bastante como no 'The Gathering'. Essas músicas foram para o lixo. Começamos de novo quando Nick apareceu. Estamos no caminho e as músicas estão ficando muito boas".

RockConfidential.com: O que as letras abordam dessa vez?

Chuck: "Muita coisa, coisas que passamos em nossas vidas. Especialmente minha doença, o câncer, e tudo o que passei. Tive algumas sessões de cura com alguns índios e curandeiros. Tenho certeza que falarei sobre minhas experiências com os curandeiros. Meu pai e o pai de Eric faleceram nos últimos anos. A guerra no Iraque. Falaremos desses assuntos. São coisas que as pessoas lidam diariamente. Vamos além da tristeza e condenação clichês abordados nas letras, as letras típicas de Heavy Metal".

RockConfidential.com: Vocês escrevem as músicas da mesma maneira que sempre ou há coisas mais importantes agora?

Chuck: "Eu diria que para o novo álbum - nos últimos discos não tínhamos um guitarrista solo tocando - com Alex de volta nós trouxemos os solos novamente. Ele é um ótimo guitarrista que recolocará os solos nas músicas. É uma mudança significativa.

RockConfidential.com: Deve ter sido muito bom tê-lo de volta na banda. O que você pensou quando ele saiu?

Chuck: "Foi quando estivemos na nossa má-fase. Não estávamos seguindo a mesma direção. A princípio foi um choque para todos. Não muito antes nós havíamos decidido compor músicas mais pesadas, brutais e rápidas. Lançamos 'Low' e eu achei ótimo - mesmo sem Alex. Não trazia muitos solos mas tinhas outras coisas boas também. Então lançamos o 'Demonic' que era totalmente Death Metal. Parecia ser o caminho a seguir. Os bateristas também influenciaram as composições".

A entrevista completa está no rockconfidential.com




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