Centúrias: como surgiu a placa "No Posers"?

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Por Ricardo Batalha, Fonte: ASE, Press-Release
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Durante uma apresentação do Centúrias no extinto Teatro Mambembe (SP), a 12 março de 1987, o fundador Paulão Thomaz (bateria, atual Baranga e Kamboja) usou um sinal de "proibido posers" nas peles de resposta dos bumbos gigantes de sua batera e o vocalista Nilton "Cachorrão" Zanelli passeou pelo palco com uma placa de trânsito como a de 'proibido estacionar' com a inscrição "proibido posers".

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O grupo estava prestes a lançar o álbum "Ninja", em que pratica um Heavy Metal Tradicional/Speed, mas a intenção era criticar a "atitude poser" e não a música praticada pelas bandas de Glam Metal, o Hard Rock dos anos 80. "A placa 'no poser' foi criada para as bandas Glam, Glitter, mas o lance do poser é mais a atitude", diz Cachorrão.

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A brincadeira acabou sendo ligada aos amigos do finado grupo Hard/Glam Proteus, que haviam tocado no Teatro Mambembe na semana anterior. O Proteus contava com o vocalista Ciro Bottini – apresentador de televisão, palestrante, locutor, empresário e vendedor do canal de TV Shoptime – e o guitarrista/professor Joe Moghrabi. "Os caras riram muito daquilo e entenderam. O show no Centro Cultural, que estava lotado, foi justamente com o Proteus. Foi o show dos Posers com os No Posers, mas aquilo foi legal! Todo o falatório serviu de marketing para a banda, ainda mais naquela rivalidade do Metal contra Hard Rock", explica Paulão Thomaz.

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Como virou tradição, além da placa "No Poser", Nilton "Cachorrão" Zanelli chegou a apresentar outras nos shows – "No Emo", "No Tchu Tcha" –, ironizando e mostrando o lado bem-humorado da banda, que atualmente se encontra em fase de composição para o novo álbum de estúdio. O sucessor do single "Rompendo o Silêncio" (2013) será primeiro completo de inéditas com a nova formação: Nilton "Cachorrão" Zanelli (vocal), Ricardo Ravache (baixo), Roger Vilaplana (guitarra) e Júlio Príncipe (bateria).

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Sobre Ricardo Batalha

RICARDO BATALHA tem uma trajetória que se confunde com a própria história do heavy metal no Brasil. Trabalha na revista Roadie Crew desde 1996 e é um dos diretores da ASE Press/Music. Além do trabalho de consultoria e assessoria, vem colaborando para diversos veículos de mídia ligados ao heavy/rock desde os anos 1980. Também é apresentador do programa RMH e redator na Panorama Audiovisual Brasil.

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