Robert Plant: De peito aberto, sem dever nada a ninguém

Resenha - Lullaby and... The Ceaseless Roar - Robert Plant

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Por Jean Forrer, Fonte: Pinouvido
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Basta falar em Robert Plant e automaticamente o imaginário de qualquer um é tomado por aquela voz aguda e potente, empurrada pelos riffs sobrenaturais de Jimmy Page. Com certeza ele possui uma das vozes mais conhecidas da história do rock por ter feito parte de uma banda que me faz acreditar em Deus: o Led Zeppelin.

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Pois bem, acaba de sair do forno seu mais recente álbum solo: “Lullaby and... The Ceaseless Roar”. Pra quem esperava algo parecido com os itens mencionados acima... esqueça! O disco passa longe do seu tempo de Led, não tendo gritos agudos e muito menos aquela pegada classic rock.

Eu diria de primeira que se trata de um álbum estilo “World Music” em função de várias referências celtas e árabes, misturadas com bases eletrônicas e guitarras de blues, mas dizer isso seria muito genérico. Como brinquei com o Jean Forrer, aqui do Pinouvido, “Lullaby and... The Ceaseless Roar” soa como, na maior parte, uma trilha sonora de um documentário do Al Gore sobre o aquecimento global e suas consequências para o mundo. O que, a meu ver, é um elogio. Tudo bem que temos algumas faixas onde ele explora bastante seu lado 'blueseiro', como em "Turn it up".

De qualquer forma, acredito que a intenção de Plant foi criar algo que traduzisse simplesmente o que o influencia na música de hoje. Não o conheço pessoalmente, infelizmente, mas tive a sensação de que ele fez um disco do jeito dele, sem medo de ser feliz. De peito aberto, sem dever nada a ninguém, diria minha mãe. O que, na situação de um músico consagrado como Plant, é extremamente compreensível.

Acho que o ponto positivo deste disco é exatamente esse, a sinceridade da obra e, consequentemente, o fato de sermos presenteados com algo criativo e relevante para o cenário da música atual. Cenário esse que anda mais chato do que ir em batizado no domingo de manhã. Isso, graças a essas bandas que tocam de camisa social e com a guitarra no peito.

Se você, como toda a população do mundo hoje em dia, é imediatista e não terá paciência de ouvir o álbum inteiro, eu sugiro ganhar 10 minutos da sua vida com ouvindo duas canções: a mais pop, "Rainbow", e a faixa que abre o disco, "Little Maggie". Foram as músicas que mais me chamaram a atenção. Talvez elas sejam a porta de entrada para você explorar o restante do álbum. Torço para que você faça isso no fim.

Ouça abaixo trechos de algumas músicas do "Lullaby and… The Ceaseless Roar".

TRACK LIST
01 – Little Maggie
02 – Rainbow
03 – Pocketful of Golden
04 – Embrace Another Fall
05 – Turn It Up
06 – A Stolen Kiss
07 – Somebody There
08 – Poor Howard
09 – House of Love
10 – Up on the Hollow Hill (Unders
11 – Arbaden (Maggie’s Babby)

por Victor Mesquita Appezatto

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Post de 11 de setembro de 2014


Sobre Jean Forrer

Publicitário por formação e jornalista por profissão, trabalha transformando informação em arte. Além disso, é baterista há 14 anos e viciado em música.

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