Resenha - Demolition - Judas Priest
Por Danilo Halliwell
Postado em 27 de junho de 2001
Nota: 7 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Missão um tanto delicada essa, fazer um review do disco novo do Judas Priest... Me considero um tanto suspeito, porque Priest é uma das minhas bandas favoritas, e cresci ouvindo-o em alto e bom som...
Judas Priest - Mais Novidades
Porém, vamos ao disco. A minha primeira impressão, foi meio estranha, um tanto ‘modernoso’ (até um tanto new metal) aqui e umas guitarras um tanto diferentes ali. O vocal de Tim ‘Ripper’ Owens com uma variação de voz maior, com ênfase em timbres graves e médios. Contudo, após algumas ouvidas, comecei a gostar (ou entender) do disco. O Judas evoluiu, e não se prendeu à antiga fórmula que o mesmo usara por tantos anos.
Demolition talvez seja a mais natural evolução partindo do Jugulator, com guitarras pesadas, vocais agressivos e bateria avassaladora (apesar da maioria de seus membros terem quase 50 anos!). O Priest a cada disco, fica mais moderno, mais forte, com um olhar sempre à frente.
Olhar pra frente é perigoso mas o Priest o fez de forma consciente. O disco, produzido pelo próprio Glenn Tipton, traz uma bela qualidade sonora. Sobre as músicas: "Hell Is Home" é excelente com seu clima meio melancólico, "One On One" é uma música muito forte, com um pé no ‘moderno’, "Devil Digger" tem um clima bom lembrando o disco anterior (Jugulator), "Machine Man" (o novo single) poderia facilmente fazer parte do Painkiller! "Close To You" e "Lost And Found" são belas baladas como a tempos não se ouvia, "Bloodsuckers’ é muito contagiante e ‘In Between’ tem um grande feeling.
O disco não decepciona. Scott Travis ainda é um baterista de primeira, o baixo seguro, as guitarras de Glenn e KK estão afiadas como sempre, e Ripper se estabeleceu como o homem certo para o posto de vocalista, com um estilo mais solto e característico ‘seu’ no disco (não se preocupem, as notas agudas estão ainda no disco, e estão mais fortes e altas do que nunca!)
É o mesmo Priest de sempre mas com uma ‘nova cara’. Talvez os puristas radicais não gostem. Se você gostaria de ouvir uma aula de heavy metal moderno, pode comprar sem susto.
Tracklist:
01- Machine Man
02- One On One
03- Hell Is Home
04- Jekyll And Hyde
05- Close To You
06- Devil Digger
07- Bloodsuckers
08- In Between
09- Feed On Me
10- Subterfuge
11- Lost And Found
12- Cyberface
13- Metal Messiah
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As quatro melhores músicas do Led Zeppelin, segundo Robert Plant
A melhor música de rock progressivo de todos os tempos, segundo os leitores da Prog
O maior álbum do Queen para Chad Smith; "Eu sempre aumento o volume"
Com ex-Nirvana na bateria, Sleep anuncia nova formação
Kirk Hammett toma capote enquanto Metallica toca "Seek & Destroy"
O maior baixista de todos os tempos, de acordo com Lemmy
Alissa White-Gluz mantém Blue Medusa como prioridade mesmo no Dragonforce
Hellfest restringe álcool e desaconselha levar crianças no fim do festival
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
O significado irônico de "Somos tão jovens", verso que encerra "Tempo Perdido"
A música do Slayer que soa como Iron Maiden em alta velocidade, segundo a Kerrang!
Keith Richards não acredita que os Rolling Stones farão uma nova turnê
A banda punk que Bono considera a melhor de todos os tempos
O hábito "infantil" que Keith Richards abandonou para continuar na ativa
O dia em que Cronos, do Venom, ganhou um beijo de Kate Bush


Judas Priest lança coletânea que abrange várias fases da discografia
O clássico do Judas Priest que fez Prika Amaral prestar mais atenção à bateria
A música mais subestimada do Judas Priest, segundo a Classic Rock
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
As 10 músicas mais subestimadas do Judas Priest, segundo a Classic Rock
O que poderia ter evitado a saída de Halford do Judas Priest nos anos 1990, segundo Ian Hill
Os ícones do metal que faziam Robert Plant sentir vergonha da própria influência
O hit que deu segurança financeira ao Judas Priest, segundo Ian Hill
Chuck Billy (Testament) conta como foi ter Rob Halford escrevendo prefácio de sua biografia
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes


