Deadly Fate
Postado em 06 de abril de 2006
A história da banda começa em 1989. Surgida em meados de agosto, a Lotus Negra era uma das novas bandas do heavy natalense, que definia seu estilo como "tradicional", com letras em português. O ponta pé inicial foi dado pelos dois guitarristas: Neto e Oruam. Logo vieram os demais membros da banda: Marcelo (Vocal), Lênio (Bateria e Vocal) e Júnior (Baixo). Todos com faixa etária de 17 a 22 anos.
A Lotus Negra faz sua primeira apresentação no "Metal em Natal", ao lado do Viper (ex-banda do André Matos, vocalista do Angra), Auschwitz e Hórus, onde tocam: "Origem Malígna", "Criadores do Fim", "Condenada (A maldição de satã)", "Possessão"(instrumental) e "Lotus Negra".
Em 1990 surge a Deadly Fate, que teve sua primeira formação com Oruam (voz e guitarra), Neto (voz e guitarra), Janilson(Baixo) e Ricardo (Bateria), com o intuito de realizar um sério trabalho em cima do Heavy Metal tradicional. Neste mesmo ano teve sua primeira participação em disco junto com outras três bandas Potiguares de Heavy Metal na coletânea Whiplash Attack Vol. 1, com o lançamento de duas músicas: "Beyond the Sea, Across the World" e "Black Helmet".
Depois de dois anos afastado do cenário Underground, a banda volta a ativa em 1993 com outra formação (Oruam - Vocal/Guitarra; Neto - Vocal/Guitarra; Franklin - Baixo; Eduardo Banana - Teclado; Wilberto - Bateria), onde surge, no ano seguinte, sua primeira demo-tape intitulada "Outside of your World", contendo sete faixas a qual teve uma excelente repercussão em Zines, Rádios, e principalmente entre o público nacional e estrangeiro. Com essa formação, participam de outra coletânea, a "Brasil Alternativo 5", com a música "Rich In Spirit".
No final de 1995 saem Franklin e Eduardo, entrando Marcos Flávio no Baixo; formação que vem até os dias de hoje, compondo músicas no estilo Metal Melódico. Agora em 2000, a banda lança seu primeiro CD intitulado " Shine Again ", que é resultado de uma grande evolução musical e busca inspirações desde a música clássica até as diversas inovações musicais. Gravada em seu próprio Home Studio, Shine Again conta com grandiosos corais, percussões eruditas e a grande participação do maestro da orquestra sinfônica do Rio Grande do Norte, Oswaldo D'Amore, executando os Violinos. Deadly Fate caracteriza-se por apresentar um estilo próprio que envolve influências de várias bandas, transparecendo em suas músicas e letras uma forte poesia e harmonia com a natureza.
Para contactar a banda: [email protected]
Para acessar o site da banda: http://www.deadlyfate.com.br/
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O clássico do rock que mostra por que é importante ler a letra de uma música
A sincera opinião de Pitty sobre Guns N' Roses, System of a Down e Evanescence
A banda em que membros do Iron Maiden e Dio disputaram para entrar e só um conseguiu
200 shows internacionais de rock e metal confirmados no Brasil em 2026
O guitarrista favorito de todos os tempos de James Hetfield do Metallica
Os 5 álbuns de rock que todo mundo deve ouvir pelo menos uma vez, segundo Lobão
"Até quando esse cara vai aguentar?" O veterano que até hoje impressiona James Hetfield
Guitarrista quebra o pé em "bizarro acidente" e se afasta do Foo Fighters
Bruce Dickinson relembra "Killers" e diz que gostaria de ter participado do álbum
Bruce Dickinson relembra o teste "estranho" que fez para entrar no Iron Maiden
A melhor música de heavy metal de cada ano da década de 1980, segundo a Loudwire
As músicas do Pink Floyd que David Gilmour diz que não vai mais tocar ao vivo
O gênero musical que faz sucesso com as massas mas é "satânico", segundo Billy Corgan
O guitarrista que Jack Black chama de "gênio"; "Ele inventou mais riffs do que qualquer um"
O ícone do heavy metal que foi traficante e andava armado no início da carreira

O grunge não inventou o rock pesado - apenas chegou primeiro à MTV
E se cada estado do Brasil fosse representado por uma banda de metal?
Alcest - Discografia comentada
Rock Cristão: as principais bandas nacionais
"Cê tá de brincadeira, né?": quando grandes nomes vacilam


