Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás - Parte 5

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Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás - Parte 5


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Bandas negligenciadas e desconhecidas, este é o enfoque básico destas linhas. Mostrar ao leitor outras opções em termos de nomes do Hard Rock, estilo que já estava bastante saturado quando sucumbiu no começo dos anos 90 em função da ascensão meteórica do grunge.

Após esta brusca mudança no mercado fonográfico que afetou tantas pessoas, muitos destes conjuntos seguem com sua carreira aos trancos e barrancos, porém somente alguns poucos conseguem manter certo status no agora único mercado que realmente ainda valorizava o hard rock, ou seja, o mercado japonês. Porém, a imensa maioria dos grupos não tinha condições financeiras e nem psicológicas para continuar na ativa e optam por encerrar suas atividades, seguindo outros rumos, sejam musicais ou profissionais.

Então aí vão mais algumas bandas que nunca conseguiram alcançar o sucesso maciço, muitas vezes até merecido. Algumas amadas pelo público, outras relativamente desconhecidas, mas que nem por isso deixaram de liberar alguns bons discos.


LITTLE CAESAR
Little Caesar
(1989 Geffen)

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A partir da segunda metade dos anos oitenta a gravadora Geffen começa a investir pesado no Hard Rock, tendo grandes nomes em seu cast. Sempre procurando novos conjuntos para assinar, acabam por escutar um EP chamado “Name Your Poison”, cuja capa trazia a figura de um preservativo e as quatro canções chamam no ato a atenção. O nome da banda? Little Caesar.

Vindo de Los Angeles, Califórnia, este quinteto tinha um visual bem sujo, o completo oposto do glam tão em alta na época. Seu fundador e vocalista Ron Young vinha acompanhado dos guitarristas Louren Molinare e Apache, no baixo Fidel Paniagua e Tom Morris na bateria. Contrato na mão e bem apoiado financeiramente, o Little Caesar debuta em grande estilo, com um trabalho produzido pelo competente Bob Rock.

Apesar do visual à la Hells Angels, sua música era um contraste com sua imagem. Seu Hard Rock vinha curtido no Aerosmith dos velhos tempos, nas melhores referências dos anos 60 e 70, além do indispensável blues. A voz de Ron é bastante rude e os riffs empolgam pelo fato de serem bem melodiosos, tudo embalado com aquela distorção já clássica. O disco abre com a empolgante “Down-N-Dirty”, destacando-se ainda “In Your Arms”, “Rock-N-Roll State Of Mind” e “From The Start”, ótimos exemplos de rock´n´roll pesadão. Traz ainda covers inusitados, como “Chain Of Fools” de Aretha Franklin e “I Wish It Would Rain” do Motown.

Com faixas despretensiosas que acabaram por agradar, Little Caesar consegue ótimas notas na mídia especializada, porém seus tatuados integrantes passavam uma imagem marginal muito vinculada aos já citados temidos motoqueiros e a MTV não colocava seus clips na programação. Resumindo, este ótimo disco acabou por ser um fiasco entre o grande público consumidor.

Com estes resultados, o quinteto já não é mais prioridade para a gravadora. A banda insiste, troca seu guitarrista Apache por Earl Slick, liberando em 1992 “Influence”, infelizmente com uma sonoridade bem mais clichê. Logo a seguir são abandonados pela gravadora e o Little Caesar tem seus integrantes partindo para outras alternativas, com Ron Young passando um tempo no The Four Horsemen e no desconhecido Manic Eden. Em 98 Little Caesar retorna novamente com “This Time It´s Different...!!!” e acaba por sumir do mapa de vez.


TYKETTO
Don´t Come Easy
(1991 - Geffen Records)

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Tyketto vem de Nova York e é considerada por grande parte dos amantes do hard rock como uma das mais injustiçadas bandas do gênero. Na realidade este quarteto apareceu num péssimo momento, bem no ano de 1991, quando o grunge despontou com tudo e consequentemente derrubou os outros estilos musicais que dependiam das rádios norte-americanas para sobreviver.

Recém saído do Waysted (ler “Hard Rock - parte 04”), o vocalista Danny Vaughn se junta com Brooke St. James (guitarras), Jimi Kennedy (baixo) e Michael Clayton (bateria). O Tyketto fez bonito logo com seu primeiro registro chamado “Don´t Come Easy” de 91, apresentando um rock´n´roll bem AOR, soando como uma versão mais pesada de Foreigner e Journey.

Apesar do talento de cada um dos músicos, sem dúvida alguma o ponto alto desta banda era a voz majestosa de Danny. Do começo ao fim o que se escuta são melodias pegajosas, guitarras elétricas e acústicas bem encaixadas, ou seja, tudo elaborado para agradar os apreciadores deste estilo. Canções como a ótima “Forever Young” e a balada “Standing Alone” são cultuadas até os dias de hoje.

Trazendo agora Jamie Scott no contrabaixo, seu segundo disco “Strenght In Numbers” não é tão bom quanto seu antecessor e como já foi citado, o hard rock perdia terreno nas rádios. Para piorar, Danny Vaughn também abandona seu posto em 1995 para ficar mais tempo com sua esposa, bastante doente. O Tyketto coloca ainda mais dois discos no mercado com a voz de Steve Augeri, mas infelizmente não são nem sombra deste debut.

Augery substitui o posto de Steve Perry no Journey e Danny acaba por montar seu projeto “Vaughn”, com quatro registros lançados. Sua atual banda chama-se “From The Inside”, cujo CD foi inclusive lançado no Brasil em 2004 e possui canções bem diversificadas.


HAVANA BLACK
Indian Warrior
(1989 Capitol Records)

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Vindo da gélida Finlândia, começou sua carreira em 1984 inicialmente sob o nome Havana Blacks. Foram, ao longo do tempo, lançando inúmeros singles e dois discos, tocando em todas as oportunidades que apareciam. Com uma imagem influenciada pela filosofia e maneira de vida dos nativos norte-americanos e tendo como música um rock´n´roll meio retrô, foram aos poucos se tornando bem conhecidos no circuito dos pequenos bares e clubes de seu país.

Em função de sua persistência, a procura pela música do Havana Blacks começa a romper as fronteiras da Finlândia. Decididos a começar os trabalhos de marketing no sentido de expandir a área de atuação da banda, tomam a decisão política de retirar a letra “s” de seu nome, simplificando para Havana Black (assim evitavam-se prováveis problemas legais com os famosos charutos cubanos, negros norte-americanos, etc, etc.....). Assim sendo, em 1988 liberam “Indian Warrior”, seu terceiro disco e primeiro lançado à nível internacional.

Contando com Guts nas vozes, Crazy na guitarra, Risto no contrabaixo e J.T. na bateria, este trabalho mostra o quanto este quarteto finlandês era influenciado pelo rock setentista, soando como uma mistura bastante expontânea de Bad Company com Blackfoot, aliados também à veia hard dos anos 80. Canções proeminentes como “Hoo Myself”, “Lone Wolf” e “Shoot You Down” representam muito bem a musicalidade deste pessoal.

Este trabalho foi uma das boas e agradáveis surpresas deste ano, com vídeos rolando na MTV, tours pelos EUA e Europa ao lado de Great White e MSG, entretanto o disco não obteve o desejado reconhecimento. O Havana Black segue em frente, liberando em 91 o excelente “Exiles In Mainstream” e o apenas razoável “Growing Wings”, além do EP “Leftovers For The Right People”, quando por fim encerram suas atividades pelo fato de não haver mais interesse na música que tocavam.


VINNIE VINCENT INVASION
Vinnie Vincent Invasion
(1986 – Crysalis Records)

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Quem viveu nos anos 80 lembra-se de como eram bonitas as guitarras do disco “Lick It Up” do Kiss, que fez grande estardalhaço pelo fato de seus músicos decidirem enfim retirar suas máscaras. E estas guitarras cheias de distorção e ótimas melodias eram tocadas por Vinnie Vincent, que não agüentou por muito tempo o estrelismo de Gene Simmons e Paul Stanley.

O fato é que, uma vez tendo decidido ser ELE a estrela, Vinnie pede para ser dispensado do Kiss. Como já tinha um nome reconhecido mundialmente, parte logo em seguida para seu projeto solo batizado simplesmente de Vinnie Vincent Invasion. Prepara suas próprias composições, recruta Robert Fleischman, seu amigo e vocalista dos velhos tempos, e gravam algumas demos.

A gravadora Crysalis adorou o que ouviu e logo assina um contrato milionário com a nova banda para a gravação de seu primeiro disco. Agora com Dana Strum no baixo e Bobby Rock nas baquetas, este quarteto norte-americano apresentava um visual glam que faria o Poison se roer de inveja. Independente deste aparato andrógino, este seu primeiro disco lançado em 1986 era pesadíssimo, com fortes linhas vocais e solos de guitarras realmente matadores. Foi um sucesso imediato.

Entretanto, constrangido com o visual carregadíssimo de maquiagem, Fleischman se recusa a excursionar parecendo uma boneca. Vinnie, bastante indignado e não abrindo mão deste apelo visual, acaba recrutando Mark Slaughter, cuja voz é praticamente idêntica à do ex-vocalista. O curioso é que desde o início já houve certa tensão entre Vinnie e Mark e a situação somente piorou quando a gravadora quis focar também a atenção no novo cantor para o próximo disco. Já dá para imaginar, não?

Em 1988, apesar do segundo disco “All Sistem Go” não ser tão direto quanto o primeiro, também conseguem chamar a atenção, porém a situação interna do Vinnie Vincent Invasion estava totalmente deteriorada e a banda acaba neste mesmo ano. Vinnie Vincent até tentou reativar o projeto com outras formações, porém não conseguiu... Quanto a Mark Slaughter e Dana Strum, estes sempre foram bons amigos e montaram o Slaughter, que lançou cinco álbuns muito bons. Já Bobby Rock fez fama com os irmãos-barbie Nelson.


DANGEROUS TOYS
Dangerous Toys
(1989 – Columbia Records)

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Esta banda é de Austin, Texas, chamava-se inicialmente Onix e contava com uma vocalista feminina. Porém conflitos internos acabam resultando na expulsão da garota e Scott Dalhover (guitarra), Mike Watson (baixo) e Mark Geary (bateira) resolve colocar Jason McMaster como vocalista e não hesitaram em renomear a banda para Dangerous Toys.

Seu rock´n´roll com cheiro sulista somado à voz distintiva e gritada de Jason começa a chamar a atenção nos locais onde tocam e como as gravadoras estavam cheias de disposição em relação a novos talentos, logo assinam com a Columbia e liberam em 1989 este debut auto-intitulado. Aqui suas canções são bastante despojadas, conseguindo emplacar nas rádios “Scared” e “Teas´n, Pleas´n”, com seus clips rodando direto na MTV. Mas também merecem destaque “Take Me Drunk”, “Ten Boots (Stompin')” e “Feels Like A Hammer”, esta última com uma bela voz feminina muito bem encaixada.

Logo nas primeiras apresentações acrescentam Danny Aaron para a segunda guitarra e partem para excursões com seu ídolo Alice Cooper, Judas Priest, entre outros. Era uma excelente fase para o Dangerous Toys, que tem uma participação na trilha sonora no filme Shocker com a música “Demon Bell”, em co-autoria com o fazedor de hits Desmond Child. Felizes com a repercussão de suas canções, continuam em turnê com The Cult e Bonham pelos EUA.

Em 91 colocam no mercado “Hellacious Acres”, seguindo exatamente a mesma linha musical que foi um sucesso em seu primeiro disco. Conseguem ainda bastante destaque, porém não como no passado. Em 1992 começam os verdadeiros contratempos: perdem o guitarrista Danny, mudam para uma gravadora independente para lançar seu próximo trabalho “Pissed”, que acabou sendo gravado em apenas um mês, tendo como resultado vendas bem além do esperado. Desnecessário citar que os problemas somente aumentaram e seu quarto registro foi ainda pior... Entre projetos paralelos e novos integrantes, o Dangerous Toys segue persistente, tocando em pequenos locais ainda nos dias de hoje.


KINGS OF THE SUN
Kings Of The Sun
(1988 – RCA Records)

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Aqui temos uma banda muito boa. Este quarteto vem da Austrália, tendo como embrião os irmãos Jeffrey Hoad (voz) e Clifford Hoad (bateria), que tocavam no Young Lions. Após a dissolução deste, a dupla Hoad se junta com o guitarrista Ron Thiessen e o baixista Anthony Rags, batizando-se por fim como Kings Of The Sun. Lançam o single “Bottom Of My Heart” em 1986, que obteve bom destaque em seu país, o que permitiu que a banda assinasse com a RCA Records.

A banda parte para tocar nos EUA e apesar do projeto estar começando a colher seus frutos, o guitarrista abandona o grupo pouco antes de o King Of The Sun entrar em estúdio para iniciar os trabalhos deste seu primeiro disco, que acabou sendo gravado como um trio mesmo, sob a tutela do produtor Eddie Kramer. Homônimo, foi lançado em 1988 e a reação do público foi bastante positiva. Suas canções são bem próximas do hard rock de Los Angeles, mesclado a algo de ZZ Top e Circle Of Power, com um resultado final realmente empolgante.

Logo a seguir voltam aos Estados Unidos da América abrindo para Joe Satriani e na Europa tocam com o Kiss. Fato engraçado ocorre no final deste ano: já de volta ao seu país e durante a apresentação em que estão abrindo para o Guns n´ Roses em Melbourne, o vocalista Jeffrey abaixa suas calças diante da audiência e critica duramente o Guns. O resultado foi desastroso, pois ficaram mal-vistos em sua própria nação. Pelo jeito seus conterrâneos preferiam o Guns n´ Roses...

Entretanto, se trancam novamente em estúdio para gravar seu próximo trabalho, que sai sob o nome “Full Frontal Attack” e a partir daí as coisas desandam. Além de o Kings Of The Sun estarem queimados com o público australiano, seu novo registro não é tão atraente quanto seu antecessor. Desanimados, Rags e Morris deixam a banda alguns meses depois. Kings Of The Sun, com novos membros, lança ainda o ótimo “Ressurrection” em 93 e sai praticamente de cena, fazendo algumas apresentações esporádicas em seu país, abrindo para grandes nomes do rock pesado mundial, como Sammy Hagar e Kiss.


GREAT WHITE
...Twice Shy
(1989 – Capitol Records)

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Formado em Los Angeles em 1981 pelos amigos de escola Mark Kendall e Jack Russell, o Great White teve grande rotatividade entre seus integrantes com o passar do tempo. Nos primeiros anos a banda não se fixava em um único estilo, pois começou tocando Heavy Metal, descambou para o hard farofa e, por fim, se fixou num rock n´roll cheio de influências do blues.

Mesmo tendo seus fãs e se apresentando com os grandes nomes do rock pesado nos anos 80, o Great White nunca chegou a fazer muito sucesso. Porém, em 1989 estouraram com seu sexto álbum de estúdio, o espetacular “...Twice Shy”, vendendo tanto que ganharam platina dupla duas vezes, além da indicação para o Grammy para a canção “Once Bitten Twice Shy”.

Este disco traz em sua formação Jack Russell na voz, os guitarristas Mark Kendall e Michael Lardie, o baixista Tony Montana e na bateria Audie Desbrow, sendo que aqui começa a transição para o bonito rock´n´roll que passaram a executar a partir de então. Em “...Twice Shy” estes músicos fizeram um disco que considero clássico, porém realmente estouraram com a já citada “Once Bitten Twice Shy”, que nada mais era que um cover de Ian Hunter!!! E o pior é que todas as outras músicas são muito superiores a esta; aqui estão os melhores trabalhos de guitarras da banda, não dá para entender mesmo...

De qualquer maneira, já na excursão para “...Twice Shy” o guitarrista Kendall se afasta temporariamente por estar com uma hemorragia causada por excesso de álcool ( !!! Vai beber assim...!!! ). Mesmo rodando inúmeros países, seu momento de glória foi bem curto, pois já a partir do muito bom álbum “Hooked” o público já não possui tanto interesse assim no Great White.

Mas como Russel e Kendall amam sua música e as estradas, continuando a lançar inúmeros trabalhos, alguns bons, outros nem tanto, e conseguindo pequena publicidade esporádica. O Great White somente aparece nos grandes noticiários em 2002, quando no dia 20 de fevereiro, durante uma apresentação no clube The Station, em Rhode Island, a tragédia vem em chamas. Os efeitos pirotécnicos usados logo no início do show causam um enorme incêndio, onde morrem 96 pessoas, incluindo aí o guitarrista Ty Longley da própria banda.

A partir disso, entre processos para averiguar quem seriam os verdadeiros culpados, os donos do clube ou a banda, o Great White vem colocando no mercado somente coletâneas e tudo parece bastante incerto para o futuro. É aguardar para ver.


E chegamos a mais um final...

Novamente agradeço ao pessoal que tem mandado e-mails e que curtiram, dando sugestões, críticas ou pedindo esta ou aquela banda. Com o passar do tempo espero ir adquirindo os álbuns solicitados e podem ter a certeza de que a partir daí os mesmos constarão aqui no Whiplash.
Um abraço a todos e se cuidem por aí.

Contato: [email protected]

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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