Pungent Stench: a banda chegou de fato ao fim

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Por César Enéas Guerreiro, Fonte: Brave Words & Bloody Knuckles, Tradução
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Segue abaixo um resumo de nota postada no fórum oficial do PUNGENT STENCH por Alex Wank (vulgo Rector Stench) no site oficial da banda:

"Tudo terminou de maneira repentina e triste entre mim e Cochino (o guitarrista/ vocalista Martin Schirenc – também conhecido como Don Cochino) e, devido a uma conversa por e-mail que tivemos durante um mês, não acho que poderemos continuar trabalhando juntos".

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"Agora, para esclarecermos as coisas, uma breve exposição do meu ponto de vista..."

"Desde o começo em 1988 eu trabalhei muito e de todas as maneiras para que as coisas acontecessem. Nesses anos eu criei uma imagem e um conceito para a banda, tive idéias para sessões de fotos, arte gráfica das capas, designs para camisetas, estórias para videoclipes, escrevi 50% e por aí vai – ou seja, dei uma ‘cara’ para a banda e até mesmo o seu nome!"

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"Também cuidei da parte jurídica da banda. Negociei com gravadoras, editoras, empresas de merchandising, promotores, agentes, organizei 100% dos shows, às vezes turnês completas, e tudo o mais".

"Foram incontáveis atividades para fazer as coisas andarem e levar a banda até a posição que merece. A lista é interminável".

"Eu digo todas essas coisas porque fiz tudo isso pela banda, sem remuneração alguma e muitas vezes sem reconhecimento. Cochino estava sentado em sua casa esperando pela informação sobre onde seria nosso próximo show ou quando seria nosso próximo lançamento e fazia as pessoas acreditarem que era trabalho dele ou ‘nosso’. E, acreditem ou não, ele não estava nem um pouco grato por tudo aquilo".

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"Agora um monte de coisas odiosas e desagradáveis da parte dele que se acumularam nesses anos estão sendo jogadas contra mim. Havia, e ainda há, muito rancor, ódio e maldade dele para mim, por alguma razão".

"Eu tentei manter o lado pessoal afastado da banda mas, nos últimos meses, foi impossível para mim manter as coisas separadas, já que ele disse muitas coisas contra a minha pessoa".

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"Eu informei Cochino por e-mail que já foi dito o suficiente e que ele deveria parar com aquilo imediatamente. Eu também informei a ele que eu não via nenhum futuro para a banda se a sua atitude contra mim não mudasse. E ainda disse a ele que minha contribuição e meu trabalho para a banda não seria mais de graça. Não estou mais disposto a pensar sobre idéias futuras, agendar shows e turnês, negociar com gravadoras e, de fato, fazer todo o trabalho para uma pessoa que não mexe um dedo sequer junto comigo e que, na verdade, está com ciúmes de meu trabalho para o Stench".

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"Ele me disse para que eu parasse de reclamar e pressionar – caso contrário, ele pararia de trabalhar no novo lançamento. Como ele não teve sucesso com essa tática, ele me disse para cancelar todos os shows, porque ele não estava disposto a mudar nada e nem a tocar em mais shows".

"E agora o Sr. Cochino está atacando novamente, tentando me culpar por estar contra o lançamento? Por separar a banda? Por chantageá-lo?".

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"Esse cara está distorcendo as coisas e reclamando porque não estou fazendo o que ele quer que eu faça e agora a atitude dele está piorando!"

"O futuro mostrará se o álbum será lançado. Mas acho que a banda chegou ao fim e não haverá mais nenhuma atividade ao vivo, o que é triste. Essa sempre foi a coisa mais importante para o Pungent Stench, pelo menos na minha opinião, e acho que nossos fãs honraram isso vindo aos nossos shows e nos fazendo sentir bem".

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"Sinto muito que este projeto tão especial tenha chegado ao fim e quero agradecer a todos pela ajuda, trabalho, apoio e amizade durante todos esses anos. Sem vocês eu não teria sido capaz de criar o Stench e fazer com que durasse tanto tempo".

"Felicidades a boa sorte,

Alex Wank (também conhecido como Rector Stench)".



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Sobre César Enéas Guerreiro

Nascido em 1970, formado em Letras pela USP e tradutor. Começou a gostar de metal em 1983, quando o KISS veio pela primeira vez ao Brasil. Depois vieram Iron, Scorpions, Twisted Sister... Sua paixão é a música extrema, principalmente a do Slayer e do inesquecível Death. Se encheu de orgulho quando ouviu o filho cantarolar "Smoke on the water, fire in the sky...".

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