In Flames: "É fácil julgar um trabalho só pela capa"
Por Natália Dehò
Fonte: Brave Words
Postado em 27 de março de 2008
Chris Harris, da MTV.com, escreveu a matéria a seguir sobre o IN FLAMES e o seu novo álbum, "A Sense Of Purpose".
A primeira coisa que se nota no próximo álbum do IN FLAMES, "A Sense of Purpose", está relacionado a estética. É vibrante e colorido, com cores brilhantes, o que, para falar a verdade, não é nada metal - pelo menos não death-metal (veja a capa no final desta matéria).
Mas de acordo com o guitarrista Björn Gelotte, o In Flames queria fugir dos vermelhos, marrons deprimentes e pretos sombrios da maioria dos discos produzidos por bandas dessa linha. "É importante para nós fazer algo diferente quando se fala na capa", ele disse.
Alex Pardee, responsável pelas capas, se baseou num jogo onde uma bola de metal percorre um labirinto com buracos que devem ser evitados. O objetivo do jogo é evitar esses buracos. De acordo com o representante da banda, o jogo representa a vida e os buracos representam as dificuldades que podemos enfrentar durante a vida. A capa descreve um menino com uma máscara de coruja tentando chegar no final do labirinto. Durante a sua jornada, ele enfrenta monstros e personagens que ele tenta evitar.
"É muito fácil julgar apenas pela capa", Gelotte disse. "Eu gosto dela por ter muitas cores, porque é mais fácil para montar um palco e para o merchandising. E a capa, na verdade, faz sentindo quando se escutam as letras das músicas. Mas sim, as pessoas não estão acostumadas com uma banda de metal agressiva com álbuns coloridos. Deveria ser preto e branco, com um corpo coberto de sangue, isso é death-metal, certo? Mas não é sempre assim. Nós fizemos isso, e estamos aí."
É duvidoso que outra banda de death-metal seguirá isso, mas o In Flames sempre foi o tipo de banda que lança tendências ao invés de seguir uma. Apesar de tudo, os metaleiros suecos são considerados pioneiros da sua sonoridade, e eles influenciam outras bandas desde a antiga formação de 1990.
"Isso faz eu me sentir muito velho às vezes", Gelotte disse rindo. "A maioria das bandas que soam como uma cópia grosseira de In Flames nas primeiras demos, desenvolveram algo próprio, e é isso o que importa. É preciso pegar o que te inspira, juntar com o que é seu, e fazer algo que nunca foi ouvido antes. É sempre legal ser influenciado por alguém, é lisonjeante. Você ainda quer ver essas bandas evoluirem e terem a própria pegada".
A história completa pode ser lida (em inglês) neste link.
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