My Dying Bride: "nossas canções não são blasfêmicas"
Por Felipe Augusto Rosa Miquelini
Fonte: Blabbermouth
Postado em 12 de abril de 2009
O conflito entre alegada blasfêmia e liberdade de expressão é comum no contexto de música extrema, mas para a banda inglesa MY DYING BRIDE isto levou a uma inesperada atenção por parte do governo Sírio.
Falando à revista britânica Zero Tolerance na véspera do lançamento do novo álbum "For Lies I Sire", o guitarrista Andy Craighan disse: "Nos propuseram alguns shows na Síria e nós temos algumas músicas cujas letras não puderam ser cantadas por conter conteúdo religioso. Basicamente rebaixaram nossas músicas... foi como a lista negra da CIA para letras de música. Nós percebemos que somos um pouco anti-religiosos e isto abriu os nossos olhos quando o governo disse, 'Essa banda não pode tocar no nosso país porque eles têm uma visão anti-religiosa'. Foi principalmente por causa de músicas como 'The Cry Of Mankind' que os irrita bastante. Nós normalmente a tocamos porque é uma das nossas favoritas. Quando eles terminaram a lista, ficamos sem músicas para tocar!"
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"Eu não penso que nossas canções sejam particularmente blasfêmicas, mas outras pessoas realmente acham. Eu posso relacionar uma série de coisas sem levar tão a sério, mas para algumas pessoas isso é horrível!" Se referindo à tendência da música extrema do ocidente focar no cristianismo, especificamente, Andy comenta, "Com o cristianismo nós podemos atacar qualquer outra religião como um exemplo, mas todas elas são efetivamente iguais. Todo mundo sabe isso... nós genuínamente não queremos fazer mal, nós só queremos balançar a jaula e dizer, 'Olhe, (religião) não é tudo isso que vocês pensam que é. A idéia de se explodir só para que você possa ficar com 12 pessoas que nunca fizeram sexo soa ridícula para mim! Eu vou pegar 12 virgens? Elas são as 12 piores trepadas! Você ia preferir alguém malicioso!"
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