"Lark's Tongues in Aspic": resenha no Consultoria do Rock
Por Adriano "KCarão"
Fonte: Consultoria do Rock
Postado em 19 de abril de 2011
O KING CRIMSON é uma de minhas bandas favoritas. Gosto tanto de KING CRIMSON que inseri suas iniciais, KC, no meu nickname, "KCarão". E "Larks' Tongues in Aspic" foi o primeiro disco que ouvi dessa magnífica banda – antes eu só ouvira músicas avulsas, como "Indoor Games", do álbum "Lizard" (1970). É difícil, no entanto, dizer que por esse motivo "Larks'" é meu disco favorito. Basta reouvi-lo uma vez pra notar que não poderia ser diferente, ao menos não comigo! Talvez haja trabalhos melhores do que este, se formos procurar no infindável catálogo de álbuns progressivos da década de 70, mas poucos arrancam de mim tanta comoção, tanto êxtase como faz esse maravilhoso disco!
"Larks' Tongues in Aspic" foi lançado em 1973 e marcou a estreia da terceira encarnação do KING CRIMSON, com Bill Bruford (ex-YES) na bateria, John Wetton (ex-FAMILY e outros) no baixo, no piano e no vocal, David Cross no violino, na viola, na flauta, no mellotron e no piano elétrico, e Jamie Muir (improvisador livre que participou em diversos projetos) nas percussões, além, é claro, do mestre Robert Fripp nas guitarras, no mellotron, nos eletrônicos e no piano elétrico. As letras dessa vez ficaram por conta de Richard Palmer-James. Com um time desses, fica bem difícil destacar um membro em especial, mas eu acredito que quem fez a diferença aqui foi realmente o grande David Cross! Os melhores momentos do disco, de fato, ficam a cargo desse exímio músico, dono de um estilo cativante, que acrescentou ao som do KING CRIMSON boas doses de lirismo e sentimento. Cross ficaria com o KING CRIMSON ainda durante o próximo álbum, "Starless and Bible Black" (1974), depois do qual largaria o grupo, mas fazendo uma participação especial no clássico "Red" (1974). Jamie Muir, no entanto, só atuou em "Larks' Tongues in Aspic", o que não é pouca coisa, dada a grandiosidade desse disco e tendo em vista que a percussão cumpre um papel importante no mesmo.
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