Dream Theater: a importância dos fãs na sua carreira

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Por Nathália Plá, Fonte: roadrunnerrecords.com, Tradução
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A matéria abaixo foi publicada no site da Roadrunner Records:

O Dream Theater deixou todos para trás em nossa enquete de final de semana: Qual lançamento você mais espera? O novo álbum, "A Dramatic Turn of Events", previsto para o dia 13 de setembro (com uma versão em Box set já disponível para pré-venda) ficou com 66.7% dos votos. Essa foi uma amostra da lealdade dos fãs que honestamente nos deixou chocados... positivamente. Então procuramos a banda para termos sua opinião sobre o apoio apaixonado dos fãs do Dream Theater.

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Por que vocês acham que seus fãs são tão devotos e leais à banda após todos esses anos?

John Petrucci, guitarra: Antes de tudo, devo dizer que o Dream Theater tem os fãs mais incrivelmente apaixonados do planeta! Para mim, tudo vem desde a maneira que eu me sentia com relação à música e certas bandas crescentes, e como essa mentalidade foi levada à forma como o Dream Theater gosta de nos levar enquanto banda. Uma banda como o Rush, por exemplo, sempre parece ter um espírito imortal. O desejo de querer continuar a fazer a melhor música e shows ao vivo sem importar aonde eles estão em sua carreira. É esse tipo de dedicação que eu acho que foi levada ao Dream Theater e eu acredito que nossos fãs percebem isso e prezam muito isso. É sempre estar empenhado em ser um músico melhor, fazer música melhor e realizar shows melhores. Isso se torna uma espécie de irmandade e forma de pensar que é muito contagiante. Nossos incrivelmente bem afortunados em termos fãs tão devotados e leais. É incrível!

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John Myung, baixo: É a música, é uma parte que integra a relação, ela muda e se desenvolve ao longo do tempo, temos sorte por nossos fãs nos aceitarem e estarem ansiosos por verem aonde estaremos a cada novo lançamento, indo em nossa direção.

Ter uma base de fãs tão devota cria uma pressão extra ao compor material novo, seja para dar a eles "mais do mesmo de sempre" ou para "se forçarem para manter o interesse deles""

JP: Para mim é muito importante manter as coisas em perspectiva. Obviamente damos valor a nosso sucesso e ao ponto onde chegamos. Esse jamais seria o caso sem as pessoas que realmente escutam e gostam de nossa música e que em último caso a apóiam. Contudo, a música e a direção realmente tem de vir de dentro. Isso é muito importante. Você tem de continuar lembrando a si mesmo de voltar à origem. Voltar àquele lugar musical onde não havia fãs, ou um negócio, etc. É onde você vai encontrar inspiração e a música em sua forma mais pura. Se não vier desse lugar, então as pessoas vão perceber. Dito isso, é absolutamente imperativo manter a missão inicial que começou tudo para sempre soar como o Dream Theater.

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JM: Sim, sem dúvida a pressão existe mas acho que ela tem um efeito positivo em nós, nos motivando a fazer melhor.

O que você gostaria de dizer aos fãs sobre o A Dramatic Turn Of Events?

JP: Realmente mal posso esperar para que o álbum seja lançado. Estou incrivelmente orgulhoso da forma como a direção mudou, as performances, a mixagem, etc. É uma sensação bem singular trabalhar em algo com seus colegas de banda em um cenário tão intimista como um estúdio de gravação, e então no final dividir isso com todo mundo. Acho que o som e a direção desse álbum são muito indicativos da atual pretensão musical da banda e vai preparar o terreno para tudo do Dream Theater ao longo dos próximos anos. Eu realmente espero que todos gostem da nova música!

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JM: É um álbum incrível, eu o escutei todas as noites antes de ir dormir, e não me canso dele. Há muitas coisas diferentes em que se focar.




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Sobre Nathália Plá

Mineira de Belo Horizonte, nasceu e cresceu ouvindo Rock por causa de seu pai. O som de Pink Floyd e Yes marcou sua infância tanto quanto a boneca Barbie, mas de uma forma tão intensa que hoje escutar essas bandas lhe causa arrepios. Ao longo dos anos foi se adaptando às incisivas influências e acabou adquirindo gosto próprio, criando afinidade pelo Hard Rock e Heavy Metal. Louca e incondicionalmente apaixonada por Bon Jovi, não está nem aí pras críticas insistentes dirigidas à banda. Deixando a emoção de lado e dando ouvidos à técnica e qualidade musical, tem por melhores bandas, nessa ordem, BlackSabbath, Led Zeppelin, Deep Purple, Metallica e Dream Theater. De resto, é apenas mais uma apreciadora do bom e velho Rock'n'roll.

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