Stone Sour: guitarrista fala sobre o novo álbum
Por Nathália Plá
Fonte: blabbermouth.net
Postado em 27 de março de 2012
O STONE SOUR foi para os Sound Farm Studios, nos arredores de sua terra natal Des Moines, Iowa, com o produtor David Bottrill (TOOL, MUSE, STAIND) para começar a gravar seu quarto álbum para lançamento no outono (primavera no hemisfério sul) via Roadrunner Records.
"Esse álbum será mais uma progressão para a banda", declarou o guitarrista Josh Rand. "Musicalmente, sempre nos desafiamos a chegar nos nossos limites, e esse disco não é exceção". Rand também partilhou alguns detalhes sobre a narrativa lírica do álbum, dizendo, "Liricamente, o álbum segue um personagem até aquele momento complexo da vida dele, quando ele finalmente tem de decidir qual caminho seguir. É uma jogada espiritual e moral pelo controle do que esse homem será pelo resto da vida. Cada música contará a história de diferentes lados da personalidade do personagem, sendo que o ouvinte irá ao final decidir como a história termina."
O frontman do STONE SOUR Corey Taylor declarou o seguinte sobre a sequência ao álbum de 2010 "Audio Secrecy", "Não vejo a hora de me tornar basicamente um cientista louco no estúdio e criar um álbum que ninguém quer que façamos. Eu consegui permissão para fazer o que eu quisesse, o que significa que eu vou essencialmente ir contra a maré numa época onde as pessoas estão tentando apenas lançar singles. Estamos buscando fazer um álbum conceitual duplo e realmente fazê-lo destrutivo."
Ele acrescentou, "Imagine uma mistura do 'The Wall' «do PINK FLOYD» com o 'Dirt' «do ALICE IN CHAINS'» com anabolizantes e isso te dará uma mostra do que estou buscando nesse momento. O que temos agora é nuclear. É no limite. É obscuro pra caralho. Tem rock de primeira, umas partes de estourar os miolos e outras bem obscuras. Estou realmente empolgado. "
Taylor — que também é o frontman do SLIPKNOT — falou sobre o enredo do novo disco do STONE SOUR, "É basicamente a história de um homem que está tentando encontrar uma solução. Ele não consegue saber se ele está mais contente quando está infeliz ou se ele é infeliz por não estar contente. É quase como uma crise de meia idade de certa maneira. Ele é jovem o bastante para saber que ainda há muito a se viver, mas ele é velho o bastante para entender que ele não pode se prender ao romance da depressão adolescente e agressividade juvenil."
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