Legião Urbana: Dado comenta sobre tributo e Renato Rocha
Por André Nascimento
Fonte: Uol Música
Postado em 30 de novembro de 2012
Dado Villa-Lobos concedeu uma entrevista ao Uol Música, onde ele abordou dois assuntos que renderam polêmica neste ano:o tributo à LEGIÃO URBANA tendo como vocalista o ator Wagner Moura e Renato "Negrete" Rocha, baixista que tocou na LEGIÃO URBANA entre 1984 e 1989 e que reapareceu na mídia numa situação delicada:a de morador de rua no Rio de Janeiro. Abaixo dois trechos da entrevista que aborda esses dois assuntos.
Você ainda tem muito trabalho com a Legião em relação aos direitos autorais?
É uma burocracia só, são advogados, editores, gravadoras. Mas neste momento, para 2013, decidi: "Tô legal". Esse ano teve o lance do Wagner [Moura, que cantou com a banda], que foi muito intenso. De tocar na televisão e ter aquela repercussão absurda. Foi uma loucura. Valeu a pena, total. Foi o ápice daquilo tudo. Se na época da Legião Urbana tivesse Twitter, Facebook, essas coisinhas todas, a gente ia ser massacrado de qualquer jeito, pode ter certeza. Show da Legião era sempre confusão, isso que era o lance. Era um show de rock, você tem que esperar as coisas acontecerem, esperar o pior sempre. E o Renato [Russo], às vezes, era muito insuportável no palco.
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E esse ano ainda teve a repercussão em cima da história do [ex-baixista] Renato Rocha...
Foi surreal. Tem essa história do pessoal dizer: "Largaram o cara na miséria". Não foi isso. Alguns anos atrás, ele saiu do grupo. Ele não frequentava mais o estúdio, a gente estava gravando "As Quatro Estações" e precisávamos fazer terapia em grupo quando ele aparecia. Quando ele ia, o produtor sentava e falava: "Meu filho, você não pode fazer isso". Enfim, ele saiu da banda e tomou o caminho dele. Há dois anos um amigo me liga e fala: "Cara, vi Negrete mendigo na Lapa, catando latinha". Eu falei: "Aí não, não é possível". Que merda. Ele tentou falar com ele, trocar telefones, mas os amigos mendigos dele não deixaram. O que eu quero dizer com isso é que a escolha foi dele e dificilmente ele vai aceitar ajuda. Ele escolheu. É uma pena porque ele era meu brother, ele era, tipo, querido.
A entrevista na íntegra pode ser lida no link abaixo.
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