Suicidal Tendencies: má qualidade do som não impede show

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Por André Molina
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Após 15 anos de ter se apresentado na capital paranaense, o Suicidal Tendencies desembarcou em Curitiba para um competente show no Espaço Cult, na última sexta-feira (30 de agosto). A casa lotou. A impressão é de que a quantidade vendida de ingressos ao público foi maior do que o local comportava. Além do pouco espaço, a qualidade do som, também, não estava das melhores. Situação que foi revertida depois da terceira música.

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Aliás, pouca gente sabe, mas a possibilidade de cancelamento do show foi avaliada pelos membros da banda. Pouco depois de chegarem ao hotel após uma breve passagem de som, os músicos declararam que o show poderia ser comprometido. Porém, com a boa venda de ingressos, os fãs não poderiam ficar na mão. O jeito foi tentar regular o equipamento minutos antes de subir ao palco. Tarefa realizada por Eric Moore (bateria) e Tim Willians (baixo). Com a qualidade do som "meia boca", o restante da banda assumiu o posto, ao lado do líder Mike Muir (único membro original).

A canção de abertura foi "You Can't Bring Me Down", que colocou o local abaixo. Naquele momento, a banda já percebeu que a plateia não estava se importando muito se a qualidade do som estava boa ou não. Em seguida, vários clássicos do final da década de 80 e início de 90 como "Possessed to Skate", "War Inside My Had", "Send Me Your Money" e a pseudo-balada "How Will I Laugh Tomorrow".

Vale destacar ainda o desempenho técnica dos guitarristas Dean Pleasants (o mais veterano fora Mike Muir. Está desde 1997 no grupo) e o novato Nico Santora. Após o encerramento, a banda foi recebida pelos fãs para os tradicionais autógrafos e fotos.




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Sobre André Molina

André Molina é jornalista, economista e começou a ouvir heavy metal ainda quando era criança. Tem 30 anos de idade e Rock 'n' Roll é sua religião.

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