The Cure: banda só percebeu que era grande no Brasil
Por Bruce William
Fonte: UOL Música
Postado em 05 de junho de 2015
Matéria do UOL fala sobre a biografia "Nunca é o Bastante: a História do The Cure", do jornalista australiano Jeff Apter, que é focada basicamente na fase inicial da banda britânica e, conforme descrição do artigo, "reconstrói a figura errática e misteriosa do vocalista Robert Smith, um jovem obcecado por Bowie, Hendrix e Nick Drake, que logo se deu conta de que suas letras inspiradas em escritores como Albert Camus e Jean-Paul Sartre precisavam falar mais diretamente com o público".
Em um dos trechos, o assunto é a turnê que a banda fez pelo Brasil em 1987, confira abaixo:
Na segunda noite no Gigantinho [em Porto Alegre], o Cure estava tão exausto com o calor e o barulho que precisou tomar oxigênio antes de tentar um bis (...) Três dias depois, a banda estava em Belo Horizonte para um show diante de 20 mil fãs no Mineirinho. O calor e a multidão eram tão intensos quanto nos shows anteriores na América do Sul (...) Mais do que qualquer loucura que havia acontecido antes, na terceira semana da turnê o Cure sabia que estava em um estranho universo pop. A banda foi a um jogo de futebol entre Vasco e Bangu, no Maracanã. Depois que se sentou no camarote da diretoria, quase caiu para trás quando o imenso placar eletrônico mostrou uma simples mensagem: O BRASIL DÁ BOAS-VINDAS AO THE CURE. Era oficial: o Cure era muito grande.
Leia o texto completo no link a seguir:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps





Como Pink Floyd entrou nas influências que mudaram o som do The Cure, segundo Robert Smith
A banda que Robert Smith do The Cure disse ter perdido completamente o sentido do rock
A banda de rock que Robert Smith odeia muito: "Eu desprezo tudo o que eles já fizeram"
Perry Bamonte, guitarrista e tecladista do The Cure, morre aos 65 anos
O curioso motivo que leva Robert Smith a ser fã de Jimi Hendrix e David Bowie ao mesmo tempo


