Marty Friedman: o que seria preciso para ele voltar ao Megadeth?

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Por Bruce William, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Veja abaixo alguns trechos da entrevista que Marty Friedman concedeu ao podcast Metal Brainiac, transcritas pelo Blabbermouth.net.

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Se sua desilusão com a cena roqueira norte americana e encantamento com o pop japonês coincidiu com sua vontade de deixar o Megadeth:

Marty: Sim, e foi um elemento catalisador para eu deixar o Megadeth. Não que eu deteste o tempo que passei com a banda - na verdade adorei cada segundo, fizemos muitas coisas maravilhosas, especialmente na primeira metade de meus dez anos na banda. Depois a nossa popularidade ainda era alta mas comecei a achar que a música que fazíamos não me empolgava mais tanto quanto o que eu estava ouvindo na época. E isto é muito perigoso para um artista - você não se sentir empolgado com o que faz mas sim com o que ouve e compra. Você se sente como se estivesse mentindo - você sobe ao palco e ganha dinheiro com coisas que não gosta, enquanto se sente empolgado com trabalhos de outros artistas, e no fundo gostaria de fazer outras coisas, a despeito de estar ganhando mais ou menos, sem contar a questão da fama. Prefiro tocar algo que gosto que apenas me preocupar com os cheques de pagamento.

Se ele conversou com Dave Mustaine antes de sair da banda.

Marty: Infelizmente não falei muito sobre isto até ter decidido sair. Não disse que ia para o Japão. Decidi que sairia da banda pois de repente senti que não podia mais fazer aquilo, e polidamente expliquei que meu potencial estava sendo mal explorado e eu precisava partir para pensar no que fazer musicalmente falando. Mas mesmo que eu tivesse explicado tudo detalhadamente não creio que algo seria diferente.

Se ele de fato considerou alguma vez voltar a tocar no Megadeth.

Marty: Bem, por muito tempo seria a ideia mais improvável de passar por minha cabeça. Desde então eu lancei meu último disco solo, 'Inferno', e fiz muita coisa pela America como nunca tinha feito antes, e daí comecei a prestar atenção no quanto as pessoas pensam no trabalho que fiz no Megadeth. Não que eu tivesse esquecido, mas eu realmente não tinha ideia do impacto e entusiasmo dos fãs. Nunca tinha visto com meus próprios olhos pois estava mergulhado profundamente na minha carreira no Japão... Eu obviamente sabia, a gravadora havia me dito que o material da minha época com a banda era considerado lendário, mas eu senti na pele quando sai para promover o 'Inferno'. E por mais que não goste de ser nostálgico e viver do pessado, eu passei a considerar a sério ao menos algo tipo um evento com o Megadeth, pois os fãs realmente amariam isto, e este seria o único motivo. Mas o grande 'porém' é que isto precisaria ser feito de maneira absolutamente correta, teria que ser algo realmente especial, muito bem feito e organizado, com todos encaixados e executando devidamente suas funções, precisaria ser algo grandioso, com uma equipe fantástica, tudo 100% funcionando ou simplesmente não poderia rolar. Quando este dia chegar, receberei ofertas com coração alegre. E ainda sou muito amigo de todos na banda. Então isto pode vir a acontecer. Mas não está, certamente, no topo da lista de coisas que pretendo fazer. Nunca sequer tinha considerado isto antes, mas hoje levo a sério pois ouvi em primeira mão o que as pessoas na América pensam sobre o assunto".

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Post de 04 de agosto de 2015

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