Engenheiros: Gessinger lançará vinil com regravações e novo álbum

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Por André Nascimento, Fonte: Facebook-Humberto Gessinger
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Lançado originalmente em 1993 o álbum "Filmes de Guerra,Canções do Amor" foi o derradeiro álbum dos ENGENHEIROS DO HAWAII com a formação Gessinger, Licks e Maltz. Agora 25 anos depois, o vocalista e baixista Humberto Gessinger regrava as quatro faixas inéditas que fizeram parte daquele álbum ("Quanto Vale A Vida", "Realidade Virtual", "Mapas do Acaso" e "Às Vezes Nunca") para serem lançadas nas plataformas digitais e no vinil +CD "Canções de Amor, Filmes de Guerra" que traz exclusivamente no vinil as versões demo de "Às Vezes Nunca" e "Quanto Vale A Vida". O LP já se encontra à venda na Stereophonica, que é o site/loja respoonsável pelo merchandsing de Gessinger.

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Entre as quatro faixas regravadas, Gessinger usou dois formatos e quatro músicos: em "Quanto Vale a Vida e Realidade Virtual" as releitura são acústicas onde ele (Gessinger) tocou viola caipira ao lado do seu ex-guitarrista Fernando Peters (baixo) e Paulinho Goulart (acordeon); já em "Mapas do Acaso" e "Às Vezes Nunca" o formato é elétrico e Gessinger tocou baixo ao lado de seus músicos de apoio Felipe Rotta (guitarra) e Rafael Bisogno (bateria). Esse lançamento poderia chegar meramente ao mercado mas Gessinger resolveu fazer um show em Belo Horizonte/MG nos dias 01 e 02 de dezembro tendo duas formações em trio: um acústico com Peters e Goulart, e a outro trio no formato banda com Rotta e Bisogno.

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Outra novidade é que Humberto Gessinger começará a gravar seu próximo álbum de inéditas e revelou que o começo das gravações acontecerá em março de 2019 e o trabalho que será o primeiro de inéditas desde "Insular" (de 2013) deverá ser lançado ainda no primeiro semestre de 2019.

O baixista/vocalista Humberto Gessinger escreveu um post em suas redes sociais dando maiores detalhes e divulgou um video release do LP+CD "Canções de Amor, Filmes de Guerra"- título para os mais atentos é uma inversão do álbum semi acústico lançado pelo ENGHAW em 1993. Leia abaixo o post e veja o vídeo:

Há 25 anos, em 1993, os Engenheiros do Hawaii lançaram o disco Filmes de Guerra, Canções de Amor. Como todos os meus registros ao vivo - seja com EngHaw, Pouca Vogal ou solo - ele trazia, ao lado de regravações, material inédito. Com o passar do tempo, percebi que as músicas que escrevo para estarem ao lado dos clássicos nestes trabalhos acabam formando um "álbum dentro do álbum".

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Para comemorar um quarto de século da gravação do Filmes de Guerra, Canções de Amor, regravei as quatro músicas inéditas do disco.

Nas versões de QUANTO VALE A VIDA e REALIDADE VIRTUAL, a releitura ficou a cargo de um trio acústico: toquei viola caipira ao lado de Paulinho Goulart no acordeon e Nando Peters no baixo. Paulinho participou do DVD inSULar Ao Vivo e Nando está presente nos meus trabalhos mais recentes.

Em MAPAS DO ACASO e ÀS VEZES NUNCA, estou no baixo, acompanhado por Rafa Bisogno na bateria e Felipe Rotta na guitarra. É o mesmo power-trio do DVD Ao Vivo Pra Caramba.

Este trabalho se chama Canções de Amor, Filmes de Guerra e, além das plataformas digitais, também estará disponível numa edição especial em vinil e CD que, além das quatro regravações, trará (apenas no vinil) as demos de ÀS VEZES NUNCA e QUANTO VALE A VIDA. São gravações caseiras que fiz em 1992, sem muita preocupação técnica, mas que registram bem o nascimento das canções.

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Assim, a tour Ao Vivo Pra Caramba se renova e segue na estrada até março de 2019, quando começarei as gravações de meu novo disco. Ele trará canções inéditas, escritas entre fevereiro e outubro deste ano e deve ser lançado ainda no primeiro semestre do próximo ano.

Até lá, os shows ganham este novo elemento: o diálogo entre as inéditas de 1993 e as de 2018. Diferente de um livro, que podemos ler na velocidade que quisermos ou de um quadro que podemos apreciar no nosso ritmo, a música traz, em si, seu próprio tempo. Os segundos de um acorde, os minutos da canção, os três quartos de hora de um disco, as duas horas do show, o ano da tour, as décadas de uma carreira longeva. Tempos subjetivos, mas tão (ou mais) reais do que os do relógio. Como o pulso, o coração.

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