Paul Stanley: o Led Zeppelin errava muito, e por isso eram tão incríveis
Por Bruce William
Postado em 23 de abril de 2021
Durante bate papo com Regis Tadeu e Paulo Baron, Paul Stanley (Kiss) falou de sua paixão pela soul music - o foco da conversa era o lançamento recente de seu projeto paralelo, o Soul Station e seu disco de estreia, "Now And Then".
"Amo essa música porque ela não é perfeita, é passional, e a paixão não precisa de perfeição. Muita música hoje em dia é perfeita porque é feita por computadores. A música antigamente era feita por seres humanos de carne e osso, tocando instrumentos e nem sempre de forma perfeita. Se você ouvir alguns desses discos originais, parte do que os faz tão incríveis é que a guitarra pode estar um pouco desafinada, os sopros podem não estar perfeitos. E isso também serve para... ouça os dois primeiros álbuns do Led Zeppelin, tem tudo quanto é tipo de erro ali, mas é isso que os faz tão incríveis! Eles não sacrificavam a emoção para conseguir algo perfeito. Então acho que toda grande música assume riscos e não tenta ser perfeita".
A conversa inteira pode ser vista no vídeo a seguir, com legendas em português.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Último show do Black Sabbath foi "estranho", segundo Tony Iommi
Tony Iommi anuncia o disco "From the Dark", que conta com participação de Jorn Lande
A canção do Led Zeppelin que Robert Plant disse ser "rock progressivo enlouquecido"
Quem é Karl Brazil, novo membro da banda de Tony Iommi
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco
Polêmico novo EP do Avenged Sevenfold ainda possui duas músicas inéditas
Tony Iommi divulga vídeo de "World Alone", faixa do seu próximo disco solo
Filho confirma que Ozzy Osbourne não tinha condições de fazer o show de despedida
Tony Iommi conta por que Becky Baldwin e não Geezer Butler tocou em seu novo disco
"Extremamente orgulhoso": Jorn Lande fala sobre participação em álbum de Tony Iommi
O clássico do Iron Maiden em que Bruce Dickinson alcançou a nota mais alta da carreira
Tony Iommi ainda não se acostumou com a ausência de Ozzy Osbourne
Dave Murray, Adrian Smith e Bruce Dickinson revelam suas músicas favoritas do Iron Maiden
O cantor que Robert Plant definiu como único, eterno e maravilhoso



O hit que virou hino da Copa sem jabá nem marketing, segundo Regis Tadeu
A opinião de Regis Tadeu sobre o clássico "Somewhere in Time" do Iron Maiden
A opinião de Regis Tadeu sobre "Living on a Prayer" do Bon Jovi na Copa do Mundo
O álbum que é o ápice do tédio empacotado para a geração Z, segundo Regis Tadeu
A única banda de rock nacional que não virou peça de museu, segundo Regis Tadeu
A banda de rock que lucra com a infantilização do público adulto, segundo Regis Tadeu
Regis Tadeu revela o truque maroto que o Iron usa, mas o Metallica não precisa


