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Summer Breeze

Angra: "Apesar de experimentalismo, há limite até onde você pode ir", diz Andreoli

Por Emanuel Seagal
Postado em 11 de outubro de 2021

O baixista Felipe Andreoli (Angra, 4Action) participou de uma entrevista ao canal de Thales Queiroz no YouTube. No trecho abaixo, transcrito pelo Whiplash.Net, Felipe comentou sobre o lançamento do seu álbum solo, "Resonance", a motivação para lançá-lo e a diferença entre este disco e seus trabalhos no Angra, confira:

"É um sonho antigo, de fazer um disco solo, que há muitos anos eu venho 'barrigando', justamente por estar sempre dedicado ao Angra, ao 4Action, aos meus outros projetos, e eu não sou um cara muito produtivo pra compor. Meus esforços de composição são mais concentrados naquele momento, naquele disco que eu tô fazendo. Eu não sou um cara que está sempre compondo em casa, e durante a pandemia eu tive a oportunidade de sentar, e estava sentindo muita falta de tocar, essa que é verdade. Eu comecei a compor este álbum lá pra junho e julho do ano passado, e ali já estava alguns meses sem tocar, e já estava ficando meio em desespero. Então eu falei 'bom, vou juntar o útil ao agradável e fazer um disco'." disse o baixista sobre a decisão de começar a gravar o disco.

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Sobre a escolha de fazer um disco solo ao invés de um lançamento tradicional de uma banda, ele disse: "Eu acho que em nenhuma banda em que eu passei compondo eu tive a oportunidade de colocar 100% da minha identidade musical. Sempre existe uma adaptação, daquilo que você compõe, daquilo que você arranja, daquilo que você toca para aquele projeto específico.", disse.

"No Angra, a gente sabe que apesar do Angra ser uma banda que tem um caráter experimental bastante forte, tem um certo limite até onde você pode ir, e isso é verdade para todos os projetos. Cada projeto tem sua cara, tem sua vertente específica, e nenhum deles é 100% Felipe, e nem tem que ser. Eu acho que justamente a beleza destes projetos é ter a cara dos músicos e ter a sua própria identidade, mas o meu disco é 100% Felipe, não na execução, porque eu fui extremamente feliz de contar com um monte de músicos fantásticos, que fizeram um álbum muito melhor que eu jamais poderia ter feito sozinho, mas a direção é 100% minha", complementou o músico.

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Confira o bate-papo na íntegra no vídeo abaixo.

Apesar da enorme lista de convidados, que inclui nomes como Kiko Loureiro (Megadeth, Angra), Dino Jelusick (Whitesnake), Virgil Donati (Planet X, Steve Walsh, Mick Jagger) e Simon Phillips (Asia, Judas Priest, Toto, The Who), ele garantiu o controle do que foi colocado no álbum: "Nada que esses músicos tocaram foi pro disco sem que eu quisesse que estivesse no disco, e eu acho que estilisticamente falando não é redundante com tudo que eu faço em outros projetos, não é redundante com o Angra, com o 4Action ou com o Kiko. Ele tem a sua própria veia, que é alguma coisa entre o prog e o fusion, e apesar de eu abordar um pouco destes estilos em outras bandas, nunca foi feito desta forma."

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"Resonance" pode ser conferido abaixo e conta com as seguintes faixas:

01 - Driven
02 - Resonance
03 - Thorn In Our Side (Feat. Simon Phillips & Dino Jelusick)
04 - Not A Day Goes By
05 - Metaverse (Feat. Virgil Donati & Andre Nieri)
06 - Neutron Star (Feat. Brett Garsed)
07 - Chaos Theory
08 - Down The Line (Feat. Guthrie Govan)
09 - Sagan (Feat. Kiko Loureiro)
10 - Thorn In Our Side [Instrumental] (Feat. Simon Phillips)

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Fotos de Infância: Felipe Andreoli, do Angra e ex-Almah


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Sobre Emanuel Seagal

Descobriu o metal com Iron Maiden e Black Sabbath até chegar ao metal extremo e se apaixonar pelo doom metal. Considera Empyrium e X Japan as melhores bandas do mundo, Foi um dos coordenadores do finado SkyHell Webzine, escreveu para outros veículos no Brasil e exterior, e sempre esteve envolvido com metal, seja com eventos, bandas, gravadoras ou imprensa. Escreve para o Whiplash! desde 2005 mas ainda não entendeu a birra dos leitores com as notícias do Metallica. @emanuel_seagal no Instagram.
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