O motivo pelo qual Paul McCartney sentia vergonha ao tocar "Yesterday" em shows
Por Gustavo Maiato
Postado em 16 de abril de 2022
O clássico "Yesterday" é um dos maiores sucessos dos Beatles e, segundo várias fontes, é a canção mais regravada da história. Mas por que será que Paul McCartney, compositor da balada, sentia vergonha ao tocar essa música ao vivo?
Em entrevista para Howard Stern transcrita pelo canal Podcasts Traduzidos, Paul McCartney foi questionado sobre o fato de "Yesterday" ser a primeira vez em que os Beatles apareceram com apenas um integrante no palco na hora dos shows.
"A música 'Yesterday' é uma das mais bonitas já escritas. Lembro de ver você na TV tocando essa música pela primeira vez. Você tocou sozinho, sem nenhum dos Beatles estarem com você. Eu nunca tinha visto os Beatles fazerem isso antes. Eles nunca tinham feito uma música solo, onde apenas uma pessoa tocava. Isso foi generoso da parte deles. O John Lennon saiu dessa música por conta própria. Ele disse que não podia acrescentar nada na música", comentou o apresentador.
Em sua resposta, Paul McCartney explicou que desde que mostrou "Yesterday" para os outros Beatles, ficou decidido que o arranjo contaria apenas com uma guitarra e não teria bateria. O problema é que, segundo Paul, o fato de ser apenas ele interpretando a música nos shows acabava sendo um pouco constrangedor.
"Sabe, nós éramos muito sinceros uns com os outros. Para mim, essa experiência de tocar sozinho me dava um pouco de vergonha. Eu não queria ser o cara que fica sozinho no palco. Existe um grande conforto em estar em um grupo de amigos. De repente, quando fiz 'Yesterday', isso aconteceu. Essa música veio para mim em um sonho, escrevi a letra quando estava de férias. Quando mostrei para eles, estava somente eu e eles disseram para não colocar bateria, não precisava. Apenas uma guitarra seria suficiente. Mas foi sim um pouco constrangedor, tanto que decidimos não lançar como single na Inglaterra. Somos um grupo de rock! Mas eles insistiram e lançamos como single nos EUA", concluiu.
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