Robb Flynn deixou pra trás o passado de "beber, brigar e transar" toda semana
Por Emanuel Seagal
Postado em 21 de setembro de 2022
Robb Flynn, vocalista, guitarrista e fundador do Machine Head, foi entrevistado por Gregory Adams, da revista Guitar World, que o questionou sobre os elementos pop que influenciaram "Catharsis", o penúltimo álbum do grupo, e se o novo disco, "Of Kingdom And Crown", é uma "reação raivosa" ao trabalho anterior.
Machine Head - Mais Novidades
"É um disco feroz, sem dúvida, mas a gente simplesmente escreve as músicas, entende? Não estou tentando soar pesado ou pop. Acredito que uma coisa que teve grande importância nesse disco foi ter Chris (Kontos) e Logan (Mader) para a turnê de 25 anos. Reconectar e podermos tocar juntos foi incrível de diversas formas e a turnê foi um grande sucesso, com ingressos esgotados", afirmou.
Apesar de celebrar os 25 anos de "Burn My Eyes", o álbum de estreia do Machine Head, e relembrar o início do grupo, Robb não acredita que poderia compor como fazia na época. "Não poderia escrever algo com a mesma cabeça de um cara de 24 anos, que andava por aí, maluco, brigando, bebendo e fodendo a cada final de semana. Julgo que seria muito falso escrever assim, porque isso foi 28 anos atrás — sou um pai, com dois filhos adolescentes agora, mas isso me fez lembrar da minha mentalidade quando gravei esse disco e as coisas que queria realizar. Eu sabia que nossa música seria rápida, técnica e meio thrash, então eu queria ter essas linhas vocais simples. Cadências simples, sem muitas notas; eu só queria ser brutal. Essa foi uma das coisas que trouxe com esse álbum", disse.
O músico, que também apresenta o podcast "No F'n Regrets", comentou sobre o início da pandemia: "Estávamos em turnê por cinco meses e aí a turnê nos EUA acabou e eu peguei COVID. Duas semanas depois o mundo parou, e eu pensei, 'Eu tenho que tocar', então comecei a vir pro meu estúdio e fazer happy hours acústicos. Eu era o único com permissão de vir aqui, porque tudo estava em lockdown, então falei, 'Eu vou lá na sexta-feira. Vou tomar cerveja e tocar músicas acústicas, e se você quiser aparecer, estarei ali por duas horas.' Comecei a fazer lives no Facebook pelo meu telefone, com um pequeno microfone. Foi totalmente espontâneo. Eu só tocava qualquer música que eu quisesse — eu reimaginava as músicas do Machine Head; recebi pedidos de covers. Às vezes era incrível, às vezes um desastre, mas foi divertido e as pessoas começaram a assistir."
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Rafael Bittencourt, fundador do Angra, recebe título de Imortal da Academia de Letras do Brasil
Iron Maiden fará show em Curitiba na turnê de 50 anos "Run For Your Lives"
O álbum do Iron Maiden eleito melhor disco britânico dos últimos 60 anos
As 5 músicas pesadas preferidas de Mille Petrozza, frontman do Kreator
A música que Regis Tadeu mandaria ao espaço para representar o melhor da humanidade
O disco do Metallica que transformou Lars Ulrich em inimigo eterno
O melhor cantor de blues de todos os tempos, segundo Keith Richards
10 bandas de rock que já deveriam ter se aposentado, segundo o Guitars & Hearts
Evanescence lança vídeo oficial da música "Who Will You Follow"
"Seria um idiota se aceitasse": guitarrista descarta retorno ao W.A.S.P.
O maior guitarrista da história para Bruce Springsteen; "um gigante para todos os tempos"
As duas bandas de metal que James Hetfield não suporta: "Meio cartunesco"
The Rasmus anuncia turnê latino-americana com show no Brasil
O álbum do Aerosmith que deveria marcar um retorno importante, mas deixou a desejar
O guitarrista que Ace Frehley considerava "um mago"
Em seu novo álbum, Machine Head mostra que está mais vivo do que nunca
A canção do Machine Head que aborda o poder da música
Machine Head relembra o seu primeiro show, realizado em local incomum
As dez melhores bandas de heavy metal dos EUA, na opinião de Mateus Ribeiro


