Bruce cita o álbum injustiçado do Maiden; "ele vive à sombra da tríade sagrada da banda"
Por Bruce William
Postado em 13 de janeiro de 2025
O vocalista também fala da dificuldade de se manter o público engajado durante canções como "Death Of The Celts" com seus dez minutos de duração incluindo mais de cinco minutos de instrumental: "Droga, não perdemos eles, certo?"
O vocalista do Iron Maiden, Bruce Dickinson, compartilhou suas reflexões sobre o álbum "Somewhere In Time" (1986) durante uma entrevista à Classic Rock. A conversa surgiu ao ser abordada a "Future Past Tour", que celebrou tanto o álbum mais recente da banda, "Senjutsu" (2021), quanto esse clássico da década de oitenta.

Para Dickinson, revisitar as músicas de "Somewhere In Time" é uma oportunidade de destacar o impacto de décadas do disco: "'Somewhere In Time' não foi exatamente esquecido como álbum", explicou. "Mas, de certa forma, sempre pareceu viver à sombra do que veio antes – a tríade sagrada de 'The Number Of The Beast', 'Piece Of Mind' e 'Powerslave' - e do que veio depois, 'Seventh Son Of A Seventh Son'. Mas há músicas incríveis em 'Somewhere In Time'. Eu amo 'Stranger In A Strange Land', tem uma pegada fantástica."
Dickinson também comentou o desafio de apresentar algumas faixas desse álbum na turnê, incluindo a épica "Alexander The Great". "Eu desafio qualquer um a cantar 'Hellenism he spread far and wide' sem perder os dentes da frente!", brincou, destacando as letras complexas que marcam a música.
A turnê ainda trouxe faixas de "Senjutsu", como "Death Of The Celts", uma longa composição de dez minutos que inclui cinco minutos e vinte segundos de instrumental. Para Bruce, manter o público engajado durante canções tão elaboradas é um teste de fogo. "Você chega ao final da música, olha para a plateia e pensa: 'Droga, não perdemos eles, certo? Eles estão com a gente! Estão prestando muita atenção.' É quando você sabe que realmente tem algo especial."
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