Initiate Decay: Experiência e brutalidade a caminho
Por Wagner Santos
Fonte: Domini Inferi Prods.
Postado em 27 de fevereiro de 2017
Uma banda com grandes músicos conhecidos dentro e fora do Brasil está se formando. Nesta entrevista conversamos com Tiago Vargas, um dos membros compositores do Initiate Decay. Todos compõem na banda o que se torna um diferencial não só na banda mas no que está para ser lançado.
Tendo em vista que os músicos que integram a banda trazem na bagagem experiências de gravações em estúdio, turnês nacionais e internacionais, o que devemos esperar para o primeiro trabalho?
Tiago Vargas: Saudações! Realmente o line up do Initiate Decay conta com músicos de experiência oriunda de outras bandas dentro do cenário Death Metal. Experiência esta que acreditamos ser um diferencial que acrescentará a banda, tanto na elaboração de composições quanto na divulgação do novo trabalho.
Tiago Vargas: Para esse primeiro trabalho, estamos empregando e diversificando nossas influências. Nosso atual repertório não se restringe a uma só influência e característica, justamente pelo fato de todos os membros possuírem referências musicais diferentes, que vão do Death metal clássico Old School até o mais contemporâneo, passando inclusive por outros estilos tais como Thrash e Heavy Metal. O que podemos dizer é que as músicas são bem enérgicas, agressivas, combinadas a muitas quebras rítmicas.
O primeiro trabalho da banda ainda não foi registrado e o ID já está executando seus primeiros shows, isso se deve a curiosidade do público e dos produtores quanto a formação da banda de músicos que vem de bandas já conhecidas na cena underground?
Tiago Vargas: Justamente essa experiência de todos os integrantes e vivência em outras bandas é que nos proporciona o impulso para simultaneamente trabalhar na preparação de um repertório do zero com novas composições e tocar em shows. Esse processo, na verdade, tem sido bastante desafiador para todos nós. Eu fui o último integrante efetivado na banda. Quando fui convidado pelo Aires e pelo Alexandre, já foi me apresentado esse desafio, que seria: Tocar as músicas prontas, compor novas músicas, elaborar letras e elaborar linhas de vocal, tudo num curto espaço de tempo. Mesmo sabendo que seria puxado eu topei, por ser um grande desafio como músico. Contudo, tudo está ocorrendo muito naturalmente. Todos nós estamos muito envolvidos com esse processo. Quando se faz o que gosta, simplesmente tudo flui melhor. Os ensaios sempre são muito focado, intenso e produtivo.
A um olhar mais atento do público a banda conta com o Alexandre Graessler (In Torment) que ja tem bagagem de duas turnês na Europa, Tiago Vargas (Carcinosi) que possui dois registros em áudio o que levou a banda para o Uruguai e shows fora do Estado do RS, temos Diego Araujo que passou pelo (Revogar) Junto com o Aires Trajano que inclusive estão na formação do (DVD Revogar na estrada) disponível no youtube, uma banda com muita experiência e isso agrega muito valores dentro e fora do estúdio, o que podemos esperar deste conjunto tão valoroso?
Tiago Vargas: Embora com pouco muito pouco tempo de vida (agosto/2016), nosso principal objetivo como banda é fazer diferença. Acreditamos que essa bagagem trazida e somada possa contribuir como conjunto para alcançarmos esse objetivo sonoro.
Tiago Vargas: Se tratando de expectativa o que podemos dizer é que as músicas estão com uma identidade bem peculiar. Estamos mesclando e combinando muito as nossas influências neste processo intenso de composição. Adotamos de uma forma muito natural uma metodologia onde todas as ideias trazidas são avaliadas por todos, e na maioria das vezes acrescentamos novas ideias a composições já definidas. E estamos explorando a utilização de dois vocais. Queremos trabalhar também como diferencial essa modalidade.
Quantas músicas estão sendo preparadas para este primeiro registro?
Tiago Vargas: Até então estamos com 5 composições, as quais posso assegurar que são bem distintas entre si. Como os ensaios são praticamente uma oficina de ideias, em breve sairão mais músicas. Acredito que até o final de março/2017 tenhamos mais músicas.
Qual assunto está sendo abordado nas letras?
Tiago Vargas: Os temas são gerados em cima da revolta contra a hipocrisia da mente humana, exteriorizando aversão e ódio onde idealizamos a nossa futura extinção que será causada pela nossa própria espécie.
Para o show do Maledetta Festival 2017 a banda terá merchandising disponível?
Tiago Vargas: Estamos providenciando material como camisetas e patches. Por não ter ainda tempo de gravar nossos registros, não disponibilizaremos CDs. Mas já está mapeado como nossa próxima meta a ser cumprida a gravação destes registros.
Quanto tempo de show a banda pretende executar nesta apresentação?
Tiago Vargas: O show possui um tempo delimitado de meia hora. Mesmo que tivéssemos mais conteúdo a apresentar não poderíamos infelizmente ultrapassar esse tempo. Mas acreditamos que dentro desse tempo seja possível apresentar tudo o que desejamos para esse primeiro show.
As composições estão a cargo de todos da banda?
Tiago Vargas: Sim, e essa é a parte divertida o que torna imprevisível o processo de composição. As músicas nem sempre são finalizadas como foi idealizado inicialmente. As composições são trabalhadas com as nossas diversas influências. De uma forma natural criamos uma metodologia de composição, onde vamos acomodando-os
O Domini Inferi agradece por esta entrevista, por favor deixe suas considerações finais.
Tiago Vargas: Wagner, em nome da Initiate Decay agradeço primeiramente a você pelo espaço cedido nesta entrevista e pelo grande apoio que você tem dado a nós.
Tiago Vargas: Gostaríamos também de agradecer nossos amigos e familiares pelo apoio que estão nos dando para seguirmos tocando de forma intensa nesta etapa inicial.
Tiago Vargas: E quero também dizer a todos que aguardam com expectativa o nosso trabalho, acreditem, estamos também muito ansiosos para poder apresentar o nosso trabalho com o Initiate Decay.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música do AC/DC que Angus Young considera melhor que "Satisfaction"
Os 50 melhores riffs de metal e rock de todos os tempos, segundo a Guitar World
Músicos do Judas Priest passaram uma semana em motel fuleiro para abrir shows do Led Zeppelin
A música do Metallica que fez James Hetfield perceber que a banda havia virado profissional
Membros originais do Nightwish dão "sinal verde" para turnê com ex-membros
5 músicas de metal em que os últimos segundos são a melhor parte
Mike Portnoy coloca novo álbum do Mastodon como candidato a melhor disco de 2026
A música estranha de John Deacon que o Queen quase rejeitou e acabou virando seu maior single
Astros do rock e metal unem forças em tributo ao Deep Purple
O clássico dos Beatles em que John Lennon não conseguiu tocar guitarra como deveria
Bruce Dickinson relembra a luta de Nicko McBrain para tocar com o Iron Maiden após sofrer derrame
Lançada "The Vanishing", música do Mastodon que conta com participação de Geezer Butler
Rob Halford, do Judas Priest, acha que Phil Lynott foi um gênio
O instrumento que Paulo Miklos quis tocar nos Titãs e foi vetado na hora
O dia em que homem tirou uma soneca durante show do Garbage
Shinoda conta como era trabalhar com Chester Bennington: 'Eu dava ideias e ele as trazia à vida"
Nelson Motta lembra composição com Erasmo Carlos: "Está entre as cinco melhores que fiz"
A resposta de David Gilmour quando perguntado se tinha ciúmes de Roger Waters

Lemmy: tatuagens, política, strippers e atrizes pornô
Bob Daisley: baixista dá detalhes de sua briga com Osbourne



