Bandanos: Urbanos até o osso!

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Por Ben Ami Scopinho
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Skate, bandanas, bonés com aba para cima e, principalmente, um barulho infernal explodindo os alto-falantes. Vindo da capital paulista, o Bandanos traz várias características da velha geração do Crossover, mas está longe de soar ultrapassado. Muito longe. A energia e fúria de sua música é tal que o conjunto vem conseguindo atingir o mercado independente internacional graças ao velho senso de comunidade underground, já tão esquecido – ou conscientemente ignorado – pelas bandas que apenas seguem a tendência comercial do momento.

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Cris Platterhead (voz), Marcelo Papa (guitarra), Alex Crusher (baixo) e Luciano (bateria) estão chegando ao seu primeiro CD, "We Crush Your Mind With The Thrash Inside", que, ao lado da performance matadora do quarteto sobre os palcos, vem fazendo o nome Bandanos ser comentado por qualquer um que tenha contato com sua música. Aproveitando a ótima fase, o Whiplash! foi conhecer melhor este excelente grupo, conversando por e-mail com o vocalista Cris, que mostrou bom-humor e muita vontade de vencer honestamente.

Whiplash!: Olá Cris, é um prazer falar contigo! Como foi a fase inicial dos Bandanos?

Cris: Em primeiro lugar, meu agradecimento a você, Ben, pelo espaço cedido, e ao site Whiplash! por ter nos dado um lugar pra passar um pouco mais das idéias por trás da banda, e a todos os "internautas" que estão neste momento lendo esta entrevista. Bem, vamos lá... Bandanos tem uma história como a de todas as bandas, mas com algumas particularidades... Começamos como um "projeto paralelo" de integrantes de outras bandas que na época estavam em plena atividade, como Point Of No Return (Luciano – baterista), Questions (Marcelo – guitarra), No Violence (Ruy – ex-vocalista) e o War Inside (Franz – baixista original). Foi uma banda que já nasceu na era da "internet", pois surgiu numa sala de "chat" que todos os membros costumavam participar... Tudo meio na brincadeira, mas uma hora acabou rolando de verdade. Com o tempo outras pessoas foram entrando e saindo, e acho que essa formação atual seja a quarta ou quinta desde que o Bandanos foi montado... Eu mesmo entrei logo depois que o Franz saiu, na época tocava guitarra no xEM CHAMASx. A banda foi montada em fins de 2001, mas só vingou mesmo em 2002, pois o Luciano foi fazer a última tour do Point na Europa antes da banda acabar... Aqui em SP estávamos no meio do "boom" do Thrashcore e Fastcore, e o Ruy disse que tava faltando uma banda de Crossover na área. Todo mundo era muito amigo, já todos conhecidos de velha data, e a idéia de que tinha que ser uma banda que nem o Suicidal Tendencies (da velha fase) foi unânime... Acho que no começo era algo sem muitas pretensões e que acabou virando uma coisa séria... Nosso primeiro show foi aqui em SP foi na periferia (M Boi Mirim) e, por incrível que pareça, a mesma pessoa que o organizou foi quem lançou nosso CD junto com o Boka (RDP), que é o Thiago da Cospe Fogo. Mas a idéia sempre foi essa, desde o lance da "estética" meio gangueira até a parte das letras, e lógico, a parte musical propriamente dita... Mas é lógico que ser influenciado por uma banda não significa copiar ela descaradamente, e sim deixar isso fluir da forma mais natural possível... E também temos N outras influências em nossa música, tanto vindas do punk/hardcore quanto vindas do metal...

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Whiplash!: Ok, mas o skate, por exemplo, tem um papel importante no Bandanos. Isso faz parte da estética, ou vocês são mesmo skatistas?

Cris: Bem, depende o que é ser skatista... Como diz o Menezes, um grande amigo nosso, "andar de skate é só um detalhe"... Acho que pela nossa idade (na faixa dos 30 anos), crescemos com o skate sendo muito presente na nossa infância e adolescência. Eu mesmo andei de skate até meus 20 anos, quando eu literalmente desisti por uma fratura no pé direito... Foi quando me tornei pai também, comecei a faculdade e tive que abandonar algumas coisas que costumava fazer. Eu peguei a época dos "tubarões" ainda, onde as manobras eram feitas nas ladeiras, isso ainda quando eu morava em Minas Gerais, pois sou de lá... Ainda me lembro da felicidade que fiquei quando comprei meu shape "Lifestyle Tron" quando vim em SP, que tinha aquele bico horrível! Depois foi um URGH! "Léo Caquinho" e por aí vai... Mas nunca fui muito bom não... Aí que entra a frase "andar de skate é só um detalhe!" (risos). E outra coisa, as bandas que ouvíamos, inclusive o próprio Suicidal, eram a trilha sonora das "sessions" e às vezes estavam intimamente ligadas devido a revistas como o "Thrasher" que sempre trazia notícias de bandas e música... Sei que o Papa também andava e roubava bonés da Barrafunda (risos) assim como o Luciano, só o Alex que não tenho 100% de certeza, mas que deve ter se arriscado também... Nos anos 80, era difícil quem não andava, ainda mais eles, que eram aqui de SP mesmo... Atualmente somos todos gordos e pesados e nem tem skate pra nos agüentar! Só se for os "long-board" mesmo! Mas a estética é muito presente em nossas artes pelo fator de o Skate representar essa fase "áurea" onde o Crossover/Thrash nasceram e estar intimamente ligado a ele, e também pelo Alexandre Kool, que é nosso "designer", também ser ex-skatista e procurar agregar nos seus desenhos essa nossa influência... O pessoal que "doou" os desenhos para o CD também sacou esse lado e colocou no papel.

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Whiplash!: Alguns headbangers são tão apaixonados pela sua música que muitos desenvolvem uma postura bastante radical quanto à música e público, e alguns dos membros do Bandanos já tocaram em bandas de Heavy Metal. Como foi a transição deste pessoal para o crossover?

Cris: O Bandanos tem público que vem de todas as cenas... Punks, headbangers, thrashers, pessoal do hardcore, straight-edges, cycos (*), crusties, pessoal da antiga que nem costuma mais ir a shows, mas aparece nos nossos só pelo "revival", e até uma molecada que tá chegando agora no rock e descobriu o crossover… A gente encara isso de forma positiva, pois como disse o saudoso SOD, o crossover tem que ser "United Forces"... O próprio João Gordo do RDP disse, quando tocou conosco em um show no Hangar 110, que o nosso show tinha esse espírito que o SOD falava na música. Não sei se é uma transição ou uma "vibe" atual, pois é fato que o Thrash e Crossover são estilos que estão em alta no rock aqui no Brasil e lá fora também, com várias bandas voltando tanto da cena metal, quando da cena hardcore, logo essa "popularidade" vem junto com toda essa onda que está rolando, e que vem cheio de bandas boas em todo o Brasil, como ByWar, Violator, Hate Your Fate, MxAxCxEx, Lowlife, Blasthrash, Possuídos pelo Cão, Repulsores, Beermug, Infected, RxHxDx, Imminent Attack, entre outras... Nosso público é louco que nem a gente. Molecada insana que faz com que ELES sejam a verdadeira atração em nossas apresentações e sempre acabem roubando a cena... Atenção rockeiros de todo Brasil, descubram o crossover vocês também! hahahaha...

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(*) Nota do editor – o próprio Cris explica: Cycos é a gang de chicanos que os membros do Suicidal Tendencies faziam parte, é a galera que aparece na grade do clipe de "You Can´t Bring Me Down" e de onde vem aquele visual do ST e consequentemente o nosso, esse lance meio "gangue" de latinos, bandanas, camisa de flanela, boné de abas pra cima... A gente brincava entre nós da banda que a molecada que vai aos nossos shows com esse visual (que não são poucos !) é Cyco. Mas a parada pegou e os próprios moleques começaram a se intitular CYCO também... Aí fudeu!

Whiplash!: Como rolou a parceria entre vocês e a Delinquent Recs para liberar nos Estados Unidos o material "K7 Demography" (06) e o split CD "Thrash From The Dead" (07), que vocês dividem com o grupo californiano Destructions End?

Cris: No caso do K7 quem entrou em contato conosco foi o Grahan da Delinquent. Ele tem uma distro nos EUA, que ainda faz lançamentos neste formato. Eu fiquei muito feliz, pois cresci trocando fitas e gravações por meio de cartas e troca com gente de todo o mundo... Ter um lançamento nesse formato pra mim foi uma ótima notícia, e eu que sou a pessoa que cuida da parte de "artes e layout" já pirei em correr atrás de artistas que estivessem a fim de fazer algum desenho para usarmos nesse material... Acabou ficando a cargo do Alexandre Kool, que fez e faz grande parte das nossas artes em geral. O resultado ficou demais e ficamos muito satisfeitos. Apesar da maioria das pessoas nem lembrar que os K7s existem, eles ainda são muito populares em alguns países do mundo, e até mesmo nos EUA em meio ao público específico que ainda apóia a cena underground e sua produção independente.

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Cris: O split quem entrou em contato com a banda fui eu... A gente já sabia que algumas músicas da gravação do CD debut iam ficar de fora e começamos a buscar uma banda pra rachar um LP. Esse split era pra ser com Violator, mas eles não tinham músicas na época e nem previsão de gravarem nada, logo acabamos fechando com os gringos que já tem uma linha de som que segue mais ou menos a nossa e é uma banda bem ativa lá nos EUA, na Bay Área. A idéia inicial desse split era sair somente em vinil, mas acabou saindo (em CD) lá nos EUA graças a eles que agitaram alguns selos pra fazer a parceria e nos lançar por lá, inclusive a própria Delinquent que se mostrou prontamente interessada. Mas já estamos compondo novas músicas para o split com Violator, que sai no ano que vem com certeza pelos selos que já nos apóiam como a Raw Recs e Cospe Fogo, assim como pelo selo Japonês Karasu Killer. O Destructions End deve estar aparecendo por aqui no ano que vem também para alguns shows com a gente se tudo der certo... Vamos ver se rola...

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Whiplash!: E vocês conseguiram alguma repercussão positiva lá pelos EUA?

Cris: Acho que os EUA é hoje o país-sede do Crossover. Tipo o "quartel general". Graças ao Municipal Waste, o estilo está cada vez mais popular e difundido. Temos recebido muitos contatos via e-mail de pessoas de lá que adquiriram nosso CD em shows com o pessoal do Destructions End ou mesmo em alguma distro ou loja. Nossos dois CDs, tanto o debut quanto o split, foram lançados lá pelo Max da 625 Thrash. Ele já conhecia a banda desde que foi formada e sempre foi categórico em dizer que lançaria qualquer coisa que a gente fizesse depois que ouviu nossa banda. Já o havíamos conhecido aqui no Brasil quando ele veio em tour com What Happens Next há alguns anos atrás e conhecíamos seu trabalho com o selo... Ele é apaixonado pelas bandas do Brasil e já haviam trabalhado com o Discarga e I Shot Cyrus. Ele tem uma das melhores distribuições em todo o meio underground nos EUA e Europa, e com certeza isso nos ajudou muito, pois nosso CD pode ser encontrado em todas as partes do mundo, em todas as distribuidoras e lojas que trabalham com materiais de bandas independentes desse estilo... É gratificante, mas particularmente acho merecido, pois somos uma banda bem ativa e que sempre está por aí tocando e produzindo muito... Não paramos por um segundo, e queremos mais, muito mais!

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Whiplash!: Sobre o debut "We Crush Your Mind With The Thrash Inside". Fazia muito tempo que eu não escutava um crossover tão visceral, e com certeza esta não é uma opinião isolada. Qual o diferencial do Bandanos em relação às outras bandas do gênero?

Cris: Acho que o diferencial do Bandanos é que somos uma banda sincera, o que é realmente importante, tocamos, fazemos exatamente o que gostamos e também somos uma banda que vem da cena punk/hardcore... Todos já tocamos em bandas punks, logo o "background" em termos deste estilo faz com que nunca soemos "metal demais" e faça com que nossas músicas realmente soem crossover. O material antigo era mais "cru", soava quase sempre como Cryptic Slaughter ou D.R.I. (antigo), ou algo assim, mas a banda era nova, outra formação, não havia o entrosamento que temos hoje. Se você for analisar a história do crossover em si, vai perceber que as bandas do estilo que mais marcaram foram as que vieram da cena punk... Nosso entrosamento hoje é fantástico. Quando sentamos pra compor, as coisas fluem muito rápidas, é incrível, estamos realmente numa grande fase e não vamos, nem queremos deixar isso passar...

Whiplash!: Suas letras são em português e muito bem escritas. Títulos como "Com as próprias mãos" e "Enfia no cú a sua teoria" mostram todo o desconforto do Bandanos em relação aos dias atuais. Pelo jeito vocês não vêem muita esperança num futuro melhor, não?

Cris: Futuro melhor? Nós somos o vírus que adoece todo o planeta. O câncer da terra. Como pode um "organismo hostil" viver bem em algum lugar? O final será trágico e assim como nós, que já enfrentamos conseqüências ruins de atitudes impensadas das gerações passadas, as que estão por vir também viverão sobre as margens de nosso maldito imediatismo e insensatez... Não há esperanças para a raça humana e como eu já disse antes do final "apenas baratas, destroços, ratos e ferro distorcido". Quando não houver mais seres humanos aqui, o planeta vai voltar a viver e cuidará de tudo sozinho... Ele tem muito tempo pra isso, nós não...

Whiplash!: Cris, sua performance raivosa e insolente impressiona sob todos os aspectos. Quais são suas influências?

Cris: Boa pergunta... Eu, como todo bom "roqueiro", tenho lógico meus ícones e influências como vocalista... Não tento imitar ou copiar ninguém, mas acho que aprendi muito com algumas figuras em termos de presença de palco e postura em shows... Em termos de timbre é indiscutível minha influência do Blaine Fart (The Accused) e do Mike (1º vocalista do COC), mas em termos de postura de palco, além dele também, eu citaria Mike Patton (Faith No More), um dos melhores frontmans que eu já vi em ação na minha vida, Roger (Agnostic Front), Glen Danzig (Misfits), Ian Mackey (Minor Threat), Kevin Seconds (7 Seconds), Phil Anselmo (Pantera), Ruy (No Violence) e o John March (Heresy). Todos eles de alguma forma me ajudaram a me relacionar com os palcos, entendê-los e devolver pro público todo sentimento que eles já me passaram.

Whiplash!: "Indiferença", "Only For Good Thrashers" e "A Song For A George Romero" são excelentes composições. Quais as canções que vem encontrando melhor recepção entre o público?

Cris: Bom, isso é relativo, em cada show o pessoal quer uma música diferente... A clássica mesmo é "Justiça das Ruas", que é uma música que já vem desde nossa segunda demo e que regravamos tanto no split quanto no debut CD. Mas "Only For Good Thrashers" aos poucos tá sendo assimilada pela galera também, assim como a "George Romero"...

Whiplash!: Mas quem diabos é o George Romero da canção?

Cris: George Romero é o cineasta que criou e popularizou o gênero dos filmes de zumbis canibais, considerado pelos fãs como um gênero dentro do estilo. Estreou em 1968 com "The Return Of Living Dead – A volta dos mortos vivos" e não parou mais... Ele é o gênio responsável por clássicos como "Day Of The Dead", "Monkey Shines", "Creepshow" e outros... Ele é atualmente o maior nome do gênero e assim como Zé do Caixão, um cineasta do lado B, mas que fez e faz escola dentro do cinema... Eu desde criança assisto aos filmes desse cara, mas me tornei ainda mais fã quando, em uma entrevista que li, ele fez um paralelo entre seus filmes e a decadência da sociedade norte-americana... Uma sociedade em que todos não passam de mortos-vivos devorando uns aos outros por mera competição... O sentido figurado de "comer cérebros" seria uma metáfora, que diz respeito a fazer qualquer coisa, até mesmo "devorar" outra pessoa pra garantir sua ascensão em uma realidade decadente, seja ela profissional, social ou qualquer outro status da sociedade vigente... Daí surge a letra da música... A própria intro usada no CD é de "Land Of The Dead", um de seus últimos filmes...

Whiplash!: Na canção "Knock Out" vocês mostram sua posição em relação aos nazistas. O Bandanos já teve problemas em suas apresentações, considerando que a capital paulista vem se tornando foco de atritos entre gangues, em especial as famosas 'tretas' entre punks e skinheads?

Cris: Essa música foi feita baseada em uma história real, dentro de um show em SP. Um pequeno grupo de Nazis apareceu em um show onde havia mais ou menos duas mil pessoas entre punks e headbangers, e foi enxotado de lá... Foi bem violento, mas foi algo vivido por todos os membros e ex-membros da banda, já que estavam todos presentes no show... E daí surge a música. O Bandanos nunca teve nenhum tipo de problema "direto" devido a essa música ou coisa do tipo, nem estivemos envolvidos diretamente nessas "tretas", já que estes casos expostos na mídia são coisas bem isoladas e não condizem realmente com que rola por aqui em termos de cena... Não existem tais confrontos em show ou coisas parecidas, são fatos mais relacionados com gangues que se "intitulam" punks (mas não são) e com skins e que acaba em brigas, nos casos citados na televisão com conseqüências desastrosas... Mas calma, SP não se transformou (ainda) no cenário de Warriors! Se tivermos sorte dentro de uns cinco ou seis anos, quem sabe...

Whiplash!: Quais foram os momentos mais marcantes para o Bandanos desde que está na ativa?

Cris: Pessoalmente o show de Brasília este ano, no "Caga Sangue Thrash", foi realmente muito marcante. A energia e a atmosfera do festival é realmente muito boa, assim como os shows no Rio em 2004 que foram os últimos da antiga formação comigo ainda no baixo... Mas acho que todos os shows são experiências gratificantes pra gente... Tocamos em várias cidades em todo o Brasil e NUNCA, isso eu posso dizer, tivemos uma recepção negativa dos presentes... Havia shows, lógico, com menos público que o esperado, mas isso é normal e faz parte da história de qualquer banda. Barra Mansa é um lugar ótimo de se tocar, Florianópolis também foi muito bom, enfim, sem essa banda a gente tava fudido mesmo ! hahhaha.

Whiplash!: Pois é, bicho, não fui neste show de Florianópolis... Ok, Cris, agradeço pela entrevista lhes desejando boa sorte! O espaço é seu para as considerações finais.

Cris: Ben, meu caro amigo, você perdeu... Tinha um cara muito figura em Floripa que ficava o tempo todo na frente do palco agitando e gritando: "Essa banda é uma bosta, não toca nada!" E continuava agitando muito... Mas tá tudo OK, em março estamos aí de novo em Florianópolis, Joinville e Balneário Camburiú. Mais uma vez obrigado pelo espaço gentilmente cedido à banda, e gostaria de ver todos vocês que leram essa entrevista presentes nos nossos shows... Ano que vem pretendemos tocar em vários lugares novos, e voltar a alguns que passamos no ano passado, inclusive Rio de Janeiro, estaremos de volta em janeiro! Nosso CD ainda pode ser encontrado nas lojas da Galeria do Rock em SP, ou ainda nos sites da Pecúlio Discos ou Cospe Fogo Gravações. Esse ano material novo deve estar rolando, pois não agüentamos mais tocar essas músicas de novo! Molecada, descubra o crossover e parem de pintar suas unhas e usar essas franjas ridículas... Abraços a todos, crossover is back! Vejo vocês no PIT!

Contatos:
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MySpace: www.myspace.com/bandanos
e-mail: [email protected]
fotos: www.fotolog.net/bandanosisback

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Sobre Ben Ami Scopinho

Ben Ami é paulistano, porém reside em Florianópolis (SC) desde o início dos anos 1990, onde passou a trabalhar como técnico gráfico e ilustrador. Desde a década anterior, adolescente ainda, já vinha acompanhando o desenvolvimento do Heavy Metal e Hard Rock, e sua paixão pelos discos permitiu que passasse a colaborar com o Whiplash! a partir de 2004 com resenhas, entrevistas e na coluna "Hard Rock - Aqueles que ficaram para trás".

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