Symbols - Entrevista exclusiva.

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O Symbols é uma das mais respeitadas bandas do novo cenário metal brasileiro, como resultado de um trabalho duro e muita competência. A banda conta hoje com Eduardo Falaschi no vocal, Rodrigo Arjonas e Demian Tiguez nas guitarras, Rodrigo Mello na batera e Tito Falaschi no baixo e vocal (ordem da foto). Será deles o show de encerramento (antes do Primal Fear) do festival End of Century Metal Fest no dia 27 de novembro (ver Agenda). E o show promete! A entrevista abaixo foi concedida ao Whip! na casa dos irmãos Falaschi por Rodrigo, Tiguez, Edu e Tito, que até contou com a presença da Renata da equipe, e onde a banda prova novamente seu carisma. O Symbols fala sobre fãs, cenário do metal brasileiro, sucesso, e mais. Não esqueça de conferir ainda a review do CD nas páginas do Whip!

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Entrevista concedida a Fernanda Zorzetto

Whiplash! / Por que Symbols? O nome da banda tem uma história?

Edu / O nome veio da banda antiga, chamava Symbols of Time, era uma outra formação, tinha o meu irmão e o Rodrigo naquela época. Daí me chamaram pra ajudar na produção do CD, eu vi a demo deles, a gente conversou e eu disse que pra ficar um trabalho profissional mesmo, porque não adianta lançar um CD e ele nascer morto se a banda não for boa, tem que tirar o batera, o baixista e o outro guitarrista. Aí eles pensaram melhor e tiraram, chamaram o Tigueis, o Rodrigo Melo pra bateria e meu irmão começou a tocar baixo, porque ele já tocava. Quando eles iam gravar o CD disseram pra mim: "ah, canta numa música, faz uma participação". E depois meu irmão falou: "porque você não entra na banda? Com dois vocais fica bem diferente". Eu entrei na banda e não tinha mais sentido chamar Symbols of Time, ficou só Symbols.

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Whiplash! / Como tem sido a aceitação do CD "Symbols" pelo público?

Rodrigo / Tem sido ótima a aceitação do público. Ótima!

Edu / Na verdade a gente fez uma tiragem de mil, depois mais mil, depois mais 1500 e acabou tudo meio rápido. A aceitação tá sendo bem grande, mesmo porque o mercado estava precisando de bandas novas. Ficou bem gravado o CD e o pessoal curtiu mesmo. A banda já tem dois anos e tem muita coisa rolando graças ao CD. Então junto ao público foi muito positivo.

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Whiplash! / E no exterior? Vocês têm divulgado o CD?

Edu / Logo que saiu o CD a gente fez uma grande vendagem pro Japão. Depois, logo a gente fechou contrato com o produtor Mike Vescera nos EUA, e como ele estava atrás de gravadora mesmo, ele falou "não ainda vender esse CD sem gravadora pra Europa e tal. Vamos primeiro fechar com a gravadora, aí eles reproduzem esse CD e a gente vende". Mas algumas lojas daqui revendiam, mais pra Alemanha...

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Tiguez / Itália, Holanda, Bulgária, Espanha...

Whiplash! / Vocês ainda estão sem gravadora? Não interessou no começo?

Edu / Sim, mas o Mike Vescera que está vendo isso, porque a gente não quer uma gravadora mais ou menos, assinar por assinar. E pra assinar com uma boa demora um pouco mais. Na verdade, no começo a gente nem procurou, ir atrás de selos pequenos e tal, porque não adianta a gente entrar numa gravadora que tem 150 bandas e nenhuma delas eles não têm dinheiro pra trabalhar.

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Whiplash! / De quê falam as letras desse CD? Qual a inspiração para elas?

Edu / Esse CD não é 100% conceitual, mas é bem direcionado nesse sentido. Fala muito do fim do milênio, as crises que o mundo está tendo, guerras, crises financeiras. Tanto que no logo tem um mundinho e tal. A gente se inspirou na preocupação que é geral hoje em dia, tá toda a mídia voltada pra essas coisas. Só que pra não ficar maçante, umas falam de outra coisa, por exemplo, a "Love Thought the Night" fala de um romance e tal.

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Whiplash! / Como vocês definiriam o estilo do Symbols?

Rodrigo / Rock!

Edu / Eu não diria que é heavy metal porque não tem só heavy metal. O próximo disco até vai ter coisa mais pesada. Mas a gente classifica como uma banda de rock, ou querendo viajar um pouco mais, sound-track-metal (risos), porque tem muito desses climas de filme, de épico, emocionante... muita cousa de ficção.

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Rodrigo / Com orquestração e tal, pensando na harmonia. A gente prefere fazer um Queen, sabe...

Whiplash! / E quais são as influências da banda como um todo?

Edu / A gente tem o peso do Dio, tem a melodia do Queen, e tem uma pitada de hard, não dá pra citar assim...

Tito / Tem um quêzinho de progressivo. Eu acho até engraçado porque se você coloca agudo, "ah, é Helloween", colocou teclado, "é Dream Theater"...

Whiplash! / A cena brasileira de rock de uns tempos pra cá foi invadida pelo heavy. E muito se discute de pouca coisa se criar e muito se repetir. O que você diria que o Symbols tem de diferente das outras bandas?

Edu / É, essa pergunta é bem importante (risos)... Um dos maiores méritos de uma banda é o diferencial, você imitar é fácil, você criar, começa a complicar. Primeiro que o Symbols começa com dois vocais, o que não é uma coisa muito usual. E conjugado a isso, tem música que meu irmão canta sozinho e eu toco baixo, a gente troca.

Tito / Agora vão ter mais.

Edu / E essa mistura que eu falei de peso com melodia mais orquestral. De filme mesmo, não de clássico, é diferente.

Whiplash! / Não rola um medo de vocês serem comparados com outra banda?

Edu / Não porque a gente já é comparado mesmo, então... (risos)

Whiplash! / Vocês se preocupam com visual? Ou cada um faz o que quer?

Edu / Não, a gente pensa no visual sim. Claro, a gente não viaja no visual, tipo "vamos entrar de chapéu, e..." isso eu acho meio forçassão, já passou, não existe mais. A gente entra com uma roupa de show, é legal ter um respeito com o público. Eu não vou entrar de bermuda, tá ligado, tipo o cara me acordou e " Edu vem aí que vai ter um show agora".

Tito / Roupa de show é aquela que você não usaria no dia a dia, entendeu.

Rodrigo / Tipo um frio e você de regatinha, aí fica ridículo!

Edu / A gente tem um padrão sim, simples, mas a gente se preocupa com isso.

Whiplash! / Como vocês vêem a influência de histórias de história, medievalismo e RPG em tantas letras e instrumentais de bandas de melódico?

Edu / Eu acho legal, se uma banda teve essa proposta, eu acho legal, não tem nada a ver os outros ficarem imitando.

Tito / Pra quem gosta, eu acho legal isso aí.

Whiplash! / Todo mundo sabe que uma banda, pelo menos hoje, sem marketing não aumenta seu público e sua atividade de maneira geral. Vocês se preocupam com isso? De que maneira a banda vem tratando do seu marketing?

Edu / Sim, primeiro que a gente não tá sozinho, tem uma equipe, tem a Re e tal, tudo a gente faz em conjunto. Tudo que a gente faz é pensado, tudo. Até mandar um e-mail é pensado. A gente acha que os detalhes é que são importantes, eles que fazem a coisa acontecer. Quer dizer, a gente fez só três shows e graças a Deus a gente tá onde tá, entendeu. Falta muita coisa ainda mas, em um ano e meio, tem banda que tem dez anos e não conseguiu nem metade. Por causa desses detalhes, não fazer merda, não tocar todo fim-de-semana no mesmo bar... Tem esses cuidados com a imagem porque isso é importante pro produto. Não adianta falar que faz heavy metal só por amor. É por amor, claro, mas é um produto também. Não só pelo dinheiro, mas pelo trabalho. A gente dá poucos passos, mas passos firmes.

Whiplash! / Com a criação do sistema de MP3, uma banda pouco conhecida ou em início tem a chance de divulgar muito melhor o seu trabalho. Porém aumenta a pirataria e muitos deixam de comprar o álbum. Você acha que isso ajuda ou atrapalha? Você acha que os fãs de hoje são fiéis?

Edu / A gente utiliza MP3, mas a gente não põe a música toda, só trechos de cada música...

Whiplash! / Mas se uma pessoa comprar o Cd de vocês e piratear e jogar na internet...

Rodrigo / Não dá pra você falar que não vai ter pirataria porque hoje em dia é muito fácil.

Edu / A gente tenta usar uma coisa com menos perigo possível.

Rodrigo / Tem um monte de pirataria aí do Tchan, cara, a gente vai ter também, com certeza.

Edu / É um puta lance bom, mas ruim ao mesmo tempo.

Whiplash! / Vocês acham que os fãs de hoje são fiéis?

Edu / A gente conversa muito sobre isso porque tem que tomar muito cuidado com fã porque a gente só é o que é por causa dos fãs. Se todo mundo parar de comprar o disco acabou Iron Maiden. Então a gente tem muito, mas muito respeito pelos fãs, trata todos iguais. Tem cara que não curte minha banda e é puta amigo meu. Eu acho que o público até é fiel aqui, mas é um pouco "homem das cavernas".

Rodrigo / A mídia manipula o público.

Edu / O Brasil tem uma cultura muito de pagar-pau pra coisas de fora. Isso já é um problema. Vai ser difícil mudar isso aí. E outra coisa que tem problema no Brasil é que o cara que gosta de Symbols, não pode gostar de Angra, e o cara que gosta de Angra odeia Symbols. Então tem esses chats, e fica um metendo o pau no outro. E não tem nada a ver porque, eu gosto pra caralho de Korzus e faço um som que não tem nada a ver com Korzus. Não é porque um fã de Korzus vai cruzar um cara com a camisa do Symbols e vai socar ele. Música não é olimpíada. Música não é quem ganha, quem perde, música é arte, porra! O pessoal tá esquecendo desse detalhe.

Rodrigo / Não é que nem torcida, aqui tem um time, aqui outro. ...Aí apita o juiz e começa a luta. Não é assim, cara!

Edu / A gente fica meio chateado com isso, mas eu acho que o fã é fiel, às vezes até de mais. Ele é tão fiel que não gosta de mais nada, só gosta daquilo e o que é de fora.

Tito / Independente da banda Symbols, o fã brasileiro é um dos mais fiéis que tem. Os caras não têm dinheiro mas o show do Metallica tava lotado. Setenta paus mas estava lotado. Iron Maiden com o Blaze, os caras foram.

Edu / Na maioria dos países lá fora, principalmente os desenvolvidos, os caras gostam do que vem de fora, mas eles dão valor pras coisas deles. Principalmente os EUA, aliás os EUA só dão valor pras coisas deles e pra nada de fora. E aqui é o contrário, tudo bem que ainda não tem muitas bandas boas, primeiro que a tecnologia lá já chegou há muito mais tempo e todo mundo podia fazer um puta disco legal. Agora tá começando a melhorar a qualidade das bandas...

Tito / É que a galera não tinha conhecimento, eles ouviam puta CD do Iron, uma puta qualidade e com um show que é um absurdo. Aí vinha uma banda brasileira que era boa, mas ia ver um show no Black Jack, com palco ruim, com som ruim, a banda fica uma merda!

Rodrigo / Perde um pouco o tesão, isso é horrível!

Whiplash! / Vocês pretendem fazer um vídeo-clipe?

Tito / A gente vai fazer!

Edu / É porque tem que ter, não pra cá, pra fora também. Tem outros programas... Por exemplo, na Alemanha tem um monte de programa de heavy que passa, não só na MTV, e são assistidos. A gente ainda vai escolher a música.

Whiplash! / Muitas bandas de metal mais pesado têm começado a tocar um som mais lento. O próprio Metallica com Load e agora o Megadeth com Risk. Pra vocês, isso tem sido uma decisão consciente ou uma progressão natural? Chegou a hora da famosa "evolução natural" do metal mais pesado?

Edu / Pra ser sincero eu nem ouvi o CD do Megadeth.

Rodrigo / O Metallica eu acho que sim, mas o Megadeth acho que não, que foi bem pensado.

Tito / Sabe porquê? Porque os caras não precisam mudar. Os caras vendem muito, o Black Album estourou pra caramba. Que nem aqueles caras que dizem que o Iron precisa sair dessa mesmice... se eles fizerem uns trinta discos mi-do-ré, vai vender os trinta discos.

Edu / Quem fez isso foi o Queensrryche. E dançaram. Por exemplo Pantera... o Pantera era hard rock mesmo. Aí começou a época de som pesado, e os caras mudaram totalmente pra vender mais, entendeu.

Tito / Que é o caso do Charlie Brown Jr. também. A gente conhece os caras da baixada de Santos e os caras tocavam um som pesado também.

Edu / O som dos caras era em inglês e thrash metal. Aí conheceram os caras dos Raimundos, parece que foi assim a história, aí eles mudaram totalmente.

Tito / Mas é melhor o cara mudar de estilo que parar de tocar e virar, sei lá, contador! Eu preferia mudar de estilo e tocar um som mais Raimundos e fazer show que é rock pelo menos, do que trabalhar num escritório.

Tiguez / Pelo menos é música né.

Edu / Foda é o cara já ter sucesso com o estilo e pra ter mais ele mudar. Mas no caso deles... eles não tinham nada, ninguém conhecia mesmo, então muda e foda-se.

Whiplash! / Vocês têm intenção de gravar músicas em português?

Edu e Rodrigo / Não, isso não...

Whiplash! / Nunca?

Edu / Nunca, não cai bem.

Rodrigo / Só se for outra banda...

Edu / Se um dia eu for fazer letra em português, eu vou fazer outra coisa... nada a ver com heavy metal. Nada! E se isso acontecer é porque é o fim do mundo! (risos)

Whiplash! / O que as pessoas podem esperar desse show que vocês farão no End of Century Metal Fest?

Edu / A gente tá preparando um material bem feito pro show, tá sendo bem ensaiado e tal. Deve contar com uma produção melhor que todos os outros shows, já tá com uma infra melhor que antigamente, e é um show especial porque é o primeiro show que a gente não tá abrindo, entendeu. É um show que a gente tá fechando, praticamente junto com o Primal Fear. Então a gente vai levar o máximo possível de qualidade dentro do evento. Mas a gente vai tocar umas músicas novas, que vão sair no próximo disco. Vamos tocar as músicas do primeiro disco.

Whiplash! / Algum cover?

Edu / Não, a gente ia tocar, mas não pode tocar covers. Mas a gente tocaria as que a gente ensaia, do Queen "Show must go on" e "Barck to the moon" do Ozzy. E a gente gosta muito que o público cante. Eu acho muito legal essa participação e não só a gente tocando e o público assistindo, a gente numa vidraça, numa bola de vidro.

Rodrigo / É!!

Edu / Tem que ter essa troca com o público. A gente gostaria que todo mundo cantassem os refrões das músicas e tal... seria muito legal!

Whiplash! / Como está a agenda do Symbols? Além do End Of Century, estão preparando mais algum show?

Edu / Então, a gente não quer marcar nada ainda porque a gente não sabe se vai viajar pra gravar o próximo disco. A gente tá mais preocupado com esse show, porque é especial, um passo a mais que estamos dando na carreira, fomos convidados pra ser uma das atrações principais da noite, o que é uma honra pra gente. E a gente só tem a agradecer a toda mídia que tá apoiando o Symbols e principalmente aos fãs, que têm comprado o CD, prestigiado os shows, aplaudido e tal.

Whiplash! / Vocês têm planos para um segundo CD? Quais serão os próximos passos da banda?

Edu / A gente vai gravar sim, mas vai ser lançado por uma gravadora.

Tito / Mas talvez antes desse CD saia um CD ao vivo ou um EP.

Rodrigo / Ou um EP com uma faixa ao vivo.

Edu / Então a gente deve lançar um EP até o fim do ano. A gente tem a idéia de colocar um multimídia, que tem também no primeiro CD, é uma faixa legal que geralmente ninguém tem. Não é uma coisa difícil de se fazer e ninguém pensa nisso. Nosso multimídia é bem legal, tem as letras, tem o making off da gente gravando o CD, tem um monte de foto...

Tito / Tem uma parte do vídeo de um show que a gente fez no Palace...

Edu / É legal ter isso também porque aqui no Brasil já está começando a ficar maior a quantidade de pessoas que têm computador, lá fora todo mundo já tem. Então qualquer pessoa que você fala "tem um multimídia", ele fala "puta, que legal, vou lá em casa ver!" e tal. É uma coisa a mais pros fãs. A gente pretende manter isso pro próximo disco. Não só pro próximo mas pra todos. Também a gente tem a idéia de, em ver de ser um planeta, ir mudando os símbolos. Cada disco ter um símbolo, afinal o nome da banda é Symbols. Aí, provavelmente, não vão ter nomes, só os símbolos.

Tito / E o próximo disco vai ser mais pesado...

Edu / Vai continuar tendo balada, que nem o primeiro, orquestrais também... Uma quantidade maior de músicas e mais rápidas também. Porque o primeiro tem como essência, a música lenta.

Whiplash! / Alguma previsão de shows em outros países?

Edu / Eu toco até na Arábia. Se tiver fã do Symbols na Arábia, eu vou tocar lá. Pelo som ser em inglês, o nosso mercado tá mesmo lá fora, isso é inevitável. aqui tem público pra caramba, mas santo de casa não faz milagre. E é o caminho de todas as bandas que tocam.

Rodrigo / O modelo daqui do Brasil é esse, sabe, se vai lá fora, estoura e cai aqui de novo.

Tito / É aquela coisa, tocou lá fora "é bom", nem conhece a banda mas "é bom".

Edu / E tem que ser mais Europa, Japão, África do Sul.

Whiplash! / O Sepultura alcançou um nível de reconhecimento internacional nunca conseguido por uma banda latina antes. Qual o nível de reconhecimento que você acha que o Symbols vai alcançar?

Edu / É uma pergunta meio foda de responder... a gente trabalha com uma meta de ser sucesso total. A gente não tá muito preocupado com como vai ser o futuro... a gente tem que trabalhar, todo mundo tem sonhos e tem ideais, a gente não é assim "quer ser igual ao Sepultura, quer ser igual ao Iron", de repente não é igual mas eu tô feliz. A gente pode chegar a tá igual ao Stratovarius que é bem menos que o Iron, mas os caras tão fazendo show pra cacete, têm fãs pra cacete, tão vivendo do que eles gostam de fazer... O que vier é lucro, o que vier é conseqüência de um trabalho bem feito.

Tito / Tocando, fazendo show e ganhando dinheiro, é o que interessa...

Edu / Você ter uma vida digna a ponto de você construir uma família mais pra frente...

Rodrigo / Após a música, né? Assim... depois, né? Bem depois... (risos)

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