Resenha - Toxicity - System of a Down

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Por Maurício Gomes Angelo
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Nota: 9

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


System of a Down. Toxicity. EUA. MTV. Sucesso. Mainstream. Fama. Que bom que toda essa trama que costuma envolver as bandas e depreciar a qualidade das mesmas não fez nenhum mal ao SOAD. A banda passa brilhantemente ilesa por essa rede asquerosa, e que alívio constatar isso.
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Um apanhado de riffs pesados, criativos e contagiantes, cozinha devastadora e pesadíssima, vocal dos mais alucinados variando entre gutural, rasgado, calmo, melódico e sussurrado. Por cima de tudo isso coloque uma dose extra de sarcasmo, carisma, bom-humor, deboche e loucura. Pronto, está formado o caldeirão do SOAD.

O segredo da criatividade do SOAD está na repetição, por mais contraditório que isso possa parecer. Trabalham perfeitamente as frases repetidas de modo extremamente criativo, fazendo-as quase imperceptíveis e agradabilíssimas, vide Jet Pilot e X. Se o System of a Down tem alguma coisa de new metal (e tem!), pelo menos eles estão só com os pés enfiados na lama, e o resto do corpo bem pra fora e querendo se libertar.

Destaques? Muitos. Deer Dance, fantástica, casando perfeitamente toda a brutalidade sonora da banda, com refrões grudentos e marcantes, aliados a partes calmas e sussurradas. O hit e aquela do clipe que todo mundo já viu alguma vez na vida nos últimos tempos, Chop Suey, é mesmo uma das melhores. A esquisitice inovadora, melódica de fundo brutal é facilmente encontrada em Forest e na faixa título, que pra mim é a melhor do álbum.

Nunca vi uma banda colocar tão bem tanta diversão e uma sonoridade tão completa em pouco menos de 2 minutos. Muitas músicas chamam a atenção por esse fator.

A banda segue sempre surpreendendo, com músicas de arranjos esquizofrênicos e pegajosos. Aerials, última música, que também ganhou clip, não é uma das melhores, mas o que chama a atenção é sua parte final, uma mistura de ritmos e sons tribais com influências étnicas, genial desfecho.

Esse é o típico do cd que você pode ouvir do início ao fim sem pular nenhuma faixa, se divertir ao máximo e quando acaba fica louco para ouvir de novo. Enfim, se você tiver boa vontade e um preconceito menor do que o habitual, vai curtir muito esse álbum! Diversão garantida ou seu dinheiro de volta... :)

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Sobre Maurício Gomes Angelo

Jornalista. Escreve sobre cultura pop (e não pop), política, economia, literatura e artigos em várias áreas desde 2003. Fundador da Revista Movin' Up (www.revistamovinup.com) e da revrbr (www.revrbr.com), agência de comunicação digital. Começou a escrever para o Whiplash! em 2004 e passou também pela revista Roadie Crew.

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