Resenha - 7th Song - Steve Vai
Por Ana Therezo e Thiago Sarks
Postado em 04 de janeiro de 2001
Reuna todos os álbuns de Steve Vai, desde "Flex-Able" à "The Ultra Zone", toque a sétima faixa de cada um e você terá "The 7th Song" - uma seleção dos 16 anos da carreira de um dos melhores guitarristas da atualidade.
Já no encarte, Steve Vai relata que sempre reservou a sétima faixa para as músicas sentimentais, que na opinião dele expressavam mais do que simplesmente sua técnica apurada. Místico, ele ainda afirma que o número "7" considerado mágico pela numerologia, não poderia deixar de ser o eleito para apresentar suas mais profundas criações.
O CD também conta com 3 músicas inéditas: "Melissas’s Garden", "The Wall Of Light" e "Boston Rain Melody", além de "Christmas Time Is Here" da coletânea "Merry Axemas: A Guitar Christmas" - um presente do artista à seus fãs, devido a proximidade entre a data de lançamento do CD e o Natal.
Melissa's Garden - Não é atoa que entre as três músicas inéditas, essa foi a escolhida para ser a faixa de número sete. "Melissa's Garden" entra facilmente entre as melhores músicas da carreira de Steve Vai. As melodias feitas no violão e na guitarra dão um toque mágico à composição, deixam-na completa. Os arranjos e a produção são formidáveis e enfatizam mais a idéia de algo grandioso. Ao mesmo tempo, envolvido em toda essa grandiosidade, fica claro aquele lado mais 'emocional' e simples que são característicos de Steve Vai.
The Wall Of Light - A primeira audição não me agradou muito. Talvez pelos 'efeitos' usados e pelo estilo, que chega bem perto do New Age. Porém, ouvindo pela segunda vez e daí por diante, comecei a notar detalhes que me encantaram. Não é a melhor música do álbum, não chega nem perto. Porém, é a que mais se incorpora à misticidade que envolve "The 7th Song". Uma música atmosférica, 'climática', bem interessante.
Boston Rain Melody - Essa é daquelas músicas que você ouve e sabe que é Steve Vai. Tem o estilo e o nome dele estampados em cada nota. A técnica, de alternadas a tappings, como sempre é impressionante. E tem aquela coisa que só grandes guitarristas sabem fazer: usar técnica avançada, sem perder a idéia e o segmento das harmonias. Resumindo, sem exageros, na medida certa.
Para fechar o álbum com chave de ouro vem como bônus, a belíssima "Hey Hey", que não consta entre as músicas presentes, faz parte da mesma faixa que "Boston Rain Melody" e conta com mais de quatro minutos de duração.
Detalhe: Um número limitado de CDs (777) foram autografados e numerados por Steve Vai, a venda desses exemplares foi feita através do site oficial – http://www.vai.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O lendário álbum dos anos 1970 que envelheceu mal, segundo Regis Tadeu
Bruce Dickinson sobe ao palco com o Smith/Kotzen em Londres
A música mais ouvida de cada álbum do Megadeth no Spotify
As 11 melhores bandas de metalcore progressivo de todos os tempos, segundo a Loudwire
Churrasco do Angra reúne Edu Falaschi, Rafael Bittencourt, Kiko Loureiro, Fabio Lione e mais
A maior canção de amor já escrita em todos os tempos, segundo Noel Gallagher
Max Cavalera celebra 30 anos de "Roots" com dedicatória especial a Gloria Cavalera
Ex-Engenheiros do Hawaii, Augusto Licks retoma clássicos da fase áurea em nova turnê
A música dos Beatles que ganhou elogios de George Martin; "uma pequena ópera"
10 clássicos do rock que soam ótimos, até você prestar atenção na letra
Nenhuma música ruim em toda vida? O elogio que Bob Dylan não costuma fazer por aí
Bruce Dickinson cita o Sepultura e depois lista sua banda "pula-pula" favorita
Youtuber viraliza ao eleger o melhor guitarrista de cada década - e internet não perdoa
Slash aponta as músicas que fizeram o Guns N' Roses "rachar" em sua fase áurea
O pior disco do Judas Priest, segundo o Loudwire




O disco clássico que fez Steve Vai começar a tocar guitarra
O guitarrista que Ian Anderson achava limitado, e que deu muito trabalho para Steve Vai
A curiosa visão que Steve Vai tinha do heavy metal nos anos oitenta
A música que ficou guardada por uma década e acabou virando um grande clássico de Steve Vai
O disco que une David Gilmour e Steve Vai na admiração pela genialidade de seu autor
Clássicos imortais: os 30 anos de Rust In Peace, uma das poucas unanimidades do metal


