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Dave Matthews Band

Em 06/04/06

Por Rodrigo Simas
Do site DMBrasil.net.

Nascido na África do Sul, mais especificamente em Johannesburg, em 09/01/1967, migrando posteriormente para os EUA, indo morar em Charlottesville, Virgina, onde reside até hoje, Dave Matthews nunca pensou que iria criar uma banda, alcançar mais de 20 milhões de cópias só nos EUA, ter uma legião de fãs, que estão entre as mais fiéis do mundo, e bater recordes de vendagem de ingressos com shows nos maiores estádios americanos.

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A vida de Dave Matthews nunca foi muito fácil ou passiva. Perdeu seu pai na adolescência. Criado pela tradição Quaker, uma organização religiosa que prega, dentre outras coisas, liberdade de pensamento e igualdade racial, sempre teve participação ativa em movimentos contra o racismo na África do Sul. Já nos EUA, passou um bom tempo trabalhando como garçom em bares de Charlottesville.

Desde pequeno tinha muitas influências musicais, e logo os Beatles se tornaram uma muita importante, sendo seguidos por bandas como Led Zeppelin, Deep Purple e Jethro Tull, até mesmo por Bob Marley. O violão foi o primeiro passo para carreira artística, mas Dave era também apaixonado por atuar, e chegou a participar de algumas peças teatrais.

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Em um dos bares em que trabalhou, o Miller's, que acabou se tornando, inclusive, muito importante na história da banda, por coincidência, destino ou sorte, Dave conheceu pessoas que iriam diretamente influenciar o futuro da banda, entre elas John D'Earth, Tim Reynolds, Greg Howard e seus companheiros de banda, Carter Beauford e Leroi Moore, que já se conheciam e tocavam freqüentemente no mesmo bar.

Foi em novembro de 1990 que Dave, no estúdio de Howard, gravou a primeira 'demo' que contava com as músicas 'The Song That Jane Likes', 'I'll back you up', 'Recently' e 'The Best of What's Around'. Foi nessa mesma época também que se iniciou a maior fase criativa de Dave. Em dois anos, quase todas composições que estariam nos três primeiros álbuns da banda já estavam compostas.

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Convidar Carter (bateria) e Leroi (todos tipos de sax, flauta, e qualquer instrumento de sopro que você puder pensar!), não foi uma tarefa difícil, visto que eles já tocavam no bar em que Dave trabalhava, mas ele nunca pensou que eles aceitariam gravar uma 'demo' e começar a ensaiar, até porque os dois já eram músicos bem conhecidos na cena musical de Charlottesville.
Stefan Lessard (baixo), então com 16 anos, foi recomendado por John D'Earth, que era seu professor na época, para integrar a banda. A formação estaria fechada, mas após o convite a Boyd Tynsley (violino) para tocar a faixa 'Tripping Billies' para uma 'demo', a banda abriu espaço para mais um músico, e então estava finalmente criada a Dave Matthews Band.

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O primeiro show da banda foi em abril de 1991, para cerca de 200 pessoas, e a reação do público foi incrível, pois todos começaram a dançar, mesmo sem conhecer as músicas. A partir desse ponto se tornou claro que um dos pontos altos da banda era exatamente tocar ao vivo. Após esse show, uma amiga da banda, Lydia Conder, agendou uma festa em um lugar chamado Pink Warehouse (que mais tarde iria dar origem à música 'Warehouse'), em Charlottesville, e os convidou para lá tocar. Quem diria que essa banda lotaria shows de 90.000 pessoas poucos anos depois.

Cada show da banda era um novo acontecimento. De mês em mês, novas músicas eram apresentadas e mesmo as que eram tocadas todas as noites sempre apareciam em novas versões, com 'jams' e improvisos que faziam com que cada minuto fosse uma nova experiência.

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O que aconteceu depois disso é história. A banda, ainda pequena, começou a fazer mais e mais shows, e começou a montar uma base de fãs leais, mesmo sem lançar nenhum CD ainda, que, por uma política adotada pela banda que dura até hoje, gravavam tudo que acontecia nessas apresentações ao vivo. Os fãs tinham liberdade de ligar seus gravadores diretamente na mesa de som, trocavam e distribuíam essas gravações, fazendo com que a Dave Matthews Band crescesse em uma velocidade absurda, lotando todos lugares em que se apresentavam nas redondezas.

1993 foi o ano em que o contrato com a gravadora RCA foi assinadpo. Mesmo assim, o primeiro álbum foi lançado por um selo independente do próprio Matthews, a Bama Rags. 'Remember two Things' foi um sucesso e, já na festa de lançamento, uma quantidade absurda de fãs foi levada para a sessão de autógrafos na cidade natal da banda, Charlottesville.

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1994 foi o ano da Dave Matthews Band. Finalmente 'Under the Table and Dreaming', seu primeiro álbum pela RCA, estava sendo lançado, com o produtor Steve Lillywhitte. O maior medo era que o produtor quisesse alterar o som da banda ou influenciá-los musicalmente de alguma maneira desconcertante, mas Steve fez exatamente o contrário. No primeiro contato que teve com a 'DMB' deixou bem claro que ele não faria nada para mudar o som da banda e ainda prometeu um disco de platina. Sua promessa foi cumprida e, depois de um ano, Matthews e seus companheiros receberiam o primeiro, de muitos, discos de platina.

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Esse ano também não foi só de coisas boas e uma tragédia aconteceu na vida de Dave logo no início do mesmo. Sua irmã foi assassinada pelo marido na África do Sul. Em um show com Tim Reynolds no dia seguinte à morte de sua irmã Dave declarou: "Cheguei da África do Sul hoje de manhã, minha irmã morreu, esse show é dedicado a ela". Como primeiro 'single', foi escolhido 'What Would You Say' (que também gerou um vídeo clipe) contando com a participação de John Popper, do Blues Traveler, logo seguido de 'Ants Marching' (também com vídeo clipe e 'single') e 'Satellite' (vídeo clipe e 'single').

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Nos shows dessa época já eram tocadas também quase todas músicas que estariam no próximo lançamento, como '#41', 'Say Goodbye', 'Proudest Monkey', dentre outras, além de algumas que até hoje não chegaram a ser oficialmente lançadas, como 'Get in Line' e 'Don't Burn the Pig'.

A DMB realmente estava no caminho certo. Com isso, era hora de entrar no estúdio de novo e gravar o álbum que levaria a banda de Virginia ao mega estrelato. Lillywhite foi novamente escolhido para a produção. A gravação aconteceu sem maiores problemas, visto que aproximadamente 80% das novas composições já haviam sido exaustivamente tocadas ao vivo. Como a própria banda conta, o que viria a ser 'Crash' (terceiro álbum da banda) tinha uma maior diversidade de emoções, era muito mais agressivo, muito mais calmo, muito mais rock, muito mais jazz, e toda essa diversidade tinha sido adquirida em turnê, pois eles tinham ganhado muito mais experiência, e com isso, muito mais liberdade de se expressar.

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'Crash' foi lançado no dia 30/04/1996 e entrou diretamente na segunda posição da Billboard. Falar em destaques é até brincadeira, mas os 'singles' (e vídeo clipes) foram 'Crash into Me', 'So Much to Say' e 'Too Much'. Esse álbum também traz hinos reverenciados até hoje pelos fãs da banda, como '#41', 'Say Goodbye', 'Lie In Our Graves', 'Two Step' e 'Tripping Billies'.

'Too Much' deu à Dave Matthews Band seu primeiro Grammy Award, de melhor performance de rock. A turnê do lançamento seguiu tranqüila, e cada vez mais, incrivelmente, os shows aumentavam de tamanho. Também foi nessa época que acoteceu o lançamento de 'Live At Red Rocks', um duplo álbum ao vivo, gravado em 1995, que trazia uma performance brilhante da banda em ação.

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'Before These Crowded Streets' (o próximo álbum de estúdio) já estava sendo finalizado, quando um show, antecedendo seu lançamento, no Giant Stadium, vendeu em menos de 1 hora e meia, mais de 80 mil ingressos e teve sua lotação esgotada. A DMB tinha chegado ao seu ápice. Será?

Após seu lançamento, 'Before These Crowded Streets' (gravado com o mesmo produtor e que entrou direto no primeiro lugar da Billboard, desbancando a trilha sonora do 'blockbuster' 'Titanic') provava o impossível. Conseguia ser melhor que os discos anteriores, bem mais maduro, mais denso, mais realístico, e um pouco mais triste que seus antecessores. Desde a entrada, com 'Pantala Naga Pampa', até o fim, com a linda 'Spoon', o álbum só tem altos, e quem conhece, sabe que não é exagero. Os 'singles' e vídeo clipes foram 'Don't Drink the Water', 'Stay (Wasting Time)' e 'Crush'. O álbum trazia ainda uma versão nova e melhorada (além de estar muito mais pesada) de 'Halloween', uma antiga composição da banda.

Como de costume, a DMB caiu na estrada de novo, e mais uma vez foi um sucesso.

Dave Matthews então resolve lançar um acústico com seu amigo Tim Reynolds, e, em 1999, entra nas lojas 'Dave Matthews & Tim Reynolds - Live at Luther College', com uma apresentação carismática, que mostra Tim Reynolds e toda sua técnica, e principalmente seu 'feeling', provando ser um dos melhores violonistas da sua época, sem contar com Matthews, que é um show à parte.

É também no final de 1999 que os fãs recebem outro presente (gravado na turnê do agora multiplatinado 'Before these Crowded Streets'), 'Listener Supported', que traz outro show da DMB, com versões maravilhosas para músicas não tão conhecidas da banda como 'True Reflections', '#40' e 'Granny', além de covers como 'Long Black Veil' e a habitual 'All Along The Watchtower', presente em quase todas apresentações.

No fim de 2000 a banda decide abandonar as gravações do que seria seu próximo álbum, com o produtor Steve Lillywhite, com músicas que já estavam sendo tocadas em diversos shows, dentre as quais 'Grey Street', 'Raven' e 'Bartender'. A DMB alegou que Dave estava passando por uma depressão e que a gravação dessas faixas se deu num clima que não condizia com a Dave Matthews Band. Além disso, pressionados pela gravadora, por não ter nenhuma nova 'Tripping Billies' ou alguma faixa mais alegre, visto que as novas músicas eram mais densas e mais 'dark' que as do disco 'Before These Crowdred Streets', a DMB resolve engavetar essas gravações.

Dave vai ao encontro de Glenn Ballard, produtor de nomes como Michael Jackson e Alannis Morissette, para pedir auxílio na composição de novas músicas e de um novo álbum. Os dias com Glenn Ballard ajudaram Dave a curar sua depressão e mais uma vez irrompe em Dave um surto criativo que fez com que em duas semanas o novo álbum fosse inteiramente composto. A banda então vai ao encontro de Dave e, no início de 2001, 'Everyday' chega às lojas trazendo algumas novidades.

A sonoridade da Dave Matthews Band havia mudado. Tocando agora guitarra elétrica na maioria das faixas, 'Everyday' traz uma DMB mais direta, sem tanto instrumental, com um som mais acessível, soando mais 'pop' e com bem menos complexidade. Muitos fãs torceram um pouco o nariz para o disco, mas é impossível negar a qualidade de 'Everyday', com músicas como 'So Right', 'What You Are', 'Fool To Think', 'If I Had It All' e a própria 'Everyday'. Como 'singles' foram escolhidas as faixas 'I Did It', 'The Space Between', e 'Everyday' ('When The World Ends' ia ser escolhida, mas com os atentados do dia 11/09/2001 nos EUA, a banda optou pela faixa 'Everyday').

É também no ínicio de 2001 que a DMB toca no 'Rock in Rio 3', saciando a espera de milhares de fãs que aguardavam ansiosamente a vinda da banda às terras brasileiras desde a primeira e única vinda, para o 'Free Jazz Festival' de 1998.

Com tudo na perfeita ordem a DMB não esperava que as sessões que haviam sido engavetadas com o produtor Steve Lillywhite chegassem à Internet, à disposição dos fãs, com o nome de 'The Lillywhite Sessions'. Lá estava o que seria o álbum da Dave Matthews Band (que teria, segundo muitos, o nome oficial de 'The Summer So Far'), logicamente não acabado, ainda sem a produção devida, mas ainda assim com muita qualidade. 'Busted Stuff', 'Grace is Gone', 'Captain', 'Diggin' a Ditch', entre outras, caíram facilmente no gosto dos fãs, pois representavam a verdadeira Dave Matthews Band.

A turnê do álbum 'Everyday' começou nos EUA como se nada tivesse acontecido. As músicas das 'The Lillywhite Sessions' estavam no repertório de praticamente todos os shows, além dos antigos clássicos e as novas 'I Did It', 'The Space Between' e 'What You Are'.

2001 acabou com mais um lançamento. 'Live In Chicago 12.19.98', um duplo ao vivo e, quem diria, de 1998, com nenhum material do álbum 'Everyday'. Talvez um presente para os fãs descontentes com o direcionamento mais comercial da banda, pois 'Live in Chicago 12.19.98' é da mesma turnê do álbum ao vivo anterior, 'Listener Supported', trazendo no seu repertório pérolas como 'The Last Stop', 'The Maker', 'Christmas Song' e 'Lie In Our Graves', além de músicos convidados, como Tim Reynolds (guitarra, no show inteiro) e Victor Lemonte Wooten (baixo, em '#41' e 'The Maker').
O tempo passou e finalmente a DMB resolveu assumir suas 'The Lillwyhite Sessions'. Em 2002 começaram a surgir rumores de que as músicas ali presentes estavam sendo regravadas por Dave Matthews e Cia. e que um álbum oficial de estúdio deveria ser lançado até o fim do ano.

No dia 16/07/2002, 'Busted Stuff', nome escolhido a partir da música 'Busted Stuff', é lançado com 11 faixas, dentre as quais 9 remanescentes das 'The Lillywhite Sessions' e mais duas novas, 'Where Are You Going' (novo 'single') e 'You Never Know' (ambas já fazendo parte de turnê nova). Do inteiro repertório das 'The Lillywhite Sessions' ficaram de fora, para descontentamento de muitos, 'JTR', 'Monkey Man' e 'Sweet Up and Down'.

Com 'Busted Stuff' a Dave Matthews Band volta às suas origens, com o estilo que consagrou Dave Matthews, Leroi Moore, Boyd Tinsley, Stefan Lessard e Carter Beauford. Com 'Busted Stuff' eles são mais uma vez "the best of what’s around".

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