Nightwish: baixista responde perguntas de fãs
Por Juliano Komay
Fonte: Nightwish
Postado em 03 de agosto de 2006
Marco Hietala, baixista do NIGHTWISH e também integrante do TAROT, respondeu algumas perguntas feitas pelos fãs, conforme segue abaixo.
(sem autor): De quem você herdou a sua voz? É incrível!
Marco: Meus pais são músicos também. Meu pai, especialmente toca e canta muito. Talvez tenha vindo algo de lá.
Ximena (Junin, Argentina): Como você se sente no Tarot e como você se sente no Nightwish? Sente se da mesma maneira?
Marco: Ambas as bandas têm suas características únicas, e não podem ser sentidas como o mesmo tipo de situações. Eu não entrarei em nenhum detalhe sobre estas diferenças. As posições que eu tenho nestas bandas trazem seu próprio privilégio/ stress.
Marija (Croácia): Como é ser o mais velho da banda?
Marco: Idade é atitude. Atitude é bom.
Thomas Lindroth (Ronneby, Suécia): Qual é a opinião do Nightwish a respeito dos downloads ilegais, pirataria?
Marco: A música que você está baixando hoje tem tanto valor quanto o pão que eu vou comprar para os meus filhos amanhã. Você pediu a minha permissão? É o meu trabalho.
Bunburina (México): Marco, vamos supor que alguém está fazendo um filme sobre sua vida:
1) Que ator lhe interpretaria?
2) E a sua esposa?
3) Quem dirigiria o filme?
4) Quem você gostaria que fizesse a trilha sonora?
Marco:
1) Dificilmente alguém iria querer me interpretar.
2) As estrelas de Hollywood provavelmente brigariam por essa oportunidade.
3) Um filme de zumbis! (George) Romero é claro
4) Esse tipo de oportunidade deveria ir ao Tuomas, não acha?
(Siilinjärvi): Como você aquece sua voz antes dos shows? No documentário 'A Day Before Tomorrow' você grita algo antes do show.
Marco: Eu faço alguns exercícios e grito muitas coisas caóticas.
Ben (Inglaterra): Quanto tempo levou para crescer sua magnífica barba?
Marco: Comecei no verão de 2000.
Thordis (Europa): Se descreva em apenas três palavras
Marco: Work-a-phobic (se realmente existe uma palavra assim), vago.
Freia73 (Jyväskylä): Você já teve seus altos e baixos. Qual o seu conselho para as pessoas?
Marco: Existir nesse universo é o maior privilégio possível. Nunca desista!
Heidi (Pornainen): Se você só pudesse ensinar uma coisa aos seus filhos, o que seria? Tenha um bom verão? (risos!)
Marco: A vida não é tão séria! Nem você.
Susanne (Escandinávia): Como estão as suas crianças? Eles já desenvolveram interesse por música?
Marco: Os garotos estão bem. Eles gostam de muitas coisas diferentes. As bandas de seu pai estão entre as favoritas deles. Eles estão muito interessados em cantar e tocar. O Miro pode segurar uma nota muito bem.
Elli (NW-Forum ;)): Gostaria de saber porque você toca baixo com uma palheta e não com seus dedos. Você acha mais fácil tocar com palheta?
Marco: Eu comecei a tocar guitarra muito cedo com palhetas. Quando mudei para o baixo em uma banda, a palheta veio e ficou também. Não sou um puritano. Você pode fazer coisas boas tanto com as palhetas quanto com seus dedos.
Dark Lady (Bulgária): O que você achou dos comentários do Marcelo no site da Tarja?
Marco: Pareceu um desabafo espiritual de um rapaz inteligente com uma linda alma.
(Suomi): Alguém já puxou a sua barba?
Marco: Sim!
Enkeli (Polonia):
1. O que você acha de Lordi e suas cançoes para a Eurovision?
2. Qual é o seu maior sonho musical?
Marco: O cara certo ganhou. No gênero de Rock e Heavy Metal, a música era ok, mas não excepcional, na minha opinião. E meu maior sonho musical é que alguém ainda ouça minhas músicas e canções que eu escrevi depois de trinta anos.
Holger Strauss (Alemanha) Qual foi o momento mais embaraçoso que você passou em um de seus shows?
Marco: Perder a voz, para um vocalista é muito embaraçoso. Isso aconteceu comigo umas duas vezes quando eu era mais jovem.
Laura (Konnevesi): Se você morresse hoje qual seria seu epitáfio?
Marco: Mantenha os cachorros longe!
Siren (Savonlinna): Se caso você não se tornasse um grande artista, o que você seria?
Marco: Um pequeno artista?
Franca de Vrind (Países Baixos): O que você realmente gostaria de fazer antes de morrer?
Marco: Eu já tive muitas coisas boas da vida. Se eu pudesse ir para o espaço, isso seria o melhor de tudo. Mas não creio que isso vá acontecer.
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