Batera do Quiet Riot comenta sobre novo álbum
Por Rodrigo Teixeira
Fonte: Metal Asylum
Postado em 15 de novembro de 2006
O Metal Asylum conduziu recentemente uma entrevista com o baterista do QUIET RIOT Frankie Banali. Alguns trechos da conversa seguem abaixo:
Metal Asylum: Quem escreveu a música e as letras, e quais foram as mudanças implantadas durante as gravações do álbum?
Frankie: Kevin e eu trabalhamos separadamente com outros compositores para alcançar a variedade de estilos musicais que decidimos cobrir. Eu escrevo com o guitarrista Neil Citron. As canções que foram compostas e gravadas em sessões demos que o Neil e eu fizemos foram as músicas para "Blind Faith", "Old Habits Die Hard", "In Harms Way", "Don't think" e a faixa que vai aparecer somente na versão internacional do "Rehab", chamada "Wired To The Moon". Muitas das músicas que eu e o Neil trouxemos são estranhas ao estilo musical que o Kevin está acostumado, então ele recruta a ajuda do seu velho amigo Glenn Hughes pra dar uma mão com as letras e as melodias. Eu também contribui com idéias de letras em "Don't Think" que o Kevin usou parcialmente, e uma linha solitária que faz o gancho em "South Of Heaven".
Metal Asylum: O que causou a separação, ou demissão, do Kevin Dubrow no álbum auto-intitulado de 1988?
Frankie: Estávamos nos estranhando naquela época. Ainda por cima sofríamos com a má interpretação pelo público por parte das coisas ditas pelo Kevin para a imprensa. Juntando uma formação frágil, baixa venda dos discos e a pressão da gravadora, produtor e empresário, tudo gerou uma situação muito difícil. Com o sucesso da banda no passado, todos queriam colocar a culpa em alguma coisa, e o mais óbvio para começar foram os problemas entre o Kevin e a mídia. Temos de compreender que o vocalista é geralmente o foco da atenção e consequentemente aquele que tem toda a atenção em volta.
Rolaram discussões acerca do que fazer. Ficar como estávamos, nos separar por um tempo e dizer que estávamos de férias ou não continuar com o Kevin. E como estávamos próximo do fim do ano e o término de uma turnê, eu achei que seria melhor primeiro finalizar a turnê e depois decidir o que fazer. Nós estávamos em Tóquio quando o Kevin ouviu um rumor que começou em Los Angeles de que ele seria convidado a sair. Daquele ponto em diante, não houve jeito de convencê-lo que a decisão ainda não havia sido tomada. Desde então o relacionamento entre a banda e Kevin acabou.
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