Rob Halford pode interpretar Nostradamus no palco

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Por Marco Néo, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Durante entrevista para uma estação de TV japonesa, Rob Halford falou sobre o novo álbum da banda, "Nostradamus".

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"É disso o que gostamos sobre 'Nostradamus' - parece que tudo o que fizemos até hoje no Metal, desde que começamos com 'Rocka Rolla', tudo resultou neste momento, todas as nossas experiências compondo, tocando ao vivo, gravando, tudo isso nos levou, nos deu a habilidade de poder chegar a este ponto. Nós também estávamos pensando sobre o momento em que pudermos fazer uma turnê para tocar o 'Nostradamus' inteiro, o álbum inteiro, nós sempre pensamos nisso. Especialmente quando eu estou cantando e escrevendo letras, eu imagino o palco, imagino o tipo de roupa que vou usar, imagino os efeitos de luz. Isso é parte do teatro do JUDAS PRIEST, é bem único do tipo de Metal do JUDAS PRIEST. Eu acho que nós quisemos talvez, não exagerar, mas ampliar esse tipo de sentimento. É disso que eu gosto na última música do 'Angel of Retribution' - 'Loch Ness' é quase que uma introdução para 'Nostradamus'. O drama de 'Loch Ness', contando uma história e... Parece que mesmo antes que Bill Curbishley (empresário do JUDAS PRIEST) nos disse que essa seria uma boa idéia, um álbum conceitual sobre 'Nostradamus', nós já tínhamos sentido algo com a 'Loch Ness'. É bem estranha essa conexão".

"É uma coisa de entrar no personagem, quando ele estava exilado, como será que foi? Ter que sair de casa, ter que passar pelos altos e baixos estando totalmente só. Como seria a sensação? Eu tento colocar essa emoção em minha performance. O mesmo para 'Messenger Of Death' - eu assumi esse disfarce, a personagem do que a morte representa; 'Conquest' é mais alegre, mais pra cima, tem que ser interpretada com um sentimento de vitória, um sentimento de sucesso. Eu acho que sempre tentei fazer isso com minhas letras, mas eu adoro isso. Eu adoro ser o 'Painkiller', eu adoro ser o 'Ripper', eu adoro ser o 'Sentinel' - pra mim é só uma parte de uma forma diferente pela qual eu uso minha voz para me expressar. E eu acho que essa é outra extensão do meu amor por filmes e pelo teatro. Digo, se eu estou no Japão, eu assisto Kabuki na TV e todos esses tipos de expressões teatrais. Você tem que pensar sobre o 'feeling' de onde tem que estar o seu nível emocional em determinado momento - o sentimento de 'Pestilence and Plague', que é bem triste; 'Lost Love' - sentimentos bem, bem lastimosos e sinceros; a última música, quando ele está prestes a morrer, mesmo estando bem velho e fragilizado, bem cansado e fraco, ele ainda tem força para dar sua última explicação, 'vocês irão lembrar de mim depois que eu tiver partido' e 'façam o que quiserem com as minhas profecias'. Pra mim é maravilhoso - digo, eu adoro isso. É um papel perfeito pra mim, como cantor, e não vejo a hora de subir no palco e vestir as roupas, a maquiagem e assumir esse papel. Eu adoro fazer isso. Isso tudo é parte do que me faz amar minha vida no Metal, como o vocalista do JUDAS PRIEST. Eu só poderia fazer isso no JUDAS PRIEST" (risos).




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Sobre Marco Néo

Nascido na primeira metade dos anos 70, teve seu primeiro contato com sons pesados quando o Kiss veio para o Brasil, em 83, mas não compreendeu bem o que era aquilo. A contaminação efetiva ocorreu um ano depois, quando conheceu Motörhead, Judas Priest, AC/DC, Iron Maiden. Desde então, tornou-se um apaixonado colecionador de tudo o que se refere a Metal e Rock'n'Roll, independentemente de subestilos.

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